quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
Com o fim do horário de verão, está mais difícil ficar esperando Lost, porque, quando é 1h, meu organismo encasqueta que já são 2 e eu começo a sentir sono. Eu, como a maioria da população, comemorei o fim do horário de verão, mas comemoraria ainda mais se o fim dele fosse definitivo e que nunca mais brincassem com meu relógio biológico. Agora, vou escrever um post sobre nada para me manter alerta.
Segunda-feira cedinho, quando eu estava indo para a faculdade, havia duas mulheres muy peculiares, logo à minha frente. Sempre me ensinaram que era feio ouvir conversa alheia, mas elas estavam perto de mim e eu não ia tapar meus ouvidos, então, acabei ouvindo. A peculiaridade das cidadãs era: a cada três frases que elas diziam, elas citavam um versículo da Bíblia. Sabe quando a gente faz uma pesquisa e, logo depois de escrever um dado obtido, a gente cita o texto de um autor, mostrando que o que ele diz acontece no mundo real? Era bem assim. Elas contavam um fato da vida e, depois, um versículo da Bíblia que tivesse a ver com aquilo, como se elas exemplificassem a Bíblia com os fatos de suas vidas. Achei interessante aquilo (apesar de bizarro).
Eu sou uma pessoa que não consegue fazer citações. Passei 5 anos fazendo trabalhos cheios de citações, mas nunca consigo esta proeza em uma conversa informal. Nunca tenho um dito popular para tirar da manga, nunca lembro trechos de livros relacionados a conversa, um verso de música nunca surge para complementar o que eu quero dizer. Tá, para não dizer que eu não faço citações, eu sempre digo "e eu, uma pedra", do Charlie Brown. Acho que só. Eu queria ter uma boa memória para citar coisas, ou sempre saber o ditado popular certo para a hora certa. Ou talvez, não. Talvez, não copiar frases alheias me torna mais original.
A minha dificuldade para o ditado popular certo para a hora certa se expressa até no título deste post. Eu queria algum que tivesse a ver, mas este foi o único que eu lembrei...

Marcadores: pessoas estranhas, reflexões inúteis
Postado por
Josei e Kami Sal
às 11:27 PM
|
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
E foi o princípio do fim
Na última semana de férias,eu fiz um porta-prendedores de cabelo em forma de manequim de loja e, finalmente, terminei a fada sobre o cogumelo, que no fim virou "Miguelina, a fada emo". Para terminar minha fada emo, eu precisava de um modelo de asas. Fui ao Google Imagens e digitei "asa fada".Olha o que o Google oferece como resposta:

Sábado, sem nada para fazer, minha net temporariamente fora do ar, acabei achando o tal Namoro na TV & Cia (o programa com o nome mais bizarro já visto). Não consegui ver por muito tempo, porque comecei a sentir uma imensa vergonha alheia. A pessoa aparece em rede nacional, praticamente assinando um atestado de encalhado e desesperado, ainda se submete a fazer um desfile para alguém que pode ficar com você ou dar um fora para que todos vejam. Não bastasse isto, no final tem um bailinho com músicas do JULIO IGLESIAS!!! Aí, tive que mudar de canal. Era constrangimento demais.
Por falar em TV, madrugada destas, pós ou durante Lost, não lembro, passou um flash direto da casa do Big Brother. Não assisti nem um dia o tal reality show, mas este flash deve ter sido o que houve de mais legal no programa. Mostraram quintal, ninguém. Sala, ninguém. Cozinha, ninguém. Quartos: todos dormindo!!! Ainda tem gente que paga para assistir isto 24 horas...
Hoje começou o último ano da faculdade. Começou bem cedinho e, daqui a pouco, terei supervisão de estágio. Por enquanto, fico na sala de informática.

Marcadores: biscuit, faculdade, televisão
Postado por
Josei e Kami Sal
às 12:59 PM
|
domingo, fevereiro 25, 2007
Frase da Semana: "Vem fazer a sua árvore genitália!", dita pela Solineusa dos Cerrados.

É, pois é, né, Danny?
Existem muitas coisas:
Mokona-sama: Os psicólogos sobreviveriam ao holocausto porque depois de fazer faculdade de psicologia, uma pessoa sobrevive a qualquer coisa. Mas o que você realmente quer saber é porque "psicólogos e eu", né?
Luty-san: Ah, eu gosto do horário normal... Pôr do sol...
Stafora-kun: Certamente, seria melhor estar sozinha.Marcadores: frase da semana
Postado por
Josei e Kami Sal
às 9:33 PM
|
E em meu relógio todas as horas vi passar
Post especial só pra comemorar o termino do infernoso horário de verão!!!
Vamos falar a verdade: o horário de verão é uma droga, você perde uma hora de sono, tem de acordar mais cedo e não importa quanto tempo passe, você nunca se acostuma com o novo horário.
Meu irmão acredita que o horário de verão é uma maquinação nefasta criada pelas forças que contralam o governo (o Sindicato???) para matar pessoas e evitar a superpolução. Tá certo que eles não estão tendo sucesso, mas é uma boa teoria.
Mas o primeiro dia de volta ao horário normal... Ah, esse é o máximo! Você pode dormir uma hora a mais e acordar sem culpa, porque, afinal, ainda são 9 horas!!! Por isso eu amo a volta do horário normal!!!
Boas ondas pra todos e inté.

Dormir até babar, eis o segredo da felicidade.
Junto a estação chorarei como uma criança:
Mokona-sama: Sim, estou tentando!!! Eu vencerei as baratas!!! E quando ocorrer o holocausto nuclear, sobreviverão as baratas, os escorpiões, os Rollings Stones, Inezita Barroso, os psicologos e eu!!! Não que eu vá gostar das companhias...
Postado por
Josei e Kami Sal
às 10:26 AM
|
sábado, fevereiro 24, 2007
Sozinha eu choro cultivando o amanhecer
Sinceramente, tia Josei, seria dificil eu fazer uma lista das coisas que odeio em você, tenho me concentrado muito mais nos meus defeitos... E como ficou seu cabelo, hein? Quero ver, fiquei curiosa. eu particularmente, só confio em Mamãe para cortar meu cabelo...
Bom, eu gostaria de ter algo legal, divertido e bizarro pra contar aqui, mas como não tenho (minha vida está deprimente e entediante) teremos de nos contentar com minhas jornadas ao universo dos mangás e dos biscuits mesmo.
Biscuits: bom, pouquissima coisa. O clube das góticas cresceu mais um pouco, com o termino da mini-gotica e o inicio da fada gotica (atualmente careca). E terminei a palmeirense. Bom, terminei é uma palavra forte, já que ainda falta a base... Mas mesmo assim, comecei o pote banheira.
Sobre os mangás, li os três primeiros volumes de Kamikaze Kaitou Jeane. Muito legal, com aquele traço lindo da Tanemura Arina (pra quem não sabe, é a mesma autora/desenhista de Full Moon wo Sagashite). E recebi muitas imagens e musicas da Tohru-chan. Fiquei feliz, porque andava passando os dias sozinhas, produzindo biscuit loucamente na falta de outra distração.
E pra terminar o post, um Momento Paranoia. Há uns quinze dias, apareceu uma barata dentro da minha caneca de tomar chá. Desde então, como a caneca estava no armário, não consigo mais pegar nenhuma caneca e, como gosto de tomar chá em canecas, quase não tomei mais chá (tomar chá em copo não dá embalo). Ontem a noite, me peguei pensando que a barata podia ter contaminado tudo na cozinha. Putz, aparece uma barata a cada século na casa (ou a cada vez que um vizinho limpa o quintal) e elas tem de aparecem justo em algo meu??? Minha explicação pra isso é a mais racional possivel: as baratas tem um plano nefasto e maligno para me matar de fome, sede e tristeza.
Ah, sim. Essa semana, gravei um CD sozinha, pela primeira vez. Inté pessoal.

Kaitou Jeane e Kaitou Sinbad (é claro, eu prefiro ele...)
Ah, eu sempre prefiro o anti-heroi ou o vilão:
Mokona-sama: Sim, Mamãe é esperta, mas também é muito boazinha. Pessoas boas sofrem mais. Sim, o Sr. Abravanel andou cantando umas musiquinhas que não conheciam e de duplo sentido. Não é só com você, eu também não vi a imagem.
Luty-san: Pior que aquele foi o episódio menos bizarro de todos que já passaram. Hum, quero trocar não. Meu problema não é falta de sono, é falta de dormir.
Renki-san: "Eu não sabia mais o que fazer, troquei o coração cansado de sofrer Ah, doutor, eu não me engano, botaram outro coração corintiano..." Fiquei com pena de você, seu dentista era um sádico. Eu não tenho trauma de dentista, apesar de ter feito tratamento de canal quando tinha uns 9 ou 10 anos... Nem lembro mais... Só lembro que quebrei quatro dentes e que o dentista adorava fazer piadas enquanto estava mexendo nos meus dentes...
Nanael Soubaim: Por que alguém faria isso?
Mel-chan: Hum, como eu sempre digo: cada um com seu problemas (ou soluções)... Você gosta de carnaval e eu não, mesmo assim podemos nos dar muito bem, né? Desde que você não apareça na frente da minha casa, às 5 da manhã tocando o samba enredo da Mangueira...
Pan Holmes: Obrigada.
Srta. A-lien: É vero, o sensei não ficou bravo nem quando derrubaram as shinais e cabos de vassouras durante a meditação... E eu também tenho saudades do kendô...Marcadores: biscuit, mangás, paranóia
Postado por
Josei e Kami Sal
às 4:31 PM
|
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Sorriso em meu rosto e cada cacho no lugar
Como prometido, voltei para contar a aventura do dia.
Fui à cabeleireira hoje. (certa madrugada, eu estava lendo um blog, cujo primeiro post de cima para baixo começava com "fui ao salão". O segundo começava com "fui marcar hora no salão". O terceiro com "fui ao salão". Achei muito, muito, muito fútil, desisti de ler os posts e fui ler o perfil. Entre as coisas que ela odiava estava FUTILIDADE!!! Ela não deve saber o que isto significa, mas leu em algum outro blog e achou uma palavra bonita...) Vocês podem estar achando que este post vai ser fútil, mas não desistam dele!!!
Para todas as outras pessoas, ir a um salão cortar ao cabelo é uma coisa muito natural, mas não para mim... É uma longa história...
Quando eu tinha uns 5 anos, decidi que ia deixar meus cachinhos se alongarem. Queria um cabelo "pendurado", como eu dizia na época. Estava logrando êxito, até que minha mãe me levou a um salão para cortar as pontinhas. Ela deu exatamente esta instrução, mas aquela versão maligna do Edward Mãos de Tesoura acabou com meus cachinhos pendurados. Fiquei mais triste do que vocês podem imaginar, chorei por dias e até fiquei doente. Fiquei traumatizada e jurei nunca mais pôr os pés em um salão para cortar meu cabelo. Minha mãe aparava as pontas e, dois anos depois, fez curso de cabeleireira e ela mesma cortava meu cabelo como eu queria.
Isto foi até a véspera da minha formatura de 8a. série. Decidi ir à cabeleireira de confiança da minha mãe. Confesso que ela fez um ótimo trabalho e ela até seria minha cabeleireira de confiança, se eu não tivesse mudado de cidade 2 meses depois.
Voltei a confiar apenas na minha mãe para cortar meu cabelo. No ano que eu me mudei para cá, eu tive uma louca e cortei um bom pedaço do meu cabelo, que, na época, estava abaixo da cintura. Dois anos depois, voltei a um salão, mas não achei muito legal e não fui mais para cortar.
O meu trauma de infância foi revivido quando fui com minha mãe para ela cortar o cabelo e o cara cortou muito curto. Sério que eu tive vontade de chorar, mas eu tinha que acalmá-la porque ela estava muito p***. Aposto que ela também queria chorar...
E hoje foi o dia de enfrentar meu trauma, como a adulta que agora sou. Minha mãe ia comigo, mas foi convidada a ir para a terra do surf e foi. Antes de ir, ela perguntou se eu queria que ela não viajasse para ir comigo. Eu disse que não seria necessário. Eu estava um tanto ansiosa, confesso, por isto, já cheguei dizendo para não mexer no comprimento, que eu tinha trauma de salão porque uma vez deixaram meu cabelo muito curto (ela deve ter imaginado que isto foi há pouco tempo...). Ela foi assaz paciente e me explicava tudo o que ia fazendo, principalmente quando ela cortou um bom pedaço da frente do cabelo e eu devo ter feito uma cara de pânico (neste momento, ela parou e explicou o corte de novo). No fim, foi rápido e indolor. Agora, meu cabelo é cortado em U e eu estava me sentindo muito bem com ele, até que...
... cheguei em casa e meu pai ficou me enchendo, dizendo que não tinha cortado nada. Ele sempre quis que eu cortasse cabelo curto, fica me tirando por causa do meu cabelo comprido, etc. Enfim, quando minha mãe chegou, eu disse que estava estressada por tudo isto e ela disse para eu ignorar. Agora, já estou de bem com meu cabelo de novo.
(eu avisei que era uma loooooonga história...)

Ah, Mokona, aqui está aparecendo a imagem... Estranho...Marcadores: trauma de infância, vaidade
Postado por
Josei e Kami Sal
às 10:36 PM
|
Quem sou eu, que a Estrela da Manhã escolheria iluminar o caminho para o meu confuso coração
Estava lendo os arquivos do MB e notei que faz tempo que não publicamos resultados de testes. Aí, achei este que a Kami Sal fez em 2004 ou 2005 e eu ainda não tinha feito. O resultado foi:

Que coisa meiga você é?
Logo antes de Lost, eu volto aqui para postar mais uma incrível aventura. Aguardem!!!Marcadores: teste
Postado por
Josei e Kami Sal
às 5:25 PM
|
terça-feira, fevereiro 20, 2007
São dez pra ficar louca, daqui à pouco eu posso pirar
Meu tradicional post sobre nada para esperar acabar Big Brother, Amazônia e Jornal da Globo.
Carnaval praticamente acabou. Só uma coisa é legal (???) nesta época: as vinhetas com marchinhas cantadas pelo Sílvio Santos. Melhor seria se o próprio aparecesse cantando, com o microfone chumbado no peito (como dizem as Garotas que dizem ni). Esta tarde eu chorei de rir, sozinha, imaginando sr. Abravanel cantando a marchinha da mandioca. Huahuahuahuahuahuahuahua!!! Para quem não quer deixar de ouvir estas pérolas do cancioneiro nacional, agora que o Carnaval está no fim, tem este site. Além das marchinhas, têm músicas várias que eu nunca imaginei que Sílvio Santos cantava.
Tenho tido sonhos bem estranhos, pesadelos... Vou contá-los, já que ainda falta mais de uma hora para Lost.
Eu tenho um anjinho de gesso que eu ganhei quando nasci e ele fica pendurado na parede do meu quarto. Dias destes, sonhei que ele tinha entrado em auto-combustão!!!
Na noite seguinte, não foi mais light. Sonhei que uma garota desenhada em uma capa de livro queria me matar. Lógico que ninguém acreditava em mim, até que viram o desenho mexendo os olhos. Eu falei que ia queimar a capa do livro e ia jogar sal.
Outro dia, sonhei que Kami Sal tinha feito uma lista com as coisas que ela odeia em mim. Detalhe: ela estava escrevendo a lista do meu lado!!! Eu fiquei magoada e saí da sala, chorando. Acabamos brigando e chorando.
Na noite passada, eu sonhei com um cara que só vestia vermelho; e outro que só vestia vermelho e preto e ainda colocava um azulejo preto dentro da roupa e da fronha. Ele dizia que isto evitava que o mundo acabasse e queria me convencer a fazer o mesmo, mas eu não quis porque eu achava que se eu colocasse um azulejo na minha fronha, uma barata ia se esconder embaixo dele.
Esta noite eu sonhei que estava indo à pé para a faculdade, de saia e salto alto (é que eu moro tão perto da facul...) e fui atropelada por uma mulher em uma bicicleta. Não aconteceu nada, ela pediu desculpas e eu continuei andando. Só que a mulher surtou e veio atrás de mim, pedindo desculpas desesperadamente, com uma cara psicopata e eu saí correndo. Consegui fugir e entrar no ônibus que tinha a catraca mais complicada que eu já vi. Lembrem-se: eu estava de saia, que é uma que eu tenho na vida real e não é muito propícia a fazer movimentos bruscos sem que fique indecente. Sabe-se lá como, consegui passar pela tal catraca sem maiores estragos. O ônibus estava cheio de caras bonitos de camisa azul (acho que eram os que minha prima falou para mim no sábado).
No entanto, nenhum supera este que vou contar agora, no quesito bizarrice: sonhei que estávamos no kendô e o sensei lago sereno estava bravo, gritando!!! Isto é inacreditável!!! Desenho possuído tudo bem, um sujeito que acha que um azulejo embaixo da roupa pode salvar o mundo é normal, agora o sensei lago sereno gritando.. ISTO NÃO EXISTE!!!
Ainda sobrou tempo... Vou acabar a "faxina" no meu computador. Hoje eu coloquei cada coisa em sua pasta e apaguei arquivos inúteis. Agora há pouco eu descobri que tenho imagens repetidas. Vou aproveitar o tempo para apagar. Até o próximo post!!!

Marcadores: Carnaval, pesadelo, sonho
Postado por
Josei e Kami Sal
às 10:40 PM
|
