terça-feira, março 05, 2024
Hoje eu acordei pensando nesse blog e se ele ainda existia... Entrei no endereço que lembrava e aqui esta ele: vivo e forte. E abandonado há 4 anos... Tadinho.
Às vezes, eu realmente tenho muita vontade de postar aqui, mas fico pensando no que posso escrever ou não. E acabo não escrevendo nada. Pensando bem, poderia reativar isso aqui e escrever sobre dramas que assisto. Não sei se seria viavel falar de pessoas como faziamos nos primordios do blog...
Bom, vamos refletir sobre o assunto...
Também vamos refletir sobre colocar um outro tênis pra usar no trabalho porque já é a segunda vez que a sola cai durante o expediente...
Preguiça de comprar calçados... Marcadores: desabafo, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 10:35 AM

segunda-feira, maio 18, 2020
Depois de quase 4 anos, estou de volta. Blogs estão totalmente fora de moda, mas eu ando com vontade de escrever. Ficar em quarentena tem me dado muitos pensamentos aleatórios e eu fico pensando "isto daria um post no MB".
E o que me deu vontade de escrever hoje foi justamente sobre a quarentena. Estou trabalhando de casa. Cá entre nós, eu sempre quis fazer home office, mas não está sendo exatamente como eu queria... Porque eu achava que isto me daria uma flexibilidade para o bem, assim, poder dormir um pouquinho mais, assistir uma série quando estou meio ociosa... Mas a realidade é que as pessoas perdem a noção de horário de expediente, então chega serviço a qualquer hora, inclusive fim de semana e feriado. Fora de expediente, eu nem ligo o notebook e as pessoas que esperem.
Outra coisa é que eu achei que ficar em casa me faria menos cansada, mas não... Eu estou exausta, mas não é uma coisa física. Não sei explicar o que é. É isto que me deu vontade de escrever hoje. Preciso desabafar meu cansaço. No começo da quarentena, eu estava tendo insônia, ansiedade. Depois, passei a uma certa aceitação. Mas agora parece que eu estou sobrecarregada.
Por hoje, é isto... eu pensei em umas coisas bizarras, mas hoje só quero desabafar mesmo. Quem sabe eu volto outro dia...Marcadores: blogueira desaparecida, desabafo, divagações
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Josei e Kami Sal
às 12:58 PM

segunda-feira, janeiro 26, 2015
Vou confessar uma coisa: todos os dias, eu entro no MB e me sinto culpada por não escrever nele desde novembro. Aliás, não sei se alguém notou, mas pulamos até o aniversário do blog (que foi em 11/12 e ele completou 12 anos)!!! Vida de adulta é mesmo um saco e sempre falta tempo e disposição para postar depois de um dia de trabalho.
Trabalho, ah, o trabalho... Se eu contasse como eu andei estressada vocês teriam dó de mim. Teve uma semana em dezembro que eu PRECISEI sair mais cedo dois dias, porque eu tinha a impressão que ia acabar surtando. Para nooooossa alegria (usando memes antigos), o Natal e o Ano Novo foram feriadões bem prolongados. Para miiiiinha tristeza, eu tive que fazer "presença vip" no trabalho num dos dias em que eu não deveria trabalhar. Assim é a vida de quem tem contas a pagar...
Passei o Natal na chácara que, neste ano, foi alugada para 6 dias. Não, não passei os 6 dias lá. Trabalhei no dia 23, fui para lá na véspera e no dia de Natal. Depois, fiquei na minha casa porque tinha um milhão de artesanatos para terminar, e voltei para a chácara no fim de semana. Aproveitei a piscina, nos dias em que não estava frio, e joguei muito baralho (cacheta, que é o que eu sei jogar).
O Ano Novo, eu passei na casa dos meus pais, vi os fogos, bebi mais do que eu poderia (e o que eu poderia era nada, por causa dos remédios que eu tomo), e fiquei muito emburrada no primeiro dia do ano.
Meu irmão veio passar as festas aqui e nós fomos jogar boliche com nossos primos, fomos à nova cafeteria do shopping e fomos ao
Aí, feriadões acabaram e eu voltei ao famigerado lerê lerê, sem nenhuma expectativa de que algo bom aconteceria. Mas aconteceu algo tão bom que eu fiquei até tremendo de tanta felicidade. Não direi o que foi. Depois, já tive que faltar no dia seguinte para fazer outra endoscopia. Desta vez, não me deram uma dose suficiente de drogas, porque eu não passei o dia todo desmaiada, uma tristeza... E também tive que fazer ultrassom, passei mal por causa da preparação e faltei ao trabalho, de novo. Tudo isto para o médico ignorar tudo o que eu falei e me mandar fazer o mesmo tratamento que eu tenho feito há 3 anos e que não está mais dando resultado. E estes dias tem sido tão estressantes no trabalho que eu fiquei pensando se a piora do meus sintomas não é emocional.
Marcadores: chácara, desabafo, doente, família, Natal, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 3:52 PM

quarta-feira, maio 14, 2014
Se você acha que a vida começa aos 40, tenho más notícias: ela acaba aos 30. Cheguei a esta conclusão estes dias. Aliás, faz mais de um mês que eu mandei um e-mail para a Kami Sal dizendo que eu sentia que não estava vivendo, só existindo. Parece dramático, mas vou explicar como pensei nisto.
Acabou minha disposição. Só de pensar no tanto de coisas que eu conseguia fazer aos 20 e poucos eu já fico cansada. Teve uma época em que eu fazia 2 horas de musculação 4X por semana, 2 horas kendô 1X por semana, faculdade e trabalhos da faculdade, estágio de sexta à noite, aula durante o sábado inteiro, curso de espanhol, era professora voluntária aos domingos de manhã e ainda ia à exibição no domingo à tarde. Tudo isto, à pé ou de ônibus. Hoje em dia, praticamente só saio de carro, trabalho sentada 8 horas por dia, faço 50 minutos de hidroginástica, cochilo na hora do almoço e, à noite, quando chego em casa, só quero dormir. Às vezes, estou tão cansada que não tenho vontade nem de comer. Se eu não posso cochilar na hora do almoço, eu fico acabada o resto do dia. E se eu saio de domingo, eu fico acabada o resto da semana. Aquela eu super disposta de 20 e poucos anos acabou.
Acabou minha paciência para recomeçar. Aos 20 e poucos anos, eu trocava de emprego como quem troca de roupa. Contei para vocês minha trajetória profissional. Agora, tem dias em que eu até penso em prestar outro concurso, ir para outro emprego, mas me dá preguiça só de pensar em começar tudo de novo. A simples troca de departamento já tem sido extremamente estressante para mim e eu queria pular para aquela parte em que eu já sei fazer todo o serviço sem ter que ficar perguntando. Meu ânimo para ser aprendiz acabou.
Acabou minha tolerância com as pessoas. Ela nunca foi muito grande, não, mas ultimamente tem sido pior. Minha tolerância era próxima a zero, agora ela está abaixo de zero. Tudo o que os outros fazem é motivo para eu me irritar. Eu tenho que me controlar muito para não sair por aí, xingando e brigando. Também não tenho mais vontade de conhecer novas pessoas, pelo simples fato de que não tenho paciência para me adaptar a suas manias. Minha sociabilidade que já era pequena acabou.
Então, é isto. O futuro, depois dos 30, é sobreviver por aí, me arrastando pela vida até que um shinigami escreva meu nome em seu death note...
Marcadores: desabafo, mimimi, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 10:42 PM

quinta-feira, janeiro 09, 2014
Como foram de festas de fim de ano? Eu posso dizer com certeza que o Natal de vocês foi bem melhor do que o meu. Eu tive intoxicação alimentar no fim de semana anterior ao Natal (dica: nunca, em hipótese alguma, descongele, recongele, descongele, recongele, descongele e depois coma a comida - ela estraga), mas fui para a chácara no domingo, na véspera e no dia de Natal, ainda doente. A chácara tinha a piscina mais suja que eu já vi na minha vida, ou seja, sem condições de uso. E não tinha wi-fi ou sinal de celular, faltava água de tempos em tempos e faltou luz. Por causa da situação da chácara, todos meus parentes ficaram doentes. Ou seja... Na terça, eu só fiquei entediada e pensando como eu seria feliz se pudesse passar o Natal naquele resort em Gramado onde eu me hospedei no ano retrasado. Na quarta, eu levei um livro e fiquei revezando entre ler e dormir, o dia todo. Isto é que é feliz Natal, hein?
Mas o Natal foi só para coroar o pior mês de dezembro de todos os tempos. Muita, mas muita coisa mesmo deu errado no trabalho. O que ficou claro para mim é que você pode ser um bosta de um funcionário, desde que tenha costas quentes. Mas se você for um bom funcionário, e cometer um erro que seja, você vai ser execrado, inclusive pelos bostas de costas quentes. E os bostas são ouvidos, você, não. Quem mandou não ter QI (quem indica), né?
Por falar em trabalho, tive este emocionante Diálogo em família:
Ah, é, e meu carro começou a fazer barulhos esquisitos. Mas eles pararam assim que o ano acabou, então eu ainda não sei o que aconteceu. Talvez tenha sido só a maldição de dezembro/2013.
O réveillon foi bem mais tranquilo. Passei na casa dos meus pais, meu organismo estava em ordem, então, eu consegui comer bem e beber bebidinhas gostosas.
Estou tentando aprender a cozinhar. Até agora, o que eu fiz ficou bom e eu não incendiei o prédio. Mas a verdade é que, para quem mora sozinha, não compensa ficar cozinhando. Como eu disse no post anterior, as embalagens de ingredientes são muito exageradas.
Mas o ano está só começando e tudo o que eu posso desejar é menos mimimi na vida de todos nós. 
Marcadores: bonita história triste, carro, culinária, desabafo, diálogo em família, doente, família, festa, Natal, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 9:59 AM

sábado, setembro 07, 2013
Voltei!!! Não tive uma overdose de maracujina (isto existe?) depois daquele meu siricotico, até porque eu uso mais como uma muleta psicológica do que eu tomo, mesmo. Mais ou menos assim: "estou um pouquinho ansiosa. Mas eu tenho maracujina, então, se eu me sentir pior eu tomo. Eu nem estou tão mal assim, ainda". E aí que eu acabo não tomando.
O apartamento... Eu jurava que já tinha escrito aqui sobre o dia em que foram fazer o orçamento da cozinha planejada, mas procurei e, pelo jeito, não fiz. Bom, só sei que demorou mais de um mês até eu assinar contrato. E vão demorar mais 3 meses para ficar pronto. Eu também comprei banquetas e um sofá, que já estão lá. As banquetas, eu levei de carro. O sofá chegou no sábado re-retrasado. Eu achei que ia ficar o dia plantada lá esperando, tanto que eu estava levando meu notebook com modem 3G e meus apetrechos de manicure para passar o tempo lá. No fim, quando eu estava saindo de casa, o entregador ligou que já estava no condomínio e que iria embora se eu não aparecesse logo (sim, eles fazem ameaça!!!). Cheguei lá em 5 minutos. Aproveitei a viagem para levar umas coisas que andei comprando, porque o quartinho assombrado, onde eu estou estocando minhas coisas, já estava lotado. E agora, está lotado, de novo, porque depois disto, já comprei o jogo de panelas e uma televisão.
Mas sabe qual é a parte ruim da coisa toda? É aguentar comentário maldoso. Para chegar comprar o apartamento, eu vou completar bodas de prata com o banco, e, para mobiliá-lo, eu passei um ano sendo econômica para guardar dinheiro. Aí, nego fala como se eu tivesse conseguido por meios ilícitos. Também fazem comentários maldosos sobre a viagem que eu fiz no ano passado. Será que vou ter que distribuir gatinhos aos parentes, para eles cuidarem de todas as 7 vidas do bichinho e pararem de cuidar da minha?
Falar de mim é fácil, quero ver quem quer sair da sala para beber água e ver que tem um caixão na escadaria do seu local de trabalho. Pois eu vi. E eu também fico com barulho de carro de som na cabeça, porque todo mundo ama fazer manifestação em frente ao meu trabalho. E não consigo me desligar nunca, porque falam do meu local de trabalho na TV e nos jornais quase todos os dias. Ainda estão achando que eu ganho dinheiro fácil?
Ah, e teve aquele dia, também, em que eu estava indo para o trabalho e tinha um mendigo bêbado no ônibus. Aí, ele ficou falando de mim para os outros passageiros. O que, eu não sei, porque estava de fone, mas ele ficava falando e apontando para mim. Eu estava num dia "ótimo", sentindo os efeitos colaterais dos 3 remédios que estou tomando por causa de uma sinusite, o que, no fim das contas, não era tão ruim quanto ter passado 3 dias com tanta dor de cabeça e no rosto que eu não conseguia nem pensar.
Enfim, apenas minha vida sendo minha vida. Espero estar menos mimimi no meu próximo post...
Marcadores: apartamento, bizarrice, desabafo, família, gente chata, IVCH, mimimi, ônibus
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Josei e Kami Sal
às 4:29 PM

terça-feira, agosto 20, 2013
Eu passo tempo demais aguentando as coisas, guardando sentimentos, até que um dia... bum!!! Explode. Aí, as pessoas ficam "nossa, mas ela surtou só por causa disto?" E na verdade, o "isto" foi só a gota d'água que fez tudo transbordar. Foi o que aconteceu estes dias, no meu horário de almoço, em casa, sobre questões do trabalho. E eu chorei, chorei, chorei, não conseguia parar. Gritei, falei um monte de coisas que eu sinto há muito tempo e outras que eu falei só no calor do momento. Mas eu tinha que voltar para o trabalho. Cheguei com a cara inchada, inventei uma desculpa para uma pessoa, outra pessoa me conhece bem até demais para acreditar na desculpa esfarrapada que eu dei, mas só conversou comigo sobre isto no dia seguinte, quando estávamos a sós.
O que ficou de tudo isto foi que: eu agora ando com um vidro de maracujina na bolsa (devia ter comprado comprimido, que é mais prático e discreto); a explosão tirou parte do peso que eu estava sentindo e agora eu estou mais calma e tenho até dormido melhor; eu aprendi que ser proativa, ao contrário do que dizem por aí, é uma tremenda cilada, então, não tentem fazer isto em casa.
Minha mãe fala que eu não devo me afetar tanto por questões de trabalho, afinal é só trabalho. Mas, lembram quando eu fiz a continha sobre o tempo que eu passava trabalhando/indo/voltando? Então, é mais de 1/3 do meu dia que eu passo neste contexto. Ou seja, eu praticamente não tenho vida fora disto. Como não deixar o trabalho me afetar? Eu passo mais tempo com pessoas do trabalho do que com a minha família. Como não me envolver emocionalmente com elas?
Enfim, eu tenho tentado. Mas hoje eu já comprei briga alheia, de novo. Mas só porque foi briga de alguém que já comprou briga minha. Pelo menos, um grande problema que me levou à crise foi resolvido hoje. Espero ter um pouco de sossego daqui para frente.
Marcadores: desabafo, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 7:10 PM

quinta-feira, agosto 08, 2013
Já faz quase um mês que eu não falo sobre a minha vida aqui. A verdade é que pouca coisa que eu pudesse postar aconteceu. Eu bati todos os meus recordes de falsidade na véspera do meu aniversário, mas meu estômago, este meu órgão emocional, se rebelou contra isto. Também venci o preconceito contra fazer enxoval, até porque minha cama vai precisar de lençóis. Aliás, eu pensei no quão bom seria se eu pudesse ficar em casa bordando monograma em fronhas, porque estou ficando tão estressada com coisas do trabalho que eu tenho sonhado com explosões e guerras. Isto quando eu consigo dormir e não tenho que virar a noite lendo para distrair o cérebro e não surtar.
Mas eu tive uma epifania sobre como acabar com o estresse, em um Diálogo em família:
Marcadores: desabafo, diálogo em família, nada, reflexões inúteis, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 8:34 PM

sexta-feira, junho 28, 2013
Comecei a semana virada do avesso de cólica; teve greve de ônibus; encontrei todos os exus possíveis; levei esporro do meu pai, sem motivo, logo de manhã; minha encomenda fica passeando pela cidade todos os dias e nunca é entregue; tive uma discussão surreal com a minha mãe por causa de compra de fogão e geladeira; agora, estou com sintoma de ansiedade. Tá bom ou quer mais? Como meu irmão levou a maracujina embora (porque era dele), vou postar para ver se melhoro.
Eu vou e volto do trabalho à pé, todos os dias. Na ida, eu faço trajeto bairro-centro e, na volta, óbvio, sentido centro-bairro. Todos os dias, quando estou indo, vejo o trânsito congestionado no sentido bairro-centro, o que faz sentido, já que a maioria dos locais de trabalho ficam no centro ou na Asa Única, caso em que as pessoas têm que atravessar o centro, se saírem do meu bairro. O que eu não entendo é que, quando volto para casa, horário em que a maioria das pessoas também sai do trabalho, o congestionamento também é no sentido bairro-centro. Isto me deixa muito intrigada...
Dia de Santo Antônio passou, achei uma medalhinha folheada a ouro no meu bolo. No dia seguinte, estou esperando o ônibus e quem surge? Rachid. Ainda mais abusado. Chegou querendo dar beijinho no rosto. Gente, se vocês soubessem como eu odeio gente estranha encostando em mim... Dei um passo enorme para trás. Ele chegava perto e eu andando de costas pela calçada. Meu ônibus chegou logo, mas ele também entrou. Sentei num banco escondido, coloquei os fones e fiquei de cabeça baixa. Cheguei ao trabalho e falei que precisava não de uma medalhinha de Santo Antônio, mas de uma medalhinha de São Jorge, para me livrar dos dragões.
Por falar em dragões, assisti o filme "Quero matar meu chefe", um dia em que a operadora de TV a cabo ficou boazinha e liberou os Telecines e HBOs para os reles mortais. Logo no começo do filme, um incauto funcionário está levando um esporro daqueles porque chegou 2 minutos atrasado. E ele era um funcionário que sempre chegava mais cedo e não reclamava de ficar um pouco mais. Eis que eu me recordo de um fato de quase 4 anos atrás (agora já passou bastante tempo, eu já posso contar e até rir do ocorrido): cheguei ao Aquária adiantada, como fazia todos os dias, e sentei no refeitório para tomar um cafezinho e conversar com Chefe 1. Quando vimos, já eram 8h. Subimos para a sala e chegamos às 8:02, ou seja, 2 minutos atrasados. Levamos um esporro homérico de Chefe 3, junto com meus outros colegas, que chegaram ainda mais atrasados, e ela ainda informou o superior dela sobre isto. Na hora, eu fui para a copinha para tomar água lentamente e me acalmar, antes que eu perdesse a boa de vez e pedisse exoneração. Mais tarde, o esporro virou a piada do Aquária, porque todo mundo ficou sabendo e achou a reação de Chefe 3 desproporcional. Enfim, quando eu assisti a cena no filme, na hora eu me identifiquei.
Marcadores: coisas que não entendo, desabafo, família, gente chata, greve, mimimi, neura, ônibus, televisão, trabalho
Postado por
Josei e Kami Sal
às 8:26 PM


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