domingo, dezembro 02, 2012
Sabe o que eu percebi? No meu post sobre o tour Gramado-Canela, eu esqueci de mencionar 2 lugares: a loja-museu de chocolates e o Museu de Pedras. Os nomes são auto-explicativos. O que se destaca no primeiro, além das tentações da loja, são um enorme coelho de chocolate e um museu bem bacana que conta a história do chocolate, com bonecos em tamanho natural. O museu de pedras tem, além das pedras preciosas, uma escultura do Jack e da Rose de Titanic, uma águia linda e um carrinho de minerador onde os turistas tiram foto. Como eu fui forever alone, eu pedi para um desconhecido tirar uma foto minha no carrinho.
Agora já posso contar sobre meu último dia em Gramado. Cronometrei para ter tempo de aproveitar meus últimos momentos lá. Acordei, tomei café da manhã e fui para a piscina. Estava uma delícia, até chegarem umas crianças estridentes. Tudo bem, já estava mesmo na hora de subir para o quarto e tomar banho para ir almoçar.
Depois do almoço, fui para o centro da cidade procurar uma bolsinha para levar as compras que não iam caber na minha mala (sim, eu comprei este tanto) e para me despedir da cidade, especialmente da Rua Coberta, onde passei tantos momentos da viagem. Comecei a lembrar o que deixei para trás quando entrei de férias, as questões do trabalho, e fiquei triste. Comprei uns bombons de licor e fui para o hotel.
Arrumei minha mala, me arrumei e fiquei tristemente sentada na cama, comendo bombons e pensando que não queria encarar a realidade, que eu queria ficar lá mais um pouco, ou que tudo estivesse resolvido quando eu voltasse para casa.
A van da agência de turismo foi me buscar para me levar até o aeroporto de Porto Alegre. Foi mais muvuquento do que a minha ida, então, quando entrei no avião, esqueci de desligar o celular que estava dentro da minha bolsa, a qual eu já tinha colocado no compartimento de bagagem. Pronto, achei que meu celular causaria uma catástrofe aérea. Ainda mais porque passamos por uma área de instabilidade e o avião chacoalhou. Tentei ser racional, lembrei de uma matéria falando que um celular não é capaz de derrubar um avião, mas não estava funcionando, então eu fiquei ouvindo música para me distrair e esquecer que estava chacoalhando a 11 mil metros do chão.
Chegamos à São Paulo em cima da hora do meu embarque para cá. Para ajudar, eu fui para o lado errado. Para ajudar mais ainda, tinham mudado o portão de embarque do que estava pertinho de mim para um dos últimos do segundo andar do aeroporto. Saí, elegantemente, correndo, com medo de perder meu voo. Embarquei e para a miiiiiiinha alegria, tinha 2 molequinhos insuportáveis bem na minha frente. E os molequinhos tinham pais bananas, que não ensinaram que não se deve gritar nem pular nas poltronas do avião. Como o voo estava quase vazio, peguei minhas coisas e fui sentar longe dos pestinhas, causando uma série de olhares desaprovadores de outros adultos com crianças do voo, como se eu estivesse errada. Na minha nova poltrona, me veio outro pensamento nada agradável: se o avião caísse, eu não seria reconhecida, porque não estava na poltrona onde deveria estar. Mas ser enterrada como indigente era melhor do que aguentar aquelas pragas, então, viajei em paz no meu novo lugar.
Quando cheguei a Ar e Árvore (voltando a usar nick de lugar), um dos pestinhas do voo queria subir na esteira das malas. Aí, um homem foi retirar sua mala, acertou no pestinha (acidente?) e ele caiu sentado. Desculpaê, mas eu ri... Meus pais estavam me esperando no aeroporto e eu voltei para a casinha falando mais do que a boca, contando minhas aventuras. Pinkinininha e Pinguina deitaram comigo na minha cama e ficaram fazendo carinho em mim até nós 3 dormirmos. Coisa mais fofa deste mundo!!! Fim.
Eu criei um álbum com algumas fotos da viagem. Quem quiser ver, estão aqui
Marcadores: celular, família, férias, gatos, gente chata, mimimi, neura, paranóia, susto, tristeza, viagem
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Josei e Kami Sal
às 9:58 AM

sexta-feira, setembro 07, 2012
Já falei num post que, às vezes, eu falo demais. Falo o que não devia. Para quem não devia. Eu li um livro que algum dia entre hoje e o dia em que o Brasil estiver preparado para a Copa estará na Sexta de Livros, em que a protagonista é como eu. Mas eu tenho dois agravantes: 1)ela fala porque acha que está prestes a morrer num desastre aéreo e por isto nada do que eu disser vai ter consequência, eu não estou nesta situação. 2)eu sei exatamente quem é a pessoa para quem eu estou falando e que eu não devia falar certas coisas, ao contrário dela, que fala na inocência. Mas eu falo, porque eu passei muitas vezes na fila do sarcasmo e acabei perdendo a distribuição de noção.
E vocês sabem como é minha vida. Acontecem umas coisas que só em filme ou série de comédia. Quando eu conto, eu fico pensando se as pessoas acreditam ou acham que eu sou uma grande mentirosa. Mas, vejam bem, olha só o que me aconteceu dia destes, quase no portão de casa: eu senti alguma coisa caindo em mim, do nada e era um ovinho um pouco menor do que um ovo de codorna. Achei estranho, entrei em casa e fui cuidar da minha vida. Umas 2 horas depois, eu ouço um barulhinho e noto que meu brinco não está na orelha. Achei a tarrachinha no chão do quarto, mas não o brinco. Andei pela casa e nada do brinco. Mais meia hora depois e eu tenho uma intuição de que o brinco estava na calçada. Saí e ele estava ao lado do ovinho.
Aí, ontem eu estava olhando esmaltes, uma mulher se aproxima de mim com 2 esmaltes vermelhos de tons diferentes e pergunta "qual destes esmaltes é mais vermelho periguete?" Peguei os 2, analisei como especialista (em esmaltes, não em periguetismo) e escolhi um. Ela explicou que foi a filha dela que pediu um esmalte vermelho bem periguete.
Neste ano, eu fui à Parada da Diversidade. Eu fui a quase todas, menos no ano passado, porque eu estava em um aniversário. Antes da parada, no mesmo lugar, teve um encontro de tropeiros. Aí, vejo peões em seus cavalos de um lado e drag queens de outro, o que meu cérebro faz? Junta as duas cenas e começa a tocar, na minha cabeça, "Cowboy viado". Eu queria ter visto o show das drag cover da Beyoncé e das empreguetes, mas já era meio tarde, eu estava cansada e ainda tinha que ir trabalhar na segunda, por isto, eu tinha que descansar.
Na Parada, tinha um grupo de jovens religiosos distribuindo "abraço grátis". Eu entrei em pânico. Eu sou gentofóbica, não gosto nem de falar com estranhos, quanto mais abraçar... Fiquei fugindo deles, o que nem foi tão difícil, visto que eu era só uma em uma multidão de 40.000 pessoas.
Eu sou antissocial, como vocês sabem e, se não sabiam, descobriram no meu parágrafo anterior. Meu celular toca coisa de umas 2 vezes por mês. Sério. Numa tarde destas, ele tocou 4 vezes em menos de meia hora. O que acontece com o celular de uma antissocial quando ele resolve tocar mais do que o normal? Pane. Começou a tocar sem ter chamada. Eu desliguei. Ele tocou desligado. Voltei a ligar e ele deu sinal de mensagem sem ter mensagem. Pobre celularzinho...
Marcadores: bizarrice, celular, livros, nada, pessoas estranhas
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Josei e Kami Sal
às 10:18 AM

segunda-feira, julho 25, 2011
Tecnologia é uma coisa linda e eu adoro. Mas, às vezes, gera situações bem bizarras. Tive que trocar meu amado celularzinho com tecladinho qwerty porque, depois de 2 anos de uso, apesar de ainda tirar fotos, tocar mp3, ter internet wap, enviar mensagens, gravar vídeos e cortar batatas-palito com perfeição, ele parou de fazer ligações. Mas quem é que precisa de um telefone que faz ligações, né? Bom, eu preciso... E aí, troquei meu celular por outro que tira fotos, toca mp3, tem internet 3G, envia mensagens, grava vídeos, tem GPS, é touch screen mas tem teclado qwerty e corta batatas-palito com perfeição. No meu primeiro dia de celular novo, precisei mandar um sms urgente para a Kami Sal, coisa de vida ou morte, o futuro da humanidade dependia daquele sms. Tá, era só uma fofoquinha. Só que a Kami Sal TINHA que saber. Foi quando eu me lembrei de um fato trágico: eu ainda não tinha importado todos os meus contatos para o celular novo. Após segundos de puro desespero, lembrei que tenho todos meus contatos em uma agenda telefônica de papel, na minha bolsa. A agenda de papel salvou a vida na Terra. Tecnologia é uma coisa linda e eu adoro, mas às vezes, só o método mais tradicional salva o dia.
Posso ser chata? Vocês me permitem? Ah, claro que eu posso, o blog é 50% meu!!! Eu tenho um mimimi para fazer. Na verdade, uma pergunta: quando a humanidade vai abandonar a fase "vídeo de fotos em festa" e vai para outro estágio da evolução? Nunca ouvi ninguém reclamar disto, mas aposto que não sou uma chata solitária. O problema nem é o tal vídeo em si, é a duração do dito cujo. E as fotos escolhidas para ele. Porque ficar 20 minutos vendo fotos de uma garota de 15 anos fazendo beicinho na frente do espelho, ou 365 fotos de um bebê que acabou de completar 1 ano, durante uma festa, não é o que eu chamo de diversão.
Embora eu tenha passado o último ano reclamando das aulas de pós aos sábados, dos trabalhos e provas que eu tinha que fazer, acabei me matriculando para outro MBA. Vou começar no sábado, apesar de as aulas terem começado antes e eu já ter perdido. Aposto que vai ser mais um ano de reclamação sobre perder os sábados livres, ter que fazer trabalhos e provas, e com o agravante de que as aulas serão de manhã, ou seja, nem dormir vou poder mais. Ou vou acabar dormindo durante as aulas, como já fiz na facul. Aliás, hoje eu já acordei reclamando que vou ter que acordar cedo no sábado. Mas acho que ter outra especialização vai ser uma coisa boa, de algum modo.
Eu sou uma das pessoas mais "calça jeans-blusinha-tênis" que eu conheço. Ou eu era. Como todos já estão cansados de saber, eu fiz uma cirurgia em junho. O que todos não sabem é que o buraco feito na minha barriga tem que fechar sozinho, de dentro para fora, logo, eu ainda estou com um buraco na barriga. Não é tão feio nem dramático quanto pode parecer, mas isto me impede de usar calça jeans, porque o zíper ficaria bem em cima. E aí, eu tive que procurar novas alternativas, perder preconceitos, ficar pensando em looks (coisa que eu não costumava fazer, porque "calça jeans-blusinha-tênis" é sempre "calça jeans-blusinha-tênis"), pensar em sapatos que combinam com os looks e que, ao mesmo tempo, sejam confortáveis. Foi assim que adentrei ao misterioso mundo das calças de moletom para sair (eu só usava em casa), calças bailarina e até leggings. O engraçado é que as pessoas acharam bacana minha variedade de visual, como se tivesse sido escolha minha. E o bizarro é que eu tenho trocado ideia de roupas que não apertam a barriga com uma colega que está grávida. A que ponto cheguei por causa da cirurgia...
Outra consequência de ter um segudo buraco na barriga, é ter que tomar remédios. Eu nunca tinha reparado no sabor de comprimidos, até achava que eles eram insípidos (opa, desenterrei a palavra). Agora, consigo diferenciar que um dos antibióticos tem gosto de plástico, o outro tem gosto de xixi de gato (eu nunca tomei xixi de gato, mas pelo cheiro, deve ter aquele sabor) e o analgésico tem gosto de detergente (que eu também nunca tomei, mas às vezes o gosto fica no copo recém-lavado).
Marcadores: celular, desabafo, doente, faculdade, mimimi, novidade, vaidade
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Josei e Kami Sal
às 9:34 PM

sexta-feira, dezembro 17, 2010
Assim está meu fim de ano: fiz duas provas da pós na semana passada, estou de férias, mas ainda tenho trabalho para entregar. Teve confraternização do meu trabalho, onde exibiram a mensagem de fim de ano que gravaram com os funcionários. Aliás, esta mensagem de fim de ano passa no canal do Teto Convexo e espero que nenhum de vocês tenha me visto nele. Minha mãe achou que eu fiquei muito bem, mas ela é minha mãe. A raison d´etre do Teto Convexo está em recesso e nós, os funcionários, estamos trabalhando só meio período, o da manhã, que me daria tempo para fazer o trabalho da pós que eu tenho que entregar, mas ando com muita preguiça.
Teve um dia que eu arrisquei minha vida por um CD dos Engenheiros do Hawaii. Não que eu teria feito isto se soubesse do risco. Eu saí do trabalho e passei na loja estadunidense para comprar o tal CD. Quando ia sair da loja, vi que estava chovendo muito e as ruas tinham virado rios. Esperei quase uma hora dentro da loja, até que fosse possível enfrentar a enxurrada. No dia seguinte, eu soube que a chuva tinha destruído parte da cidade e teve até consequências trágicas.
Eu vi um palhaço dirigindo um carro pela cidade. Olha, motorista palhaço eu já vi aos milhares, agora, palhaço motorista foi a primeira vez...
Passei o final de semana retrasado numa chácara. Engraçado que quando eu estava lá, eu tentava lembrar o que tanto eu escrevia para fazer post só sobre isto, porque, né, o negócio meio que se resume a "fui para lá - a chácara era legal - fiquei na piscina - voltei queimada". Não me parece assunto para um post inteirinho. Desta vez, no sábado à tarde, eu não conseguia mais deter meu instinto antissocial, então, deitei no carro, fiquei ouvindo música no meu mp4 e internetando pelo celular. Na segunda-feira, quando voltei ao trabalho com a pele toda queimada, me perguntaram se eu tinha ido para Pinheiral.
Estou chegando à conclusão que as pessoas só ligam para o meu celular quando NÃO querem falar comigo. O dito cujo nunca toca, mas bastou ficar desligado ou com a bateria descarregada que, quando eu o ligo, aparece a mensagem que ligaram para mim. Estou achando que as pessoas escolhem ligar para mim quando não vão conseguir falar comigo.
Marcadores: celular, chácara, chuva, férias, festa, pessoas estranhas, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 9:20 PM

quinta-feira, maio 27, 2010
Hoje, quando estava indo para o trabalho, eu fui semi-atropelada por um carro praticamente parado. Aí, minha vida passou diante dos meus olhos e eu achei que este era um sinal de que eu devia postar. Mentira. Quero dizer, a parte de que eu fui semi-atropelada por um carro praticamente parado é verdade, mentira é sobre minha vida ter passado diante dos meus olhos e de eu estar postando porque achei que era um sinal. A verdade é que eu estou postando porque tenho que terminar outra parte do freela e fazer 3 trabalhos da pós e estou com preguiça de pensar em coisas úteis.
Comemoramos o Dia do Orgulho Nerd. Como vocês podem ter notado pelo meu post anterior, eu nem sou tão nerd assim. Preguiça de pensar lá é coisa de nerd? Tem outras datas que, se existissem, combinariam bem mais comigo. O Dia do Orgulho Procrastinador, por exemplo. O problema é que a criação desta data seria sempre adiada. Poderia ter o Dia do Orgulho Preguiçoso, mas ele não vai ser criado por pura preguiça, mesmo. Ainda poderia existir o Dia do Orgulho Antissocial, que não teria nenhuma comemoração coletiva, afinal foi criada para homenagear os antissociais. Mas esta data não vai existir porque, como disse Kami Sal, "não dá pra juntar um grupo pra apoiar a ideia".
Anteontem, perdi meu fone de celular. Havia 3 hipóteses: eu ter deixado cair em casa, eu ter esquecido na minha mesa no trabalho ou ele ter caído da bolsa no ponto de ônibus. Em casa não estava, procurei na mesa do trabalho também não e eu já estava acreditando na terceira hipótese, a mais catastrófica (*exagero*). Aí, hoje eu atendi o telefone no trabalho e quando levantei para pegar papel para anotar o recado, eu vi um fio dependurado na minha cadeira. Meu fone tinha passado 2 dias enroscado no parafuso de ajustar a altura do encosto da cadeira. Ele estava bem atrás de mim o tempo todo!!!
Olha, por falar em fone, o que eu queria mesmo era que, como acontece com a função rádio fm, o mp3 player do celular só funcionasse com o fone conectado. Hoje, no ônibus, tinha um cara ouvindo sertanejo e tecno brega, no meio do ônibus. Um cara do fundo começou a ouvir funk. Estava parecendo o duelo da música ruim. Não posso dizer se teve vencedor, mas a grande perdedora fui eu, que estava entre os dois sem noção.
Marcadores: acidente tosco, celular, divagações, faculdade, música, nada, reflexões inúteis, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 7:55 PM

quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Quase 3 semanas sem postar... Não é só que eu não tivesse assunto, mas também os computadores da casa resolveram fazer uma rebelião. Primeiro, o HD do Neo (o meu computador) começou a engasgar, engasgar, até que num sábado ensolarado, ele decidiu que nunca mais ia funcionar. Simples assim. Ainda restava o computador do meu pai, que eu poderia usar até que eu pudesse trocar o HD do meu. Eis que o monitor dele para de funcionar. Como o Neo estava sem HD e o computador do meu pai estava sem monitor, coloquei o monitor do Neo no computador dele. Duas semanas depois do fatídico sábado, troquei o HD, consegui um outro monitor, instalei tudo o que precisava e achei que estava tudo bem. Ledo engano. O monitor que eu estava usando deu pau e não teve conserto. Meu irmão consertou o monitor do meu pai, colocou no Neo e, graças a isto, escrevo este post.
Miguxos e miguxas, a TV Rá-Tim-Bum plagiou o MB!!! Não sei se vocês se lembram, mas, em 2007, quando o MB completou 5 anos, em um dos posts especiais de aniversário nós dissemos como seria o MB se fosse uma criança de 5 anos. Agora, a TV Rá-Tim-Bum está completando 5 anos e, adivinhem só, lançaram a promoção "Como seria a TV Rá-Tim-Bum se fosse uma criança de 5 anos?" Roubando nossas ideias, hein, TV Rá-Tim-Bum? Que coisa feia...
Minhas aulas de direção continuam e está tudo bem, fora minha impressão de que seria mais fácil dirigir se eu tivesse uma terceira perna, um outro braço e um cérebro extra. E das bizarrices. Minha instrutora já me ofereceu biscoitinhos quando eu estava concentrada fazendo rampa pela segunda vez na minha vida. Eu já encontrei uma galinha e uma carroça na rua, isto porque eu faço aulas num bairro nobre da cidade. Quase excedi o limite de velocidade e fingi, para minha instrutora, que não sabia o que estava fazendo. Uma criatura do pântano quase bateu no carro que eu estava dirigindo, porque ela não parou no "pare". Um skatista desconhecido teve a moral de ficar 1 hora parado, com o skate na mão, me assistindo fazer baliza, dar volta no quarteirão, fazer baliza de novo... (eu estava fazendo direitinho, e era um cara que já dirigia. Vai entender a motivação de um sujeito destes...)
E por falar em autoescola, mais uma da série "porque não devo falar com desconhecidos": estava esta doce blogueira aguardando para fazer aula, quando uma mulher chega e fala que iria fazer prova prática no dia seguinte e já tinha reprovado uma vez. Até aí, tudo bem, porque a maioria das pessoas que eu conheço também reprovaram na primeira. Só que, então, ela conta que seu marido está na autoescola, pasmem, há 4 anos!!! 4 anos!!! Lógico que eu fiquei preocupada com esta informação. Por que eu conheço este tipo de gente? Por quê???
Acabei de assistir a quinta temporada de Lost e, no dia seguinte, fui ao centro da cidade com meu irmão. Não, calma, melhor dar uma explicação básica para quem não assistiu a quinta temporada: tem todo um lance de viagens no tempo e talz. Pronto, mais do que isto, só assistindo. Voltando: fui ao centro da cidade com o meu irmão e meu pai tinha ido, também. Ele ligou para o meu celular, para saber onde estávamos. Ni qui eu olhei, ele estava do outro lado da rua, sem o celular na mão. Na hora, eu achei que estava vendo meu pai no passado (antes de me ligar) ou futuro (depois de me ligar). Claro, porque ele estar usando o fone/microfone do celular era uma coisa tão menos plausível do que uma viagem no tempo... Efeito Lost.
Marcadores: bizarrice, carro, celular, computador, IVCH, lost, neura, pessoas estranhas
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Josei e Kami Sal
às 5:05 PM

quinta-feira, novembro 12, 2009
Geralmente, quando eu vou contar causos reais e sobrenaturais, encerro o post com eles, né? Vamos inverter hoje? Então, aí vai:
O real e o sobrenatural: os espíritos zombeteiros e sem muito o que fazer na pós-vida resolveram brincar com os celular da minha mãe. Um dia, o celular dela estava aceso. Tá, mas aí eu fui ver e ninguém tinha ligado, ninguém tinha mexido, ele acendeu sozinho. Em outro dia, foi a vez do meu protagonizar um momento real e sobrenatural. Eu estava com a bolsa no colo e com o celular dentro dele. Senti vibrar e peguei para atender. Não tinha tocado. Coloco de volta na bolsa e eis que em um minuto ele tocou mesmo...
Sábado eu fui ao casamento de mais um dos meus primos. Foi liiiindo!!! Tudo bem que na igreja meu primo pagou mico: ele tomou todo o vinho que era para ele dar um gole e passar para a noiva. Em vez de disfarçar, ele contou para o padre e todo mundo deu risada. Bom, aí foi a festa. Estava linda, tipo, perfeita, e muito divertida. Tinha barmen fazendo drinks a base de vodka (*melhor nem comentar...*), DJ, personagens de desenhos e séries (Homem Aranha, Batman, Chaves, Kiko...), docinhos muito chiques, jantar maravilhoso e a decoração estava incrível.
Como foram de apagão? Eu estava assistindo TV quando tudo apagou. Ainda achando que era uma mera falta de luz no meu bairro e na Vila Águia (que eu posso ver da minha casa), eu fui para o quarto, levei uma vela e fiquei deitada na cama. Aí, comecei a fazer bichinhos de sombra com os pés. Sem parar minha atividade lúdica, eu peguei o celular, que estava do meu lado, e liguei para ouvir FM. Foi mais uma demonstração da escolha perfeita da trilha sonora do "Show de Josei". Estava tocando uma música que diz "you've gotta be out of your mind - crazy"
Lembram que lá em 23/01/09 eu disse que minha bolsa era de nerd, que não apareceria numa reportagem do tipo "o que as mulheres carregam na bolsa"? Pois 10 meses depois, eu apareceria numa destas e com louvor. Minha bolsa atual tem de tudo (ainda não tem chapinha, mas é porque eu não uso). Acontece que, como eu passo muito tempo longe de casa, eu preciso garantir que vou ter tudo o que eu precisar no caso de alguma emergência. Meu ombro esquerdo não gostou da minha nova bolsa, não, e tem reclamado todos os dias dela... Tudo bem, eu devo ter um remedinho para dor muscular na minha bolsa...
Ontem eu fui fazer o exame médico para tirar carta e foi quase um dèja vu do "Dia de Fazer uma Pergunta Estúpida". O médico olha para minha cara e pergunta: "você usa óculos?" Eu só apontei para o objeto no meu rosto, mas minha vontade era responder: "não, esta é a decoração de Natal do meu rosto". Não contente, ele pergunta se eu enxergo de óculos. E eu pensando: "claro, eu uso óculos só para ficar com cara de nerd". Mas eu fui uma boa menina e respondi direitinho. Até porque vai que ele se irrita e me reprova...
Marcadores: "real e o sobrenatural", bizarrice, celular, família, festa, nerdice
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Josei e Kami Sal
às 8:16 PM

quinta-feira, setembro 17, 2009
Este post é inesperado até para mim. Eu pretendia postar só na semana que vem, mas aí notei que eu tenho assunto atrasado desde a semana retrasada!!! Desculpe se não fizer muito sentido. Estou tão cansada e com tanta coisa na cabeça... Todo ano tem coisas boas e ruins, mas este ano está tendo coisas ruins épicas. Quando eu estou me recuperando de uma, acontece outra. Fora que até as coisas boas eu fico pensando se foram boas mesmo. Enfim... Eu precisava de Soma, aquele de Admirável Mundo Novo. O problema é que eu não tomo leite, ou estaria recebendo doses diárias, penso eu. É, não faz sentido, só para mim e talvez para o Stafora, que me lembrou sobre Soma e aí eu pude entender muita coisa que tenho visto.
Às vezes, eu acho que ensinar coisas pela novela pode ser interessante, já que a maioria da população vê novela, mas não lê nada além de revistas de fofoca. Mas, quando ainda passava Caminho das Índias, eu percebi que pode não ser uma boa, não... Tem uma mulher no ônibus que, todos os dias, vai falando alto e envergonhando seus amigos (queria entender como ela consegue mantê-los). Um dia, ela estava chamando a amiga de "bule". A amiga, como eu, ficou com cara de... bule, tentando entender o que raios ela queria dizer como aquilo, e ela explicou que na novela, uma pessoa tinha dito que quem dá apelido para os outros é chamado de bule. A mulher na novela, na verdade, tinha falado sobre "bullying".
Na véspera do feriado, teve a segunda edição da Parada da Diversidade. Estava bem divertida, até o Batman estava lá (isto lembra um sonho que eu tive e contei aqui no dia 06/10/08). Acho que só num evento deste cabe uma pergunta que eu fiz: "esta pessoa que parece grávida, é homem ou mulher?" Eu fui lá levantar a bandeira, não literalmente, das pessoas que tem cabelo cacheado e não querem alisar...
... isto porque no dia anterior, eu tinha ido à cabeleireira para cortar meu cabelo e ela ficou o tempo todo falando que eu devia fazer escova progressiva, chapinha e coisas do gênero. Será que agora é crime ter cabelo cacheado?
Neste meio tempo, também, eu troquei meu celular, porque meu antigo aparelho era tão velho que não fazia nem a porta do banco travar. Devia ser de madeira. Não que ficar presa na porta do banco seria uma coisa boa, mas... sei lá, esta é outra coisa que não faz o menor sentido. Hoje eu aprendi uma valiosa lição: internet via wap custa um rim e 2/3 do fígado. Por minuto. Adeus planos de plurkar de todo lugar...
Marcadores: celular, Charlie Brown, desabafo, divagações, emo, pessoas estranhas, vaidade
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Josei e Kami Sal
às 10:14 PM


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