segunda-feira, janeiro 26, 2015
Vou confessar uma coisa: todos os dias, eu entro no MB e me sinto culpada por não escrever nele desde novembro. Aliás, não sei se alguém notou, mas pulamos até o aniversário do blog (que foi em 11/12 e ele completou 12 anos)!!! Vida de adulta é mesmo um saco e sempre falta tempo e disposição para postar depois de um dia de trabalho.
Trabalho, ah, o trabalho... Se eu contasse como eu andei estressada vocês teriam dó de mim. Teve uma semana em dezembro que eu PRECISEI sair mais cedo dois dias, porque eu tinha a impressão que ia acabar surtando. Para nooooossa alegria (usando memes antigos), o Natal e o Ano Novo foram feriadões bem prolongados. Para miiiiinha tristeza, eu tive que fazer "presença vip" no trabalho num dos dias em que eu não deveria trabalhar. Assim é a vida de quem tem contas a pagar...
Passei o Natal na chácara que, neste ano, foi alugada para 6 dias. Não, não passei os 6 dias lá. Trabalhei no dia 23, fui para lá na véspera e no dia de Natal. Depois, fiquei na minha casa porque tinha um milhão de artesanatos para terminar, e voltei para a chácara no fim de semana. Aproveitei a piscina, nos dias em que não estava frio, e joguei muito baralho (cacheta, que é o que eu sei jogar).
O Ano Novo, eu passei na casa dos meus pais, vi os fogos, bebi mais do que eu poderia (e o que eu poderia era nada, por causa dos remédios que eu tomo), e fiquei muito emburrada no primeiro dia do ano.
Meu irmão veio passar as festas aqui e nós fomos jogar boliche com nossos primos, fomos à nova cafeteria do shopping e fomos ao
Aí, feriadões acabaram e eu voltei ao famigerado lerê lerê, sem nenhuma expectativa de que algo bom aconteceria. Mas aconteceu algo tão bom que eu fiquei até tremendo de tanta felicidade. Não direi o que foi. Depois, já tive que faltar no dia seguinte para fazer outra endoscopia. Desta vez, não me deram uma dose suficiente de drogas, porque eu não passei o dia todo desmaiada, uma tristeza... E também tive que fazer ultrassom, passei mal por causa da preparação e faltei ao trabalho, de novo. Tudo isto para o médico ignorar tudo o que eu falei e me mandar fazer o mesmo tratamento que eu tenho feito há 3 anos e que não está mais dando resultado. E estes dias tem sido tão estressantes no trabalho que eu fiquei pensando se a piora do meus sintomas não é emocional.
Marcadores: chácara, desabafo, doente, família, Natal, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 3:52 PM

sexta-feira, dezembro 28, 2012
Hipótese 1: o mundo acabou no dia 21. Eu sempre fui má, então estou no inferno. Hipótese 2: o avião em que eu estava caiu. Eu sempre fui má, então estou no inferno. Muito calor, muitos fatos assustadores, muita gente chata, muita dor de cabeça. Pessoa recomenda um remédio e diz para tomar cuidado, que é muito forte, ela toma só meio. Eu tomo um inteiro. Não chega nem perto de sumir com a minha dor de cabeça que, só para fazer charminho, ainda vem acompanhada de enjoo.
Bom, esta é minha vida, ou minha pós-vida. Mas eu não vim aqui só para reclamar. Vim também para falar do Natal e eventos natalinos.
Bizarrelândia tinha potencial para se focar no turismo natalino, mas perdeu a chance. Neste ano, eu vi a chegada do Papai Noel na estação de trem e a casinha do Papai Noel. E só. Não tem mais a parada, nem a decoração da empresa de energia elétrica, nem a casa superdecorada. Uma pena...
O Natal em família foi na chácara que mal tem cadeiras (juro que estou tentando não ser reclamona durante todo o post, mas as circunstâncias não colaboram). Passei muito tempo na piscina e joguei bingo. Ganhei umas coisinhas para o meu projeto de 2013/2014, sobre o qual falarei no momento oportuno. Meu tio se vestiu de Papai Noel e a minha tia de Mamãe Noel. Achei muito fofo. Lembrou os Natais da minha infância. Um visitante não convidado também participou da festa: um enoooorme sapo. (aqui ficaria alguma coisa engraçadinha que eu pensei naquela hora, mas eu esqueci logo na manhã seguinte) Ninguém mais me pergunta dos "namorados", nem do amante secreto que supostamente viajou comigo, até porque agora todos perceberam que a minha geração da família tem o maior dedo podre para escolher cônjuge, então, eles me acham uma pessoa sensata por ficar solteira.
Encerrando os eventos natalinos do ano, teve o pós-Natal do kit, que é meu tipo de festa: pouca gente, sem música ruim.
Agora, eu posso voltar a reclamar, né? Coisa que mais odeio no fim do ano é este espírito de confraternização entre as pessoas. Não porque eu sou uma pessoa do mal, que quer ver as pessoas brigando. É porque é muita falsidade abraçar e desejar coisas boas para uma pessoa a quem você só desejou que tivesse uma morte lenta e dolorosa durante o ano. E receber abraços de quem só te fez mal durante o ano todo. Eu pularia este "espírito natalino" forçado e ficaria só com os desejos sinceros, as comidas gostosas e os presentes. (reclamar de falsidade é tão 17 anos...)
Marcadores: animais, chácara, desabafo, divagações, família, festa, kit, mimimi, Natal, tristeza
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Josei e Kami Sal
às 8:07 PM

quarta-feira, dezembro 14, 2011
E aí que no fim de semana seguinte ao Anime Union, o evento otaku sobre o qual eu falei no meu post anterior, eu fui para uma chácara. Na vera, foi a "chácara" da qual eu falei neste post. Passei o sábado lá, com uma saidinha rápida para levar minha mãe a uma reunião e, enquanto eu a esperava em casa, fiz as unhas. Voltei para a chácara e, mais tarde, fui dormir em casa. No dia seguinte, fui trabalhar no concurso do qual eu era um membro da comissão organizadora, depois, eu voltei para a "chácara".
Sabem a grande coincidência? Dois anos atrás, quando nós fomos para esta mesma "chácara", eu fui prestar a segunda fase do concurso para trabalhar no Teto Convexo. Olha como as coisas mudaram em 2 anos: prestar concurso do Teto Convexo X ajudar a organizar concurso do Teto Convexo; penar para ir de ônibus para a chácara X ir para a chácara no meu carro.
No sábado, na minha breve ida para casa para levar minha mãe, aconteceu uma sucessão de eventos que poderiam causar (e um causou mesmo) grandes mal entendidos. Tudo começou com uma garrafa de vodka que meu pai pediu para levar e minha mãe colocou no assoalho do carro, no lado do passageiro. Enquanto eu manobrava o carro para sair da garagem, percebi que a garrafa tombou, mas nem liguei. Assim que parei o carro na frente de casa, para esperar minha mãe, fui levantar a garrafa e vi que ela estava aberta e que todo a vodka estava esparramada no tapete do carro. Minha mãe trouxe um pano para enxugar, mas ficou aquele cheiro de vodka. Se um guarda me parasse, ia achar que eu tinha bebido.
Bom, mas não podíamos voltar para a chácara sem a vodka, então passamos no mercado para comprar outra garrafa. Minha mãe estava com um bolo confeitado no colo, então não podia sair. Ela pediu para eu travar o carro com ela dentro. Cheguei ao fim do estacionamento e o alarme disparou. Volto eu correndo até uma distância em que pudesse desarmar o alarme. Como já disse, minha mãe estava com um bolo confeitado no colo e, como eu ainda não disse, estava um calor tremendo, ainda mais dentro do carro estacionado ao sol. Então, entrei correndo no mercado, sem trocar os óculos escuros pelos óculos de grau, peguei a vodka e corri para o caixa. Ainda demonstrei impaciência quando vi que a mocinha do caixa ainda ia trocar o dinheiro para dar o troco para o senhorzinho que estava na minha frente. O senhorzinho ficou olhando para mim com cara de "Deus salve sua alma", como se eu fosse uma alcoólatra em abstinência.
Depois de tudo isto, ainda fiquei com queimadura de sol em forma de faixa, com uma falha branca no meio, nas duas pernas, por dirigir num dia de sol de lascar. Engraçado que eu tinha passado um bom tempo lagartixando no sol, com as pernas besuntadas de bronzeador, e não tinha pego nem uma corzinha. Aliás, meu "bronzeado" ficou todo esquisito, com manchas em algumas áreas, brancura em outras, coisa mais linda. Preciso começar a pensar nas posições em que vou ficar quando estiver exposta ao sol...Marcadores: carro, chácara, família
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Josei e Kami Sal
às 8:31 PM

terça-feira, julho 19, 2011
Meu primeiro post no MB depois de eu ser atualizada para a versão 3.0. Posso garantir que estou bem melhor do que quando me atualizei para a versão 2.0. Naquela época, eu estava desempregada, sem um tostão no bolso e totalmente perdida sobre o que eu ia fazer da vida. Nem sobre a faculdade eu tinha decidido ainda!!! De lá para cá, foram muitos ajustes, tentativas, erros e mudanças até chegar ao que sou agora. Ainda tem muito para ser aprimorado, mas para o momento está bom.
Ah, eu gostaria de agradecer pelo post, pelos comentários, presentes, mensagens em redes sociais e tudo o mais. Muito obrigada!!! Eu achei legal o sui generis. Normalmente, eu me chamo (e os outros me chamam) de maluca, bizarra ou esquisita. Sui generis é mais elegante.
No dia do meu aniversário, eu acordei pensando que seria legal se tivéssemos folga no dia do aniversário. No fim, até que foi divertido trabalhar naquele dia. Tive que ciceronear uns empresários pelo prédio e todos os colegas vinham me cumprimentar. Almocei com as MSNTC na lanchonete do velho que tinha um sítio ia-ia-ô, depois nós fomos ver esmaltes. À tarde, uma esteticista foi ao Teto Convexo fazer limpeza de pele grátis na mulherada e eu aproveitei para passar meu aniversário de 30 anos com carinha de 29.
Minha madrinha de crisma faz aniversário só um dia depois de mim, mas ela quis comemorar só no domingo, na chácara dela. A chácara fica num distrito que não está no google nem na wikipédia, então é capaz que nem exista de verdade, e para lá, tem que passar por dentro de Ar e Árvore. É um lugar bonito, com rio e tudo, mas sem muito o que fazer. Não pega celular, então não deu nem para ficar na internet. No caminho, tem campos de girassóis, a coisa mais linda. Olhando para os girassóis, eu lembrei do Hamtaro e fiquei cantarolando a música de abertura na minha cabeça.
Marcadores: aniversário, chácara, família, festa
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Josei e Kami Sal
às 8:07 PM

terça-feira, junho 14, 2011
Amanhã é o dia em que eu retorno ao trabalho, então, hoje eu vou cumprir a tradição advinda dos primeiros anos escolares e escrever sobre minhas férias.
Lembram quando eu disse, no primeiro dia, que não estava muito à vontade com as férias, não estava acostumada e tudo isto? Não lembra? Então, releia aqui. Lembrou agora? Então. Já no segundo dia, eu estava totalmente adaptada a rotina de não ter que acordar cedo, de assistir TV, de jogar wii e ficar morgando na frente do computador. Na sexta-feira da primeira semana, quando eu saí para fazer compras e a luz do sol irritou meus olhos, eu notei que não punha a carinha na rua desde o último dia de trabalho, uma semana antes.
No domingo, eu fui almoçar em uma chácara com colegas dos meus pais que eu nem conhecia (os colegas, não meus pais, óbvio) e vi filhotinhos de cachorros. No caminho para casa, já no meu bairro, vi uma pessoa passeando com um cachorro em uma coleira e uma cabra em outra. Voltei para casa, me arrumei e fui jogar boliche com os meus colegas do Teto Convexo. Descobri, de maneira constrangedora, que treinar boliche no wii não melhora as habilidades para jogar boliche real.
No boliche, a dorzinha incômoda no quadrante inferior direito da minha barriga que eu estava sentindo desde sexta piorou. E foi aí que minhas primeiras férias EVER começaram a degringolar. Cheguei em casa e descobri que a dorzinha, que já tinha virado dorzona, tinha digevoluído para uma forma física, oval, do tamanho de um ovo de pata, e muito vermelha. Meus pais me levaram para o pronto atendimento do convênio, o médico receitou antibiótico, uns remédios na veia e disse que era só superficial. Como não seria a minha vida se não acontecesse nada de atípico, a enfermeira achou meu esmalte bonito e nós ficamos falando sobre isto enquanto ela enfiava uma agulha na minha veia.
Três dias de remédio, compressa e repouso, e nada do meu digimon diminuir. Procurei outro médico, que manteve o que eu já estava fazendo e disse que eu devia procurar um dermatologista na sexta-feira (a segunda das minhas férias) para furar o ovodepatamon. Foi o que eu fiz, muito inocente achando que um furinho resolveria meu problema. Como diria Xuxa "ahã, Cláudia, senta lá". O dermato olhou para o ovo-de-pata-mon e disse para eu ir correndo para o outro P.A. do convênio, que meu caso era cirúrgico.
O post tinha ficado grande demais, então, eu publico a continuação amanhã.
Marcadores: chácara, doente, férias
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Josei e Kami Sal
às 9:21 PM

terça-feira, janeiro 04, 2011
Nossa, só agora vim dar as caras de novo... Apesar de só estar trabalhando meio período neste começo de ano, cada dia eu arrumo uma coisa diferente para fazer e acabo sem tempo de postar.
Em 2010, eu fui para um emprego melhor, virei chefe substituta, tirei carta, comecei MBA e comprei um carro. Para mim, 2011 vai ter que comer muito arroz com feijão e farinha para superar 2010...
Bom, mas vamos as farras de fim de ano, que acho que é isto que vocês esperam de um post de começo de ano:
Uma semana antes do Natal, fui com meus pais, alguns parentes e uns amigos da família à uma chopperia/pizzaria. Não estava nos meus planos ir, mas até que foi divertido.
No último dia de trabalho antes do Natal, alguns colegas do Teto Convexo e eu fomos a uma churrascaria. Muito bom!!! E nós aproveitamos para colocar a conversa em dia, já que trabalhamos em departamentos diferentes e não temos muitas oportunidades de
Aí, chegou o Natal. Fomos para uma chácara. Primeiro dia, OK. Fiquei na piscina quase o dia todo, à noite teve amigo secreto e tudo bem. No segundo dia, 25 de dezembro, eu não podia entrar na piscina, estava meio chovendo, mas eu ganhei no bingo familiar seis vezes e achei que estava tudo certo. Depois daí, o negócio começou a degringolar de tal maneira que eu desejei passar todos os meus próximos Natais sozinha em casa. No último dia de chácara, choveu muuuuuito e eu fiquei entediada. Pior, a cada adversidade, tocava no meu cérebro o refrão de um jingle de uma propaganda de peru: "isto é que é feliz Natal". Até meu cérebro me sacaneia...
Eu tinha planejado ir à casa da Kami Sal para um pré-Natal, mas como andava chovendo muito e Bizarrelândia vira um projeto de parque aquático quando chove, só fui depois. Foi bem legal.
E aí, chegou o Reveillon, que foi na minha casa e foi tranquilo. Aquilo de sempre: beber, comer, beber, ver os fogos, beber, conversar, beber, fazer simpatias estranhas, beber... No dia seguinte, meu fígado sentiu o impacto das 7 uvas que eu comi na festa. Uva é um veneno para o fígado...
Neste ano, o Natal chegou tão rápido que não deu tempo nem de fazer o tour natalino. Só fui ver a chegada do Papai Noel ao centro da cidade e a decoração da companhia de luz, com a queima de fogos mais maravilhosa ever.
Bom, isto é tudo que eu tinha para dizer no momento. Espero que todos tenham um maravilhoso 2011 e continuem com a gente aqui no Mundo Bizarro.
Marcadores: chácara, chuva, comemoração, família, festa, Natal
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Josei e Kami Sal
às 1:47 PM

sexta-feira, dezembro 17, 2010
Assim está meu fim de ano: fiz duas provas da pós na semana passada, estou de férias, mas ainda tenho trabalho para entregar. Teve confraternização do meu trabalho, onde exibiram a mensagem de fim de ano que gravaram com os funcionários. Aliás, esta mensagem de fim de ano passa no canal do Teto Convexo e espero que nenhum de vocês tenha me visto nele. Minha mãe achou que eu fiquei muito bem, mas ela é minha mãe. A raison d´etre do Teto Convexo está em recesso e nós, os funcionários, estamos trabalhando só meio período, o da manhã, que me daria tempo para fazer o trabalho da pós que eu tenho que entregar, mas ando com muita preguiça.
Teve um dia que eu arrisquei minha vida por um CD dos Engenheiros do Hawaii. Não que eu teria feito isto se soubesse do risco. Eu saí do trabalho e passei na loja estadunidense para comprar o tal CD. Quando ia sair da loja, vi que estava chovendo muito e as ruas tinham virado rios. Esperei quase uma hora dentro da loja, até que fosse possível enfrentar a enxurrada. No dia seguinte, eu soube que a chuva tinha destruído parte da cidade e teve até consequências trágicas.
Eu vi um palhaço dirigindo um carro pela cidade. Olha, motorista palhaço eu já vi aos milhares, agora, palhaço motorista foi a primeira vez...
Passei o final de semana retrasado numa chácara. Engraçado que quando eu estava lá, eu tentava lembrar o que tanto eu escrevia para fazer post só sobre isto, porque, né, o negócio meio que se resume a "fui para lá - a chácara era legal - fiquei na piscina - voltei queimada". Não me parece assunto para um post inteirinho. Desta vez, no sábado à tarde, eu não conseguia mais deter meu instinto antissocial, então, deitei no carro, fiquei ouvindo música no meu mp4 e internetando pelo celular. Na segunda-feira, quando voltei ao trabalho com a pele toda queimada, me perguntaram se eu tinha ido para Pinheiral.
Estou chegando à conclusão que as pessoas só ligam para o meu celular quando NÃO querem falar comigo. O dito cujo nunca toca, mas bastou ficar desligado ou com a bateria descarregada que, quando eu o ligo, aparece a mensagem que ligaram para mim. Estou achando que as pessoas escolhem ligar para mim quando não vão conseguir falar comigo.
Marcadores: celular, chácara, chuva, férias, festa, pessoas estranhas, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 9:20 PM

segunda-feira, janeiro 11, 2010
Quase duas semanas sem postar… Todo dia, chego do lerê lerê e fico estudando para a prova teórica para tirar 
Começa com o Natal. Como se tornou tradição, fomos para a chácara e, como também se tornou tradição, a arrumação do carro me lembra Férias Frustradas: falta espaço no carro, coisas somem e, no fim, vamos cercados por bagagem por todos os lados. A chácara era linda. Até criação de calopsita (por que eu sempre acho que calopsita é um tipo de lagarto?) tinha no lugar. No primeiro dia não pude nadar, então li um livro sobre um assassinato ocorrido na véspera de Natal (bem apropriado) e joguei joguinhos no celular. Depois choveu horrores e o lugar era muito aberto, não tinha onde se esconder bem de uma chuva de vento, a não ser nos quartos. Eu fiquei mal humorada. Na noite de Natal, eu estava com tanto frio que, em vez de usar a roupinha bonitinha que comprei para a ocasião, usei as "roupas de emergência": calça de moletom e blusinha pólo. Mas, como era Natal, usei os acessórios e completei o visual com a sandália que eu tinha levado para usar com a roupa nova. Apesar de, em outras combinações, as peças ficarem muito bem, usadas juntas elas me deram um visual "campanha-do-agasalho/Esquadrão-da-Moda-me-ajuda". Tudo bem, porque eu só fui socializar mesmo depois da meia-noite, até então eu estava invisível. A chácara acomodava, nos quartos e com conforto, 15 pessoas. Estávamos em 50. Consegui dormir em um quarto em vez de na varanda, porque arrumei minha cama (aka "colchão inflável") horas antes da hora de dormir. No dia seguinte, Natal propriamente dito, fiquei na piscina, mostrei meu lado cruel (na verdade, eu só fui sincera, mas me chamaram de má. Vai entender...) e voltei para minha casinha.
O Reveillon foi na minha casa, com muito menos gente, muito mais bebidinhas e fogos lindos de vários lugares da cidade. Aproveito este parágrafo para fazer uma confissão: eu não sei o que dizer quando cumprimento as pessoas pelo aniversário ou passagem de ano. Eu sou uma "retardada social"(Grey's Anatomy*). É por isto que, em vez de telefonar no dia do aniversário, eu prefiro mandar cartão virtual. (*pronto, confessei*)
Marcadores: chácara, família, festa, Natal
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Josei e Kami Sal
às 6:35 PM


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