sexta-feira, fevereiro 20, 2015
Estes dias, eu disse para a Kami Sal que minha vida parece uma fanfic tosca de um livro da Marian Keyes. Não posso contar detalhes sobre o que motivou esta constatação, mas na verdade, é bem isto.
Por falar em chick lit, vou contar a vocês como Bridget Jones virou uma saga. Para mim. Eu li "O diário de Bridget Jones" quando eu ainda trabalhava no Aquária. Comprei num horário de almoço e passei todos os horários de almoço seguintes sentada numa praça lendo, porque eu queria distância do Aquária e não tinha tempo suficiente para ir para casa. Eu já tinha assistido os dois filmes, o Diário e No Limite da Razão. Não gostei do segundo, então não comprei o segundo livro. Aí, saiu uma continuação dos livros, "Louca pelo Garoto". Eu li a sinopse, gostei e comprei. Mas não faria sentido ter o primeiro e o terceiro sem ter o segundo. Acontece que o segundo está esgotado. Procurei no sebo e nada. Falei tudo isto, mas a saga só começa agora. Achei para comprar no Mercado Livre. Comprei e nada de resposta do vendedor. Dias depois, quando eu entrei com uma reclamação, ele disse que não tinha mais o livro, e me devolveu o dinheiro. Comprei um usado no Estante Virtual. Fiquei feliz da vida quando recebi o pacote. Quando abri... surprise, surprise, surprise... O vendedor mandou "O Diário" em vez do "Limite"!!! Ainda bem que o vendedor fez a troca e agora a coleção está completa.
E agora, um Diálogo em família:
Bom, não morri, mas quase... Eu inventei de fazer zumba. E eu tenho o nariz muito, muito obstruido por um desvio de septo, o que me faz ter muita dificuldade de respirar. Aí, já viu, né: dificuldade de respirar + exercício aeróbico = Josei quase desmaiando, com formigamento no corpo todo e dedos arroxeados (?!?). Mas eu sou brasileira e não desisto nunca. Espero passar os sintomas e volto para a aula como se não tivesse quase morrido.
Marcadores: academia, bonita história triste, Charlie Brown, diálogo em família, doente, Lady Murphy, livros
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Josei e Kami Sal
às 10:55 PM

quinta-feira, maio 01, 2014
Neste momento da minha vida, coisas boas têm acontecido, mas eu tenho que mimimizar, porque eu não sou eu sem mimimi.
Depois de 4 anos, consegui uma promoção no meu trabalho. Muita gente lá mataria para estar no meu lugar. Pelo olhar de certas pessoas quando souberam da notícia, algumas, inclusive ME matariam para estar no meu lugar. Mas esta coisa boa que tanta gente quer, inclusive eu queria, trouxe um outro lado: eu tive que sair do departamento onde eu trabalhei durante 4 anos, onde eu tinha meus amigos, onde eu já conhecia todo o serviço, onde eu gostava de trabalhar. Eu nem lembrava mais como eu odeio começar num novo lugar, não entender nada, não saber o que fazer. Também nunca tinha saído de um lugar que eu gostava. Olha, foi um drama. Mas eu não podia dizer isto para ninguém de lá nem da minha família, então, eu só sorria e dizia como estava feliz, e deixava para chorar sozinha no conforto do meu refúgio antissocial. Não que eu não estivesse feliz, mas eu estava triste também. Acho que é difícil para os outros entenderem que eu posso estar feliz E triste a respeito da mesma coisa. No meio desta minha tempestade emocional, eu ainda tinha que ouvir vários colegas dizendo que era triste ir ao meu antigo departamento e eu não estar mais lá, e isto não me ajudava em nada. E para encerrar minha primeira semana com chave de ouro, ainda tive um problemão com uma pessoa de outro departamento, me descontrolei e acabei indo chorar no meu antigo departamento. Ou seja, crianças, como diriam as Pussycat Dolls, "But be careful what you wish for 'cause you just might get it". Agora, já estou bem, aprendendo o novo serviço e me adaptando ao novo departamento (e visitando meu antigo departamento todos os dias).
Aí, chegou o feriadão prolongadíssimo de Sexta-Feira Santa + Tiradentes. Disto Josei-tenshi não poderia reclamar, não é? Pois nunca duvidem do meu poder de reclamar. Porque eu fiquei muito mal de dor de cabeça, com direito a muito enjoo, uma pressão esquisita no peito e a sensação que tinha alguém me enforcando enquanto eu dormia. E a encontrar a razão personificada do mimimi que eu contei no parágrafo anterior.
E tem outra coisa que não é motivo de reclamação, também, mas eu reclamo: minha parede amarela, na sala do meu apartamento (aka refúgio antissocial). Ela não tem nada de errado, está lá, amarelinha bem clarinha, da cor que eu escolhi e acho que ficou muito bem, porque iluminou o apartamento. Mas ela está muito vazia, e isto me irrita toda vez que eu olho para ela. Mas a solução está próxima: saí no feriado e comprei 2 quadros grandes para ela. Só falta colocar na parede.
Para encerrar este post choroso, um Diálogo em família:
Marcadores: apartamento, diálogo em família, doente, emo, feriado, mimimi, novidade, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 8:10 PM

sábado, abril 05, 2014
Aí que eu estou estudando para um concurso interno do Teto Convexo. Peguei um livrinho de legislação municipal e precisava de um marca-página para lembrar onde tinha parado. Vou até minha "coleção" de marca-páginas e penso: "preciso achar um que combine com o Teto Convexo." Escolho um com propaganda de um livro chamado "O Reino das Sombras".
Todas as vezes que eu chego ao vestiário da academia, as velhinhas da hidro estão falando sobre morte. E são sempre mortes trágicas, tipo, "fulana estava com a unha encravada e, quando foi ao médico tratar disto, descobriu que estava com câncer no corpo inteiro e morreu". Sempre tem um novo defunto!!! Eu nunca vi nada igual!!! Acho que eu não ouviria tanto sobre morte nem se trabalhasse na funerária.
Vocês não têm a menor ideia do quanto está difícil contratar mão de obra hoje em dia. Eu precisava de um vidraceiro para instalar box e divisória no apartamento. Comecei minha busca em dezembro. Ninguém se dignava a fazer um bendito orçamento!!! Gente, eu sou pobre porém honrada. Eu ia pagar pelo serviço. Mas, ninguém queria fazer... Eis que no fim do mês passado, meu pai foi falar com um vidraceiro do meu ex-bairro. Ele marcou o orçamento para o sábado, às 10:30. Eu fiquei naquele misto de esperança e incredulidade. Mas o moço veio e foi pontual. Orçamento feito, prometeu o box para 3 dias depois. Eu já contava, no mínimo, com um atraso. E fui surpreendida, novamente. Agora eu tenho box!!! Sensação melhor do que a de conquistar a casa própria é a de ter o box próprio. Só quem tem que enxugar o banheiro todo a cada banho entende minha emoção. No meu primeiro banho pós-box, eu fiquei cantarolando "a whole new world, a new fantastic point of view". A divisória foi prometida para 20 dias úteis, mas não tenho pressa, porque é por razões meramente estéticas (aka "frescura")
E para encerrar este post, um Diálogo em família:
Marcadores: apartamento, diálogo em família, gatos, hidroginástica, pessoas estranhas, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 10:21 PM

quarta-feira, março 19, 2014
Vamos começar este post de cabeça para baixo? A primeira coisa vai ser o Diálogo em família:
As 2 coisas que eu mais ouço desde que vim morar sozinha são: "agora, só falta um marido" e "você não se sente sozinha, com vontade de conversar com alguém?". Sobre o primeiro comentário, gente, que parte de GOSTO DE MORAR SOZINHA as pessoas não entendem? Sobre o segundo, eu tenho uma confissão: quanto mais tempo eu moro sozinha, mais intolerante eu fico com as outras pessoas.
Agora, imagine esta pessoa antissocial solta no mundo. No fim de semana do carnaval, tive que lidar com parentes difíceis: as que falam mal da família no facebook e depois se fazem de boazinhas, um que eu tenho birra por motivos sérios, e as que ficam dando palpite na minha vida. Eu agi civilizadamente, mas fiquei aliviada quando voltei para o meu refúgio antissocial, no domingo à noite. Na segunda, foi meu detox social: fiquei o dia inteiro sozinha em casa. Só saí do meu apê para por o lixo para fora e não encontrei nem vizinhos no trajeto.
Na terça de carnaval, eu fui ao cinema assistir "A menina que roubava livros". O filme está em cartaz há bastante tempo e só tinha uma sessão. Quando eu comprei o ingresso, o cinema estava completamente vazio. Fiquei feliz. Mas o primeiro casal que entrou no cinema, sentou bem ao meu lado e ainda levou um pic nic para comer durante o filme. Antes de começar, o homem do casal perguntou para a namorada/esposa/vítima: "esta porra é legendada ou dublada?" (um gentleman, como vocês podem notar). Ela disse que era legendado e ele reclamou (gentleman e com preguiça de ler, um verdadeiro príncipe encantado). Bom, eles ruminaram tudo o que podiam ruminar, mas se comportaram durante o filme. O problema foi uma mocinha que achou de bom tom ficar papeando no whatsapp nos momentos finais do filme, incomodando a todos com a luz do celular. Será que vai morrer se mantiver o celular desligado durante o filme? Ainda bem que um cara reclamou em voz alta e ela entendeu o recado e desligou o celular. Olha, tudo isto me fez ficar pensando: "eu queria estar assistindo filme sozinha na minha casa..." Enfim, eu adoro cinema, mas seres humanos estragam tudo o que há de bom na vida.
Na semana seguinte, fui ao circo com meus pais. Olha, fazia mais de 20 anos que eu não ia ao circo. Achei bem divertido e gostei de fazer um programa diferente. Nem as pessoas me incomodaram, vejam só.
Marcadores: apartamento, cinema, diálogo em família, família, feriado, gente chata
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Josei e Kami Sal
às 6:48 PM

sábado, fevereiro 22, 2014
Existe um tumblr chamado História sem Graça. Uma história minha foi publicada lá, mas eu acho que poderia publicar minha vida inteira neste tumblr.
Quem mora sozinha(o) precisa ser um pouco Palmirinha, um pouco Marinete, um pouco Pereirão, um pouco McGyver. Cada dia, um probleminha e você vai descobrindo que consegue resolver. Dia destes, impliquei com o ralo do banheiro. Achei que estava escoando pouco a água e resolvi abrir para ver o que estava acontecendo (e meu pai tinha dito que eu não usaria minha caixa de ferramentas, pfff). O ralo tem um filtro e o filtro estava cheio de cabelo e restos de reforma. Tirei, limpei tudo, uma beleza. Fui tomar banho e estava me achando a marida de aluguel. Eis que olho para o lado e vejo que a água que estava entrando no ralo do chuveiro estava saindo pelo outro ralo do banheiro. A água subia, subia... Eu estava quase pegando um bote salva-vidas, mas lembrei que estava num apartamento, não num barco. Fiz uma barreira para a água não ir mais para o corredor e enxuguei o banheiro. Marquei visita técnica da construtora e fiquei 2 dias tomando banho na casa da minha mãe, enquanto esperava a solução. Até que decidi que eu mesma iria resolver o problema. Abri o outro ralo, desentupi e tcharan!... deu certo!!! Uns dias depois, a assistência técnica foi lá e deu com a cara na porta.
Certa tarde de janeiro, eu fui ao mercado mais perto da casa da minha mãe . Quando estava parando o carro no estacionamento, uma senhorinha me abordou e perguntou se meu carro tinha alarme. Eu disse que sim e ela falou que isto não impediu que um ladrão arrombasse seu carro, minutos antes, naquele estacionamento. Pronto: fui embora na hora e não consegui mais voltar lá. Mas, um mês depois, houve um caso emergencial: eu não tinha comida em casa. Deixei o carro, morrendo de medo. Fiquei tensa durante todo o tempo em que fazia compras. Voltei para o carro e estava tudo bem. No que eu entrei, um mocinho pediu para eu abrir a janela. Eu fiquei paralisada com as mãos no volante, não conseguia nem abrir a janela, nem dar partida e sair correndo. Acabei abrindo a janela e ele só queria pedir esmola. Mesmo assim, cheguei em casa com o coração na boca. Acho que não volto mais àquele mercado...
Pintar o cabelo de vermelho é aquela maravilha. Fiz isto num domingo, na casa da minha mãe (aliás, foi ela quem pintou meu cabelo). Na hora de lavar, eu consegui espirrar tinta pelo banheiro INTEIRO!!! Ficou parecendo um cenário do massacre da serra elétrica. Até hoje, 2 semanas depois, ainda tem respingos em lugares estranhos, tipo no chuveiro e no teto (?!?).
Minha coluna reclamou, reclamou, começou a travar minhas pernas e eu entendi a mensagem: hora de voltar para a hidroginástica. Estou em uma nova academia e gostei da primeira aula, só o que me incomodou foi ter que passar pela sala de musculação, com aquelas pessoas que, definitivamente, não precisam de musculação, me observando e, na minha cabeça paranoica, me julgando por 1) estar fora de forma e 2) por fazer uma atividade física de velhinhas.
Meu triunfal retorno às piscinas resultou num Diálogo em família (ah, só um esclarecimento: minha mãe faz hidroginástica há mais de 1 ano, mas vai de manhã. Eu vou fazer à noite):
Marcadores: apartamento, carro, diálogo em família, família, hidroginástica, vaidade
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Josei e Kami Sal
às 1:45 PM

segunda-feira, janeiro 27, 2014
Os problemas de dezembro se arrastaram até o começo de janeiro. Meu estresse era tanto que eu estava me sentindo culpada até por coisas que eu não tinha feito. Aí, as coisas estavam voltando aos eixos e uma vaca ferrou tudo de novo. Não é fácil...
Eu tenho pensando se não seria bom ter um blog só para contar dos assuntos do apartamento. Aliás, eu pensei nisto desde que comprei. Até o nome eu tinha pensado. Mas, para que, se eu posso falar sobre isto no MB, né? Então, agora o apartamento está completo de móveis. Nem acredito que eu consegui reformar e mobiliar tudo em menos de 1 ano!!! As últimas aquisições moveleiras foram o armário de lavanderia (na verdade, ele estava comprado há eras, mas meu pai e meu irmão foram montar só no fim de semana retrasada) e uma cama de solteiro para o home office/quarto de hóspedes, que eu disfarçarei de sofá quando não tiver hóspedes. Para isto, eu comprei 3 almofadas enormes para criar um encosto, e tecido para forrar as almofadas e o colchão. Eu queria saber costurar, para eu mesma fazer...
Isto, aliás, rendeu um Diálogo em família:
Agora, das janelas do apê, eu posso assistir a versão ao vivo de Polícia 24h. Se bem que eu nunca vi a polícia lá durante os episódios de "desinteligência" que eu presenciei. O primeiro foi durante a madrugada, quando eu estava avidamente lendo para terminar um livro. Ouvi uma gritaria na rua e vi 2 homens de uma casa próxima ao condomínio brigando. Tempos depois, também de madrugada, fui fechar a janela do quarto e vi um homem batendo no outro, na mesma casa. O que estava apanhando caiu e um terceiro surgiu dando choques nele com uma arma de choque. Terceira vez, foi à tarde. Mas quem estava brigando com o tal rapaz era a mãe dele. Pelo que eu entendi, ele é viciado em drogas e pega dinheiro dos parentes, por isto as brigas.
Mas eu fugi deste hospício generalizado que é minha vida e estou passando uns dias em Pinheiral. Com o que pode (ou não) acontecer no trabalho, talvez não fosse o melhor momento para fugir. Por outro lado, minha presença não faria a menor diferença na situação, então, melhor ficar longe, relaxar e só pensar nisto na volta.
Marcadores: apartamento, diálogo em família, pessoas estranhas, trabalho, viagem
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Josei e Kami Sal
às 10:22 PM

quinta-feira, janeiro 09, 2014
Como foram de festas de fim de ano? Eu posso dizer com certeza que o Natal de vocês foi bem melhor do que o meu. Eu tive intoxicação alimentar no fim de semana anterior ao Natal (dica: nunca, em hipótese alguma, descongele, recongele, descongele, recongele, descongele e depois coma a comida - ela estraga), mas fui para a chácara no domingo, na véspera e no dia de Natal, ainda doente. A chácara tinha a piscina mais suja que eu já vi na minha vida, ou seja, sem condições de uso. E não tinha wi-fi ou sinal de celular, faltava água de tempos em tempos e faltou luz. Por causa da situação da chácara, todos meus parentes ficaram doentes. Ou seja... Na terça, eu só fiquei entediada e pensando como eu seria feliz se pudesse passar o Natal naquele resort em Gramado onde eu me hospedei no ano retrasado. Na quarta, eu levei um livro e fiquei revezando entre ler e dormir, o dia todo. Isto é que é feliz Natal, hein?
Mas o Natal foi só para coroar o pior mês de dezembro de todos os tempos. Muita, mas muita coisa mesmo deu errado no trabalho. O que ficou claro para mim é que você pode ser um bosta de um funcionário, desde que tenha costas quentes. Mas se você for um bom funcionário, e cometer um erro que seja, você vai ser execrado, inclusive pelos bostas de costas quentes. E os bostas são ouvidos, você, não. Quem mandou não ter QI (quem indica), né?
Por falar em trabalho, tive este emocionante Diálogo em família:
Ah, é, e meu carro começou a fazer barulhos esquisitos. Mas eles pararam assim que o ano acabou, então eu ainda não sei o que aconteceu. Talvez tenha sido só a maldição de dezembro/2013.
O réveillon foi bem mais tranquilo. Passei na casa dos meus pais, meu organismo estava em ordem, então, eu consegui comer bem e beber bebidinhas gostosas.
Estou tentando aprender a cozinhar. Até agora, o que eu fiz ficou bom e eu não incendiei o prédio. Mas a verdade é que, para quem mora sozinha, não compensa ficar cozinhando. Como eu disse no post anterior, as embalagens de ingredientes são muito exageradas.
Mas o ano está só começando e tudo o que eu posso desejar é menos mimimi na vida de todos nós. 
Marcadores: bonita história triste, carro, culinária, desabafo, diálogo em família, doente, família, festa, Natal, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 9:59 AM

segunda-feira, dezembro 16, 2013
O que acontece é que, geralmente, não tenho tempo de escrever um post inteiro de uma vez. Aí, escrevo um pedaço e deixo para terminar depois. Quando chega o depois, releio o que estava escrito acho uma droga, apago tudo e fico sem nada para publicar. Quantas vezes será que já tentei escrever esse post?
Por isso que as resenhas são mais fáceis. Leio o livro e escrevo a resenha. Quando vou passar a limpo, é claro, acabo dando uma mudadinha aqui, uma mudadinha ali, mas no geral ainda é o mesmo texto. Outro grande problema que não acontece com as resenhas é eu esquecer tudo que ia escrever. Eu até tento manter o caderno da maldade por perto, mas não é tão fácil quanto parece puxar uma caderneta do nada e anotar alguma coisa sem chamar atenção. Tá, eu poderia usar o celular e disfarçar dizendo que estou respondendo uma mensagem. Isso até melhoraria minha velocidade de digitação. No entanto, quem assistiu ou leu Mirai Nikki (Diário do Futuro) há de concordar comigo que, talvez, usar o seu celular para fazer um "diário de coisas bizarras" possa não ser a melhor idéia. Como diria a Bradesco Seguros, "vai que...".
E pra fechar, mais um Diálogo em Família:

Caminhei nas horas:
Marcadores: diálogo em família, mimimi, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 5:52 PM

quinta-feira, agosto 08, 2013
Já faz quase um mês que eu não falo sobre a minha vida aqui. A verdade é que pouca coisa que eu pudesse postar aconteceu. Eu bati todos os meus recordes de falsidade na véspera do meu aniversário, mas meu estômago, este meu órgão emocional, se rebelou contra isto. Também venci o preconceito contra fazer enxoval, até porque minha cama vai precisar de lençóis. Aliás, eu pensei no quão bom seria se eu pudesse ficar em casa bordando monograma em fronhas, porque estou ficando tão estressada com coisas do trabalho que eu tenho sonhado com explosões e guerras. Isto quando eu consigo dormir e não tenho que virar a noite lendo para distrair o cérebro e não surtar.
Mas eu tive uma epifania sobre como acabar com o estresse, em um Diálogo em família:
Marcadores: desabafo, diálogo em família, nada, reflexões inúteis, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 8:34 PM


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