sexta-feira, dezembro 16, 2011

Sexta de livros
Quantas pessoas especiais mudam?


Photobucket A resenha sobre Especiais, de Scott Westerfeld, que é o último livro da trilogia Feios tem que ser curta, porque se falasse muito sobre ele seria spoiler. O foco, neste livro, é a Circunstâncias Especiais, uma espécie de organização que mantém a ordem e regulariza os padrões estéticos dos cidadãos. Os Especiais têm intervenções ainda piores que os Perfeitos. Eles são quase que humanos transformados em máquinas.
Photobucket Basicamente, continua aquela tese de que se seres humanos não forem mantidos sob rédeas curtas, fazem grandes cacas e ferram com tudo. E é para isto que existem os Especiais: para evitar que isto aconteça.
Photobucket Passei mais da metade do livro com raiva da protagonista e da amiguinha dela, especialmente da protagonista, a Tally. Dá vontade de chacoalhar a Tally e gritar: "ei, cadê a mocinha subversiva dos outros livros?" Depois, as coisas melhoram.

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2 comentários:

  1. Eu sempre lembro que "especiais" é o jeito politicamente correto de falar que o cara é retardado...
    O bronzeado que se toma dentro do carro parece mais intenso e duradouro que o de praia. Não faz muito sentido, já que o vidro barra os raios UVA, UVB, IRL, XRL, e até raio PQP, se existisse ele barraria. Acho que o segredo é o tempo de exposição na mesma posição. Ou a lei da sacaneação universal. Os caras que dormem ao sol também ficam com um "bronze" intenso e duradouro, mas desigual.

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  2. Concordo que é a lei da sacaneação universal...

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