sábado, dezembro 31, 2011

Não vou dizer que foi ruim, também não foi tão bom assim


Photobucket No post de hoje, vou contar sobre o que aconteceu no último mês deste ano e fazer um balanço geral do que 2011 foi para mim. Então, senta que lá vem história.
Photobucket No último dia de aula deste ano, povo da pós quis ir a um restaurante japonês/chinês. Honestamente, não curto o povo desta minha segunda pós, então, eu não quis ir, mas queria conhecer o restaurante. Na sexta-feira seguinte, convidei os colegas do Teto Convexo e nós fomos almoçar lá. Aproveitei para experimentar um monte de coisas que eu só conhecia por nome, e foi muito bom.
Photobucket Bizarrelândia estava muito fraca em eventos natalinos neste ano. Fui à chegada do Papai Noel no centro da cidade e à caravana da Coca-Cola. A companhia de energia não fez decoração nem queima de fogos, e isto foi muito frustrante.
Photobucket Passei o Natal numa chácara, dormi na cozinha (único lugar que tinha sobrado para quem não chegou lá antes) e fiquei na piscina mesmo com chuva.
Photobucket Ontem, eu fui à cabeleireira fazer luzes. Tinha um monte de gente lá e todos queriam que eu ficasse loira, mas eu fiz luzes vermelhas no cabelo. Mostrando que o fim do mundo está próximo, virei ícone fashion no salão. Todas queriam dicas minhas sobre esmaltes e copiar meu cabelo. Uma, inclusive, marcou a clonagem do meu estilo para ontem mesmo. Só pode ser um sinal do fim dos tempos... Aliás, por falar em cabeleireira e fim dos tempos, neste ano eu passei mais tempo no salão do que em toda a minha vida, já que, como eu contei aqui algumas vezes, eu não era muito fã de cabeleireira.
Photobucket Mas nem só de futilidades eu passei 2011. No começo do ano, eu fiz um propósito de ler, pelo menos, 1 livro por mês. Eu consegui ler 16, sem contar os que eu li para as pós e o TCC!!! O primeiro do ano foi "Zona Morta" e o último, "Inércia - a Geração Y no limite do tédio". O primeiro foi ótimo, o último, péssimo. Renovo meu propósito de 1 livro por mês para 2012 e já tenho 8 livros na fila.
Photobucket Se eu tivesse que representar meu ano de 2011 por um gesto, ele seria um facepalm. Nunca vi um ano para fazer tantas coisas embaraçosas e ter tantas emoções que deixariam todos com uma tremenda vergonha alheia de mim quanto 2011. Na verdade, isto foi resultado de um processo que começou em 2009: naquele ano, aconteceu muita coisa ruim; em 2010, aconteceu muita coisa boa; aí, em 2011, houve uma ameaça de que tudo voltasse ser como era em 2009, eu fiquei desesperada e comecei a agir para evitar que isto acontecesse. E isto que dizer que mandei um "beijo-me-liga" para a dignidade, desliguei o senso crítico e me comportei como louca. Pelo menos, teve resultado, é isto que importa. Além do resultado, ainda teve uma retribuição.
Photobucket Apesar da retribuição ter até me deixado envaidecida, espero que em 2012 eu pense um pouco antes de sair por aí me envergonhando. Alguns sentimentos são toleráveis quando você tem 5 anos de idade, mas não pegam bem para alguém de 30 indo para 31. Dependendo da situação, isto é ainda pior. Quando boa parte disto é só coisa da sua cabeça, não tem nem justificativa. É isto que eu desejo para mim mesma em 2012: bom senso e, de preferência, em doses generosas. E para vocês, eu desejo que vocês consigam o que mais querem, seja material, seja não-material, e que consigam logo, porque andam dizendo por aí que este ano só vai ter 356 dias.

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2 comentários:

  1. Feliz ano novo!!
    Desejo bom senso mas também muita bizarrice!!

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  2. Ah, assim é a vida: Sempre que você acha que está fazendo a coisa certa vem alguem sentir vergonha alheia por você. O problema é quando esse alguem e você mesmo uns dois ou três dias no futuro...
    Também passei o natal numa chácara, e também não foi uma boa experiência. Por que será que as pessoas insistem em achar que reuniões de família em chácaras podem ser, de algum modo, momentos legais de suas vidas?

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