terça-feira, setembro 06, 2011

Doce vingança por todas as coisas que você fez a mim


Photobucket Minha semana passada foi bem corrida. Eu não imaginei que minha nova pós daria tanto trabalho (literalmente). E dá-lhe correr a semana inteira para escrever dois artigos e preparar uma apresentação em power point, tudo para sábado. Gastei até meus sagrados horários de almoço para isto, não joguei wii um dia sequer e ficava até tarde digitando. No fim, deu tempo, mas eu fiquei tão cansada que meu cérebro deu tilt. Só para ilustrar o estado desta "ser humana", no fim da semana, um revelador Diálogo em família (antes um esclarecimento: de segunda a sexta, eu vou para o trabalho à pé, de sábado, eu vou para a aula de carro):
Josei, ouvindo a mãe abrir o portão da garagem no sábado de manhã: Ah, é, eu vou dirigindo...
mamãe de Josei: Ué, você queria ir como?
Josei: Não, é que eu tinha esquecido para onde eu vou agora...
Photobucket Como eu já disse tempos atrás, eu sou a pessoa mais "tênis-jeans-blusinha" que eu conheço. Quando eu me aventuro no misterioso universo "roupa de mulherzinha", nunca dá muito certo. Dia destes, fui para o trabalho de sapatilha. Tudo muito bonitinho, feminino, delicado. No fim do dia, meus pés, se tivessem boca (hein?), me xingariam. Se meus dedos dos pés digitassem, eles me xingariam muito no twitter. Aliás, pés não, as bolhas que os substituiram. Voltei para os bons e velhos tênis. Passado o trauma, inventei de ir de bota. A bota até é confortável, mas sabe lá como, teve a capacidade de formar bolhas e, depois, machucados nas minhas canelas. Não consigo entender como tem mulher que vive de salto, ou que adora sandália. Eu até uso, mas prefiro tênis, mesmo...
Photobucket Eu sei que "a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena" e que "as pessoas boas devem amar seus inimigos". E sei também que tenho assistido muito Chaves, mas este último não vem ao caso. Enfim, apesar de toda esta filosofia de bom coração do seu Madruga, pode falar a verdade, não é lindo ver alguém que te prejudicou se ferrando grandão? Não dá aquela alegria, aquela sensação de que a justiça foi feita? Na semana passada, eu senti o doce sabor da vingança não praticada por mim. E na verdade, nem foi uma vingança propriamente dita, só um fato que fez uma pessoa que me fez chorar muito se ferrar grandão. E fez uma pessoa muito legal, por quem eu torço muito nesta vida, se dar muito bem. Fiquei duplamente feliz!!!
Photobucket Eu, Josei, só estou em uma rede social, o Plurk. Mas meu heterônimo que vive em sociedade e assina documentos está em outras 3. O problema das redes sociais é que eu sou antissocial. Melhor dizendo: eu sou seletiva em relação a quem adiciono. E aí, surgem umas criaturas do pântano, uns parentes de 18° grau que eu não vejo há milênios e tiram fotos pagando de piriguete e querem me adicionar. Eu rejeito mesmo!!! Podem me chamar de chata, eu sou mesmo, sou chata assumida e com orgulho. Eu participaria se houvesse uma passeata do "Dia do Orgulho de ser Chato". Prefiro ser chata do que ter criaturas do pântano no meu perfil para queimar meu filme.
Photobucket Na próxima sexta, eu completo um ano de feliz união com o garboso descendente de Henry Ford. Parece que foi ontem mesmo que fui tomada por um amor à primeira partida, logo eu que sou tão sem coração sensata. Foi um ano de muitas aventuras (*momento Sessão da Tarde*), diversão e, confesso, um certo ciúme...

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Um comentário:

  1. também não entendo como tem gente que anda tanto ou mais que eu de salto agulha @.@

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