Pele beijada pelo sol, tão quente
E aí que no fim de semana seguinte ao Anime Union, o evento otaku sobre o qual eu falei no meu post anterior, eu fui para uma chácara. Na vera, foi a "chácara" da qual eu falei
neste post. Passei o sábado lá, com uma saidinha rápida para levar minha mãe a uma reunião e, enquanto eu a esperava em casa, fiz as unhas. Voltei para a chácara e, mais tarde, fui dormir em casa. No dia seguinte, fui trabalhar no concurso do qual eu era um membro da comissão organizadora, depois, eu voltei para a "chácara".

Sabem a grande coincidência? Dois anos atrás, quando nós fomos para esta mesma "chácara", eu fui prestar a segunda fase do concurso para trabalhar no Teto Convexo. Olha como as coisas mudaram em 2 anos: prestar concurso do Teto Convexo X ajudar a organizar concurso do Teto Convexo; penar para ir de ônibus para a chácara X ir para a chácara no meu carro.

No sábado, na minha breve ida para casa para levar minha mãe, aconteceu uma sucessão de eventos que poderiam causar (e um causou mesmo) grandes mal entendidos. Tudo começou com uma garrafa de vodka que meu pai pediu para levar e minha mãe colocou no assoalho do carro, no lado do passageiro. Enquanto eu manobrava o carro para sair da garagem, percebi que a garrafa tombou, mas nem liguei. Assim que parei o carro na frente de casa, para esperar minha mãe, fui levantar a garrafa e vi que ela estava aberta e que todo a vodka estava esparramada no tapete do carro. Minha mãe trouxe um pano para enxugar, mas ficou aquele cheiro de vodka. Se um guarda me parasse, ia achar que eu tinha bebido.

Bom, mas não podíamos voltar para a chácara sem a vodka, então passamos no mercado para comprar outra garrafa. Minha mãe estava com um bolo confeitado no colo, então não podia sair. Ela pediu para eu travar o carro com ela dentro. Cheguei ao fim do estacionamento e o alarme disparou. Volto eu correndo até uma distância em que pudesse desarmar o alarme. Como já disse, minha mãe estava com um bolo confeitado no colo e, como eu ainda não disse, estava um calor tremendo, ainda mais dentro do carro estacionado ao sol. Então, entrei correndo no mercado, sem trocar os óculos escuros pelos óculos de grau, peguei a vodka e corri para o caixa. Ainda demonstrei impaciência quando vi que a mocinha do caixa ainda ia trocar o dinheiro para dar o troco para o senhorzinho que estava na minha frente. O senhorzinho ficou olhando para mim com cara de "Deus salve sua alma", como se eu fosse uma alcoólatra em abstinência.

Depois de tudo isto, ainda fiquei com queimadura de sol em forma de faixa, com uma falha branca no meio, nas duas pernas, por dirigir num dia de sol de lascar. Engraçado que eu tinha passado um bom tempo lagartixando no sol, com as pernas besuntadas de bronzeador, e não tinha pego nem uma corzinha. Aliás, meu "bronzeado" ficou todo esquisito, com manchas em algumas áreas, brancura em outras, coisa mais linda. Preciso começar a pensar nas posições em que vou ficar quando estiver exposta ao sol...
Tia Josei voltando aos tempos de encher a cara...
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