quarta-feira, dezembro 02, 2015
Voltei!!! Eu, sua blogueira bimestral, Josei-tenshi!!! Bom, as novidades não são das melhores...
Anteriormente, no Mundo Bizarro: "Fui descer do buggy, meu pé escorregou e eu apoiei na perna direita. Ela caiu tão torta no chão que eu achei que tivesse quebrado. Tive que fazer o passeio mais diferente de todos: hospital. Não quebrou..."
Pois bem, não quebrou, mas foi um cadinho mais grave do que eu pensei que tinha sido. Quando eu voltei para Bizarrelândia, tive que fazer ressonância. Eu achei que não ia dar nada, que tinha sido só uma torçãozinha. Errei feio, errei rude. Rompi totalmente o ligamento cruzado anterior e rompi parcialmente o ligamento medial, além de vários estraguinhos no joelho por causa disto. Solução: entrar na faca.
Fiquei um mês e meio por aí, caminhando e mancando e seguindo a canção (???) e, na sexta-feira, fiz a cirurgia. Felizmente, o ligamento medial não precisou ser restaurado, porque neste intervalo ele cicatrizou. Em compensação, eu consegui ferrar o menisco (será que foi porque eu andei mais do que o médico falou que eu podia? Ou porque eu subia 3 andares de escada todos os dias? Ou porque eu continuei fazendo hidroginástica, mesmo sabendo da situação do meu joelho?) e tive que tirar um pedacinho dele, também. A cirurgia correu super bem, eu fiquei num hospital muito bom que até dá um kit bem legal de produtos de higiene em miniatura numa bolsinha. Eu, plebeia que sou, amei o mimo.
Agora, estou assim: preciso fazer repouso (mesmo, mesmo, sem trapacear), andar de muletas, fazer fisioterapia (dói, gente, dói muito) e só volto ao trabalho em 2016 (pelo menos, uma coisa boa neste mar de tragédias).
E a bizarrice do causo todo: a história da minha lesão quase me torna uma pessoa popular. Todo mundo quer saber como eu me machuquei. Quando eu conto, as pessoas acham muito legal (???). No hospital, quando eu tinha acabado de sair da cirurgia, juntou gente para ouvir minha história. Vai entender...
Marcadores: acidente tosco, bizarrice, brindes, doente, IVCH
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Josei e Kami Sal
às 1:23 PM

sábado, julho 19, 2014
Como eu contei no post passado, fui ao médico e tive que fazer milhares de exames, entre eles o MAPA, que é de ficar o dia inteirinho com um aparelho de medir pressão apertando meu braço. Não bastasse isto, ter meu braço furado, fazer xixi num copinho, correr de top em uma esteira e ficar cheia de hematomas, minha tia ainda me perguntou se eu estava fazendo exames porque estava grávida. Não sei se rio ou se choro...
Mas vamos falar de bizarrices, porque isto aqui é Mundo Bizarro e não Grey's Anatomy ou Dr. House.
Meu faqueiro é muito bonitinho, mas eu descobri que as facas não são muito boas. Conclusão: tive que comprar novas facas. Encontrei com o cabo da cor que eu queria em um supermercado, misturada a outras cores. Enquanto eu caçava as facas, acabei cortando meu dedo. No caixa, estava comentando isto com meus pais e dizendo que a faca é muito boa, porque cortou até meu dedo. Ni qui a moça do caixa entra na conversa e diz que é um faca muito boa para cortar o marido, que dá para cortar muito bem nas juntas para separar as partes. Eu tive que concordar, né? Vai que eu discordo e ela resolve me cortar nas juntas e separar minhas partes...
Nesta semana, eu estava saindo do trabalho pelo portão que fica em frente a uma funerária (bem sugestivo...). Abre-se o rabecão na garagem da funerária e dois funcionários começam a retirar dele... fardos de cerveja!!! E ainda levam para dentro do velório!!!
Talvez eu seja chata (talvez???), mas coisa que eu odeio é quando estou comprando algo e um desconhecido chega e começa a dar opinião. Ainda mais se é coisa que se refere só a gosto pessoal, não uma opinião sobre a qualidade ou o preço. Aconteceu comigo nesta semana e eu, muito fina, não olhei para a pessoa e me afastei dela.
Marcadores: bizarrice, IVCH, pessoas estranhas
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Josei e Kami Sal
às 11:02 PM

sexta-feira, março 21, 2014
Então um belo dia, de uma época não tão bela da sua vida, você abre o jornal e vê que o papa soltou uma pomba branca para simbolizar a paz e o belo simbolo foi atacado por uma gaivota. Expressivo. Pior é que a notícia ainda relata que é a segunda pomba solta pelo mesmo papa a ser atacada por uma gaivota. Que é isso? A gaivota da guerra???
Em outro belo dia, você finalmente está livre do seu tripalium, entra em seu carro está colocando o rádio, pronta para virar a chave e partir rumo a liberdade do final de semana. É nesse momento que você vê um carro fazendo o balão na esquina com a tampa do capô aberta e uma pessoa semi-deitada no motor.
Quase véspera do feriado, perto da hora de ir embora, Super-ego e Ego já cansados de tanto trabalhar decidem fazer uma pausa de cinco minutos e o Id assume o comando fazendo jóinha e gritando: "xá comigo, minha gente!". O que pode dar errado? Nisso, entra uma pessoa e pergunta: "Kami Sal, você vai trabalhar no sábado ou na segunda (carnaval)?". Respondi na lata: "Nenhum!". Desconcertante.

Hey, hey:
Marcadores: divagações, IVCH
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Josei e Kami Sal
às 5:02 PM

quinta-feira, fevereiro 06, 2014
Voltei para a segunda e última parte do post sobre a viagem de mini-férias.
Na sexta, eu me aventurei mais ainda. 2 ônibus e fui até o centro. Lá, eu peguei o ônibus de turismo para rever dois lugares que eu só tinha visitado uma vez, e conhecer dois lugares. Minha primeira parada foi no Bosque do Papa/Memorial Polonês, que eu ainda não conhecia. É um lugar lindo, com casinhas onde tem exposições de objetos trazidos pelos imigrantes poloneses e tem uma capela. Estava eu lá, apreciando a vista, quando me deparo com uma mulher falando loucamente com um homem que mal respondia. Achei que era maluca, então desviei para não virar alvo da faladeira. Mas eles eram um casal, e andaram discutindo pelo bosque. Todo lugar que eu ia, lá estavam eles. Parece que farejaram meu IVCH.
De lá, fui para o Bosque Alemão, que eu visitei na minha primeira vez em Pinheiral, mas tinha feito o caminho contrário. Desta vez, eu segui a trilha certa de João e Maria e dei uma bizoia no mirante. Próximo ponto foi a Universidade Livre do Meio Ambiente. Quando eu estive lá em 2006, o mirante estava fechado. Desta vez, eu subi para apreciar a paisagem de cima (adoro apreciar paisagens de cima). Achei que deve ser uma delícia trabalhar naquele escritório no meio da subida do mirante, cercada de árvores.
Minha última parada antes do fim do passeio foi no Memorial Ucraniano. Pobre ponto turístico solitário... Só eu desci lá e não tinha mais nenhum visitante, só 3 funcionários. É um lugar bonito, calmo, com um museu que é réplica de uma igreja ortodoxa, onde estão expostos ovos pintados (Pêssankas), mas não tem muito para onde andar, então, deve ser por isto que é tão ignorado pelos turistas. Até a lojinha de souvenirs estava fechada!!! Aproveitei para fazer xixi, e com a porta destrancada, porque, certa vez, eu fiquei presa no banheiro do Ópera de Arame. Já pensou se eu fico trancada no banheiro do Memorial Ucraniano? Eu ia morrer e me decompor antes que alguém me encontrasse!!!
Peguei o ônibus para voltar na sexta-feira à noite. Foi uma longa viagem de volta. Saí de Pinheiral em janeiro e cheguei a Bizarrelândia em fevereiro!!! (gente, eu nunca me canso desta piada tosca) O ônibus estava tão maravilhoso, tão friozinho, que eu poderia morar nele para sempre. Meus pais foram me buscar na rodoviária e eu fiquei na casa deles até o almoço, depois, voltei para meu apezinho (aka refúgio antissocial), que eu estava com saudade e curiosíssima para ver como ficou minha cama-sofá, já que minha mãe fez as capas e montou tudo enquanto eu estava viajando. Ficou bem legal!!!
Marcadores: apartamento, IVCH, ônibus, pessoas estranhas, viagem
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Josei e Kami Sal
às 8:57 PM

segunda-feira, setembro 23, 2013
Primeiro post no meu novo apartamento!!! Mas, calma, eu ainda não vim de mala e cuia. Só estou aqui esperando o montador do rack, e meus pais estão colocando varões, varal, persiana, estas coisas de parede. E eu com notezinho e o modem 3G, que não é aquelas coisas, mas quebra um galho.
As compras para o apartamento continuam a todo vapor. Já tenho praticamente todos os móveis, enxoval e, agora, estou comprando miudezas. Eu ia fazer um Chá de Casa Nova, mas aí, fui lembrada de 2 detalhes da minha adorável personalidade: 1) eu não gosto de festas; 2) eu fico irritada com crianças correndo na minha casa (*sou um amor*
). Ponderei o custo/benefício e achei melhor eu mesma comprar tudo.
Meu trabalho, aquele lugar surreal... Um dia, saí para beber água e vi um certificado no mural de recados. Cheguei perto para ver quem coloca cópia de certificado em mural, e era só algo do tipo "certificado de torcedor blablabla". O mais interessante estava embaixo: uma carta datilografada, direcionada aos deputados (oi?), com cópia até para o The New York Times, em repúdio à não cassação do deputado que está preso. Li só o primeiro parágrafo, voltei para a sala e comentei com meu chefe. Ele achou bizarro e foi ver. Voltou me contando que eu pulei a parte melhor: o homem escreveu que os deputados deviam morrer e não serem enterrados, para serem devorados por abutres e animais selvagens da terra (nestes termos). Depois que eu falo que quando abrem as portas do hospício, os doidos correm para lá, as pessoas não acreditam em mim!!!
Mas não é só dentro do prédio que as bizarrices acontecem. A praça onde está o TC fica cheia de mendigos bebendo o dia inteiro. Acho que até já falei dos figuras aqui. Enfim, dia destes, eles estavam na praça com uma mesinha e um notebook!!! Gente, olha quanta inclusão digital!!!
Por 3 semanas, eu vou ficar longe desta filial de Além da Imaginação. Estou de férias!!! Depois de amanhã, vou para a capitarrrr, virar a madrugada no aeroporto para pegar o avião de manhã e passar uma semaninha em Maceió. Na volta, vocês já sabem, um post em 1000 capítulos, blablabla... 
Marcadores: apartamento, bizarrice, férias, IVCH, pessoas estranhas, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 11:07 AM

sábado, setembro 07, 2013
Voltei!!! Não tive uma overdose de maracujina (isto existe?) depois daquele meu siricotico, até porque eu uso mais como uma muleta psicológica do que eu tomo, mesmo. Mais ou menos assim: "estou um pouquinho ansiosa. Mas eu tenho maracujina, então, se eu me sentir pior eu tomo. Eu nem estou tão mal assim, ainda". E aí que eu acabo não tomando.
O apartamento... Eu jurava que já tinha escrito aqui sobre o dia em que foram fazer o orçamento da cozinha planejada, mas procurei e, pelo jeito, não fiz. Bom, só sei que demorou mais de um mês até eu assinar contrato. E vão demorar mais 3 meses para ficar pronto. Eu também comprei banquetas e um sofá, que já estão lá. As banquetas, eu levei de carro. O sofá chegou no sábado re-retrasado. Eu achei que ia ficar o dia plantada lá esperando, tanto que eu estava levando meu notebook com modem 3G e meus apetrechos de manicure para passar o tempo lá. No fim, quando eu estava saindo de casa, o entregador ligou que já estava no condomínio e que iria embora se eu não aparecesse logo (sim, eles fazem ameaça!!!). Cheguei lá em 5 minutos. Aproveitei a viagem para levar umas coisas que andei comprando, porque o quartinho assombrado, onde eu estou estocando minhas coisas, já estava lotado. E agora, está lotado, de novo, porque depois disto, já comprei o jogo de panelas e uma televisão.
Mas sabe qual é a parte ruim da coisa toda? É aguentar comentário maldoso. Para chegar comprar o apartamento, eu vou completar bodas de prata com o banco, e, para mobiliá-lo, eu passei um ano sendo econômica para guardar dinheiro. Aí, nego fala como se eu tivesse conseguido por meios ilícitos. Também fazem comentários maldosos sobre a viagem que eu fiz no ano passado. Será que vou ter que distribuir gatinhos aos parentes, para eles cuidarem de todas as 7 vidas do bichinho e pararem de cuidar da minha?
Falar de mim é fácil, quero ver quem quer sair da sala para beber água e ver que tem um caixão na escadaria do seu local de trabalho. Pois eu vi. E eu também fico com barulho de carro de som na cabeça, porque todo mundo ama fazer manifestação em frente ao meu trabalho. E não consigo me desligar nunca, porque falam do meu local de trabalho na TV e nos jornais quase todos os dias. Ainda estão achando que eu ganho dinheiro fácil?
Ah, e teve aquele dia, também, em que eu estava indo para o trabalho e tinha um mendigo bêbado no ônibus. Aí, ele ficou falando de mim para os outros passageiros. O que, eu não sei, porque estava de fone, mas ele ficava falando e apontando para mim. Eu estava num dia "ótimo", sentindo os efeitos colaterais dos 3 remédios que estou tomando por causa de uma sinusite, o que, no fim das contas, não era tão ruim quanto ter passado 3 dias com tanta dor de cabeça e no rosto que eu não conseguia nem pensar.
Enfim, apenas minha vida sendo minha vida. Espero estar menos mimimi no meu próximo post...
Marcadores: apartamento, bizarrice, desabafo, família, gente chata, IVCH, mimimi, ônibus
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Josei e Kami Sal
às 4:29 PM

sexta-feira, junho 14, 2013
Sentiram falta do meu lado Josei-mimimi-a-vida-não-presta? Acho que não, mas ele voltou e ele é como aquela visita inconveniente: chega sem mais nem menos, entra sem ser convidado e ainda vai botando os pés na mesinha de centro. Porque minha vida não seria minha vida se eu não reclamasse.
Depois dos momento belezura da reforma, escolher coisas bonitas, cores e ver tudo bonitinho, vem o lado bucha: limpar a sujeira que sobrou da coisa toda. Meu piso tem baixo relevo e o rejunte grudou nele. Cada fim de semana é uma tentativa nova e emocionante de tirar aquela porcaria de lá. No sábado passado, eu limpei com palito e escova de dentes, peça por peça de piso. Notaram meu desespero? Acabei desistindo depois limpar o quarto maior e de metade do corredor. Ainda assim, estou com dor nos joelhos até hoje, por ter ficado sentada o dia todo no chão. Ah, respondendo à pergunta da mdom, o Amor é na sala, não no quarto. O quarto é Chuva de Ametistas.
Tem também os prestadores de serviço. Meu medo era do azulejista ficar dando palpite na obra e não fazer tudo como eu queria. Felizmente, ele seguiu minhas instruções à risca. Problema mesmo foi o chaveiro. Eu queria instalar duas trancas na porta. Ele falou que não, porque ninguém faz isto. Só tenho 2 observações a respeito: 1)já vi muitos apartamentos com 2 trancas. 2)o apartamento é meu, quem estava pagando o serviço era eu e se eu quisesse 10 trancas, 20 trancas, 80 trancas na porta, ele tinha que por, simples assim. No fim, acabei contratando outro que fez o serviço como eu queria. (*mimimi Josei sinhazinha, classe média sofre*).
Mas nem todos os problemas do mundo são reforma, ou reforma acabaria e viveríamos no mundo perfeito. Tem o meu ímã de exu, também. Estava eu indo esperar o ônibus para ir trabalhar depois do almoço, quando avisto um senhor de mais de 65 anos, com cabelos e bigode tingidos de preto graúna no ponto de ônibus. Logo me veio à cabeça o nome Rachid, porque sou destas que dão nome a desconhecidos. Pessoinha antissocial que sou, parei a alguns metros de distância. Não teve jeito: ele veio falar comigo. Não sei se eu fiquei mais enjoada pelo perfume ou pela conversa dele. Começou a perguntar sobre mim e eu dava respostas bem evasivas, me convidou para tomar cerveja e eu disse que não bebo cerveja. O sujeito ainda me olhava de cima a baixo com cara de "quero te comer". Gente, eu tava de calça jeans e um blusão de moletom, não tinha nem como dizer que era culpa da minha roupa provocante!!! Aí, ele falou que não ia pegar ônibus X, porque dava muitas voltas. Respirei aliviada, porque era justamente o ônibus que eu ia pegar. Ônibus X chega, eu vou entrar nele e Rachid diz que também vai pegar este ônibus. No auge do desespero, eu digo "mas o outro ônibus já vai passar, ele é bem rapidinho!!!" Não teve jeito, Rachid pegou o mesmo ônibus que eu, mas entrou por outra porta. Eu entrei, fiquei perto da catraca, coloquei fones de ouvido e fiquei olhando com cara de peixe para a janela. Acho que aí Rachid entendeu que eu não queria papo. Perspicaz, não?
Sozinho: adj (só+z+inho) 1 Absolutamente só; abandonado. 2 Único.. Comecei o parágrafo com esta definição do dicionário Michaelis, porque parece que as pessoas não sabem o que a palavra "sozinho" e sua flexão no feminino, "sozinha", significam. Primeiro, foi minha viagem sozinha, que especularam que era uma viagem com meu amante secreto. Agora, porque eu vou morar sozinha, já estão inventando que eu só posso estar fazendo isto porque estou namorando alguém e ele vai morar comigo/fazer do meu apartamento o lugar do nossos encontros tórridos. Acho que isto é tudo culpa da máquina de lavar. Se as pessoas precisassem lavar roupas à mão, não teriam tempo de cuidar da minha vida.
Marcadores: apartamento, bonita história triste, desabafo, gente chata, IVCH, mimimi, ponto de ônibus
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Josei e Kami Sal
às 1:27 PM

terça-feira, maio 15, 2012
No meu último post eu estava me sentindo tão rebelde que até esqueci de comentar um momentinho bizarro do meu dia. Estava eu sozinha, na minha sala de trabalho, quando ouvi um grito de passarinho. Quando olhei, tinha um bem-te-vi na janela, e ele continuou gritando histericamente para dentro da sala. Ele não estava cantando lindamente, como seria num filme de princesas Disney. Na verdade, o momento foi meio como se Hitchcock tivesse dirigido Branca de Neve.
Por falar em gritos histéricos, meu vizinho continua se achando o Régis Danese. Um dia, chegando do trabalho, ouvi-o cantando e pensei: "puts, este cara é chato..." No mesmo instante, ele se afogou e parou de cantar. Tenham medo, muito medo do poder da minha mente...
Eu não sou de ouvir conversa dos outros
Vocês já notaram que a estratégia de vacinação contra gripe é muito equivocada? Eles vacinam bebês e idosos. Bebês e idosos não tem tantos contatos sociais quanto as outras faixas da população. Se uma pessoa de outra faixa etária fica gripada (como eu estou), contamina seus colegas de trabalho (coisa que eu já fiz, pelo jeito), que contaminam suas famílias, que contaminam seus colegas de trabalho e de escola, num ciclo sem fim de disceminação de vírus, até que toda espécie humana seja dizimada ou fique de cama atrasando seus compromissos e paralisando o país. Precisam rever issoaê...
Toda esta reflexão sobre a vacinação anti-gripe na sociedade capitalista do século XXI se deu porque eu estou gripada. E como mulher moderna que trabalha, estuda e paga as próprias contas, eu não tive tempo para desfrutar do sagrado direito de dormir o dia inteiro. Esperei ansiosa pelo fim de semana, mas meus compromissos familiares também não permitiram. Dizem que o que cura gripe é repouso. É por isto que quando eu fico gripada, os vírus se instalam, constroem condomínios, escolas, hospitais, avenidas, viadutos, um clube de campo, e decidem que não vão mais embora.
Marcadores: bizarrice, doente, gente chata, IVCH, nada, ponto de ônibus, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 8:48 PM


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