quinta-feira, maio 01, 2014
Neste momento da minha vida, coisas boas têm acontecido, mas eu tenho que mimimizar, porque eu não sou eu sem mimimi.
Depois de 4 anos, consegui uma promoção no meu trabalho. Muita gente lá mataria para estar no meu lugar. Pelo olhar de certas pessoas quando souberam da notícia, algumas, inclusive ME matariam para estar no meu lugar. Mas esta coisa boa que tanta gente quer, inclusive eu queria, trouxe um outro lado: eu tive que sair do departamento onde eu trabalhei durante 4 anos, onde eu tinha meus amigos, onde eu já conhecia todo o serviço, onde eu gostava de trabalhar. Eu nem lembrava mais como eu odeio começar num novo lugar, não entender nada, não saber o que fazer. Também nunca tinha saído de um lugar que eu gostava. Olha, foi um drama. Mas eu não podia dizer isto para ninguém de lá nem da minha família, então, eu só sorria e dizia como estava feliz, e deixava para chorar sozinha no conforto do meu refúgio antissocial. Não que eu não estivesse feliz, mas eu estava triste também. Acho que é difícil para os outros entenderem que eu posso estar feliz E triste a respeito da mesma coisa. No meio desta minha tempestade emocional, eu ainda tinha que ouvir vários colegas dizendo que era triste ir ao meu antigo departamento e eu não estar mais lá, e isto não me ajudava em nada. E para encerrar minha primeira semana com chave de ouro, ainda tive um problemão com uma pessoa de outro departamento, me descontrolei e acabei indo chorar no meu antigo departamento. Ou seja, crianças, como diriam as Pussycat Dolls, "But be careful what you wish for 'cause you just might get it". Agora, já estou bem, aprendendo o novo serviço e me adaptando ao novo departamento (e visitando meu antigo departamento todos os dias).
Aí, chegou o feriadão prolongadíssimo de Sexta-Feira Santa + Tiradentes. Disto Josei-tenshi não poderia reclamar, não é? Pois nunca duvidem do meu poder de reclamar. Porque eu fiquei muito mal de dor de cabeça, com direito a muito enjoo, uma pressão esquisita no peito e a sensação que tinha alguém me enforcando enquanto eu dormia. E a encontrar a razão personificada do mimimi que eu contei no parágrafo anterior.
E tem outra coisa que não é motivo de reclamação, também, mas eu reclamo: minha parede amarela, na sala do meu apartamento (aka refúgio antissocial). Ela não tem nada de errado, está lá, amarelinha bem clarinha, da cor que eu escolhi e acho que ficou muito bem, porque iluminou o apartamento. Mas ela está muito vazia, e isto me irrita toda vez que eu olho para ela. Mas a solução está próxima: saí no feriado e comprei 2 quadros grandes para ela. Só falta colocar na parede.
Para encerrar este post choroso, um Diálogo em família:
Marcadores: apartamento, diálogo em família, doente, emo, feriado, mimimi, novidade, trabalho
Postado por
Josei e Kami Sal
às 8:10 PM

quarta-feira, março 19, 2014
Vamos começar este post de cabeça para baixo? A primeira coisa vai ser o Diálogo em família:
As 2 coisas que eu mais ouço desde que vim morar sozinha são: "agora, só falta um marido" e "você não se sente sozinha, com vontade de conversar com alguém?". Sobre o primeiro comentário, gente, que parte de GOSTO DE MORAR SOZINHA as pessoas não entendem? Sobre o segundo, eu tenho uma confissão: quanto mais tempo eu moro sozinha, mais intolerante eu fico com as outras pessoas.
Agora, imagine esta pessoa antissocial solta no mundo. No fim de semana do carnaval, tive que lidar com parentes difíceis: as que falam mal da família no facebook e depois se fazem de boazinhas, um que eu tenho birra por motivos sérios, e as que ficam dando palpite na minha vida. Eu agi civilizadamente, mas fiquei aliviada quando voltei para o meu refúgio antissocial, no domingo à noite. Na segunda, foi meu detox social: fiquei o dia inteiro sozinha em casa. Só saí do meu apê para por o lixo para fora e não encontrei nem vizinhos no trajeto.
Na terça de carnaval, eu fui ao cinema assistir "A menina que roubava livros". O filme está em cartaz há bastante tempo e só tinha uma sessão. Quando eu comprei o ingresso, o cinema estava completamente vazio. Fiquei feliz. Mas o primeiro casal que entrou no cinema, sentou bem ao meu lado e ainda levou um pic nic para comer durante o filme. Antes de começar, o homem do casal perguntou para a namorada/esposa/vítima: "esta porra é legendada ou dublada?" (um gentleman, como vocês podem notar). Ela disse que era legendado e ele reclamou (gentleman e com preguiça de ler, um verdadeiro príncipe encantado). Bom, eles ruminaram tudo o que podiam ruminar, mas se comportaram durante o filme. O problema foi uma mocinha que achou de bom tom ficar papeando no whatsapp nos momentos finais do filme, incomodando a todos com a luz do celular. Será que vai morrer se mantiver o celular desligado durante o filme? Ainda bem que um cara reclamou em voz alta e ela entendeu o recado e desligou o celular. Olha, tudo isto me fez ficar pensando: "eu queria estar assistindo filme sozinha na minha casa..." Enfim, eu adoro cinema, mas seres humanos estragam tudo o que há de bom na vida.
Na semana seguinte, fui ao circo com meus pais. Olha, fazia mais de 20 anos que eu não ia ao circo. Achei bem divertido e gostei de fazer um programa diferente. Nem as pessoas me incomodaram, vejam só.
Marcadores: apartamento, cinema, diálogo em família, família, feriado, gente chata
Postado por
Josei e Kami Sal
às 6:48 PM

sábado, junho 01, 2013
Depois de fazer uma pós e passar 1 ano reclamando de perder meus sábados, e de fazer outra pós e passar mais 1 ano reclamando de perder meus sábados e de ter que acordar cedo, eu resolvi fazer uma disciplina na pós. Só uma. Só um mês e ainda sem compromisso nenhum. Aliás, nem um mês foi, porque no dia da primeira aula eu estava viajando. Eu achei interessante o conteúdo, mas a professora seguia uma abordagem de psico bem diferente do que eu acredito, aí eu ficava com arrepios. Nos dois últimos sábados, eu fugi mais cedo por causa da Reforma.
Sim, Reforma assim, com letra maiúscula, porque ela parece um mecha de 3m, tipo o Sistema, de que todos falam na faculdade, e que comanda a sociedade. Nada é culpa das pessoas, é tudo culpa do Sistema, este mecha malvado. Assim como na minha vida, atualmente, é tudo em função da Reforma.
Então, esta é mais uma edição do meu "diário cimentício". Como eu contei no post anterior, enquanto eu viajava, os pisos, revestimentos e gabinetes foram colocados, e as 2 pias foram trocadas (só porque eu sou frescurenta e quis pias diferentes das que vieram no apê). No sábado passado, fugi da aula e passei o dia todo no apartamento, com meus pais e meus tios. Meu tio instalou o lustre da sala, os plafóns e os porta-coisas do banheiro. Enquanto isto, eu limpei a faixa da cozinha, as pastilhas do banheiro, os parapeitos e , pasmem, passei massa corrida onde o pedreiro teve que quebrar. Se um dia eu sair do Teto Convexo, já posso ter uma nova profissão. Ah, é, ninguém acreditou que eu conseguiria, porque assim é a minha vida, mas até que ficou bem feitinho.
No dia seguinte, fui comprar mais coisas que estavam faltando e escolhi as tintas. Eu fico vermelha só de lembrar da breguice dos nomes das tintas. Uma das que eu escolhi se chama (*vergonha, vergonha*) Amor. Aí, pessoas vão me visitar, perguntam qual é tinta e eu, "ah, é o Amor". E brota Zezé di Camargo no meio da minha sala e começa a cantar. Imagina? Eu não podia ter gostado de uma cor com um nome mais malvado, não? Ou um nome mais comum, como eu o chamei, "Vermelho Vermelho"?
Passei meus 2 dias de feriado prolongado no apartamento, com meus pais e tios, pintando. Houve um pequeno contratempo: quando passaram o Branco Gelo na parede, ele ficou parecendo Cinza Depressão, então eu tive que trocar a tinta. Troquei pelo Palha, que deu uma cara muito mais "solar" para o apartamento. Eu fiquei responsável por colocar fita crepe para proteger os batentes e rodapé, lixar a massa corrida, e pintar perto do rodapé, das janelas, das portas e do teto. Muito emocionante subir numa escada ao lado de uma janela aberta no terceiro andar. Meu cerebrinho ficou tocando, em loop "make my way back home and learn to fly" e o trechinho de "A Montanha" que eu usei como título deste post.
Marcadores: apartamento, faculdade, família, feriado
Postado por
Josei e Kami Sal
às 12:39 PM

quarta-feira, abril 03, 2013
Eu passei 4 meses sofrendo por antecipação, passando por todas as fases do luto por algo que eu dava como certo que ia acontecer. Na minha viagem à Gramado, eu fiz um pedido no poço dos desejos do Mini Mundo para que aquela coisa não acontecesse (sim, eu sou dessas). E deu certo, gente!!! Se eu soubesse que o poço funcionava mesmo, teria usado mais moedas e pedido para virar milionária, também.
Eu poderia resumir meu feriado prolongado de Páscoa em 2 palavras: GRIPE e APARTAMENTO. Mas eu prefiro chateá-los com um post contando tudo em detalhes. Quarta-feira, o feriado ainda não tinha começado, mas a gripe sim. Acordei com febre, tomei remédio e fui trabalhar. Como Lady Murphy nunca se esquece de mim, foi um dia em que eu tinha muita coisa para fazer, em que todo mundo queria tudo para anteontem. E eu espirrava o tempo todo.
Quinta-feira, nós ganhamos um ponto facultativo. E o que esta simpática e gripada blogueira fez? Ficou de repouso esperando o ciclo do vírus se completar, como os médicos recomendam? Não!!! Saiu para fazer orçamento de material de construção. 3 lojas e quase 5h depois, já estava tudo escolhido, mas nada comprado e eu estava um caco. Na sexta, eu tava muito, muito mal. Tive febre várias vezes, mas precisava ir ao apartamento tirar uma medida. Na volta, só para ajudar, um zé ruela passou direto no "pare" e quase bateu no meu carro. Eu juro que não sei como consegui desviar a tempo de evitar uma tragédia. No sábado, eu fui comprar o material que tinha escolhido. Fui à loja 1, comprei quase todo o acabamento: piso, revestimento, pia, gabinete de pia, rejunte, chuveiro, ganchos de banheiro... Aí, fui à loja 2, comprei cimento e material miúdo. Meu irmão foi comigo e sugeriu levar o cimento para o apartamento. Cheguei no apartamento e lembrei que tinha esquecido o verdadeiro motivo porque tinha ido à loja 2: comprar o gabinete de banheiro. Lojas de material de construção costumam fechar ao meio-dia aos sábados. Já eram 11:30. Fomos correndo e eu consegui comprar, mas deixei em casa, porque a febre tinha voltado e eu queria descansar. No domingo, fui almoçar no shopping com a minha família. Aproveitei que estava lá e comprei remédios e lenços de papel, e procurei uma torneira com filtro para o apartamento, mas não achei.
Aí, chegou segunda e eu achei que, mesmo trabalhando, ia ser menos cansativo, porque pelo menos ia ter uma folguinha desta coisa de reforma. Ledo engano. Tô eu quase saindo para o almoço e liga a moça da loja 1 para avisar que o entregador estava na frente do prédio e não tinha ninguém para receber o material. Oi, eu tinha avisado que era um apartamento fechado e que, por isto, tinham que me avisar ANTES de ir. Liguei para o meu pai, ele estressou. Aí, moça ligou de novo para reclamar que não tinha ninguém lá. Aí, entregador ligou para reclamar que se não aparecesse ninguém, ele ia embora. Eles estavam me deixando maluca!!! E eu sem poder fazer nada!!! No fim, meu pai e meu irmão foram receber o material. Eu ainda nem fui lá para conferir...
Marcadores: apartamento, bonita história triste, carro, desabafo, doente, família, feriado, trabalho
Postado por
Josei e Kami Sal
às 1:31 PM

quarta-feira, novembro 21, 2012
Estou de férias desde segunda!!! Fiz um arranjinho legal e transformei 15 dias em 25, juntando feriado prolongado + férias + abonadas do ano passado + fim de semana. Neste ano, eu não vou ficar "mimimi, o Teto Convexo vai acabar se eu não estiver lá, não consigo relaxar nas férias", porque eu estou precisando DESESPERADAMENTE de descanso. Com tudo que tem acontecido nos últimos tempos, acho que se tivesse que trabalhar mais uma semana, eu ia surtar. Aliás, na noite passada eu fiquei pensando nos problemas de trabalho e tive insônia de novo. Viram como eu preciso mesmo de férias?
Bom, mas vamos ao que aconteceu desde a última vez que eu vim chorar as pitangas em público, sem o menor pudor. Na véspera do feriado prolongado, foi aniversário de uma das minhas colegas do Teto Convexo e teve festa na casa dela, com pizzas e Imagem & Ação. Dormi lá e, no dia seguinte, desabafamos sobre o trabalho, porque não tá fácil para ninguém.
Na sexta à noite, fui com meus pais e meu irmão tomar sorvete num lugar tão, tão distante. Fazia eras que eu não tomava sorvete na sorveteria e estilo self service. Muito bom. No sábado, teve churrasco na casa da minha tia. Honestamente, prefiro festas ao estilo da que foi a da minha colega. E no domingo, fomos visitar a vovó.
Na festa na casa da minha tia, eu descobri que sou o alvo das fofocas familiares do momento. Explico: estou de férias, decidi viajar sozinha. Nada demais, na minha opinião. Sou adulta, solteira, vacinada e dona dos meus reais. Acontece que parentada não acredita que eu vou mesmo sozinha. Altas teorias de que eu vou 1)encontrar o "sr. inexistente" no aeroporto, por isto não quero que meus pais me levem até lá (na vera, meu pai não quer me levar para não pegar estrada de madrugada), ou 2)nós marcamos de nos encontrarmos no meu destino, que eu chamarei aqui de Campão, seguindo as leis do MB. Agora, me diz: a troco de que eu esconderia um namorado, do alto dos meus 31 anos de idade??? Isto faz menos sentido do que eu querer viajar sozinha!!! Quem dera minha vida tivesse tanta emoção, romance e segredos quanto meus parentes acham que tem...
Dito isto, encerro meu post avisando que eu vou viajar SOZINHA amanhã e quando eu voltar, eu conto minhas aventuras e os passeios que eu fizer SOZINHA.
Marcadores: churrasco, desabafo, família, feriado, férias, festa, trabalho
Postado por
Josei e Kami Sal
às 10:46 AM

domingo, novembro 18, 2012
Quando você tem um vizinho adolescente, se acostuma com o som alto e em ouvi-lo gritando/cantando com uma voz desafinada que ora parece um peixe boi asmático atingido numa das nadadeiras por um martelo, ora parece uma gazela feliz e saltitante hos tropicos. Acha normal encontra-lo na calçada de bermudinha e camiseta, mochilinha nas costas, bicicleta a tiracolo, pedindo dinheiro para o papai para comprar um lanchinho. No fundo, você nem acha tudo tão normal, mas tem a esperança de que a criatura cresça e se torne alguém descente, já que adolescencia é uma fase. Mas, quando quem está tendo todos os comportamentos descritos acima é seu vizinho de 40 anos, não há mais esperança.
Além de ser um adolescente de 40 anos, o vizinho recomeçou com a mania a la Zé do Caixão de limpar a casa. Coisas do tipo "a meia noite lavarei o corredor". Realmente, um vizinho faxineiro da madrugada adolescente de 40 anos é demais para mim. É demais para qualquer. Fico pensando quando é que ele dorme, se a qualquer hora do dia ou da noite ele está pronto para azucrinar a vida dos vizinhos.
Enquanto isso, lá estava eu calmamente na copa, sem me intrometer na vida de ninguém. Stafora e Criatura assistindo TV. De repente, Criatura pergunta "eles são paranormais, né?". Stafora responde sério "não, são paraplégicos". Levantei e fui para a cozinha. Minha mãe pergunta "por que é que você está tão feliz?". Eu juro que estava tentando me controlar, mas isso foi demais pra mim. Cai na gargalhada. Logo Stafora estava lá reclamando de mim, porque eu estava rindo enquanto ele tentava se controlar e não rir.
No feriado, para variar muito minha rotina, fui passear. Oh!!! Primeiro, fui conhecer um terreno/chacara que Stafora estava quase que meio interessado. Depois, fomos ao jardim botanico de Bizarrelandia. Muito bonito. Passamos pelo orquidário, jardim sensorial, a estufa das samanbaias. Por fim, fizemos a trilha ecológica correndo porque só faltavam 30 minutos para o lugar fechar. O fim do mundo está mesmo chegando.

É um espelho sem razão:
Marcadores: diálogo em família, feriado, gente chata
Postado por
Josei e Kami Sal
às 3:35 PM

terça-feira, novembro 06, 2012
Tem épocas em que a vida pessoal não está muito bem e eu me refugio no trabalho. Quando a vida profissional não está bem, eu me refugio em casa. Aí, a vida pessoal não estava lá estas coisas, eu recebi uma notícia ruim no trabalho e eu me refugio onde? No mundo de The Sims, porque lá, pelo menos, eu tenho algum controle. Está sendo bom voltar a viver no mundo de The Sims, porque estou jogando o 3 com todas as expansões. Muitas aventuras, carreiras, dinheiro, ou seja, infinitamente melhor que a vida real. Eu devia ficar jogando The Sims por 24 horas, já que nem dormir eu estou conseguindo, mesmo...
Agora eu estava pensando nas fases do luto. Ninguém morreu recentemente, mas acho que dá para aplicar as fases do luto em qualquer situação de perda. Eu me acho na fase da raiva. Eu tinha pulado da negação para a barganha e agora que voltei para a raiva. Acho que é uma das melhores, porque ajuda a lidar melhor com as coisas. Estou escrevendo coisas sem sentido só para desabafar. Não se preocupe, eu nem estou tão mal quanto pode parecer. E daqui a 2 semanas, uma coisa muito boa vai acontecer e eu vou ficar feliz em voltar aqui para contar que fiquei bem, mesmo que temporariamente.
Querem saber do meu feriado? Ele me fez pensar que eu fui trocada na maternidade, porque não é possível que alguém tão antissocial tenha nascido de uma família tão festeira. Na quinta, teve sobá na casa da minha tia, com os amigos da família. Na sexta, galera toda foi para Terra do Surf. Acabei dirigindo lá e, gente, o que é aquela cidade? Tão pequena e atrasada que o Código de Trânsito nem chegou lá. Não tem placa!!! Você não sabe de quem é a preferencial, se a rua é contramão... Não saber o caminho de onde eu estava indo e minha mãe ficar falando "vira para lá", fazendo gestos atrás de mim, onde eu não podia ver, tornaram a coisa toda mais interessante. Acho que só isto tornou o dia na Terra do Surf interessante. Os parentes ficaram combinando os 4 longos dias da festa de Natal e eu só desejava morar no Acre. Mas espere, que ainda não acabou. No sábado teve aniversário do Primotaku, com seus amigos que dão má fama aos otakus, por se vestirem e agirem como personagens de anime 24 horas. Muito, muito irritante...

Marcadores: carro, desabafo, emo, família, feriado, festa, mimimi, pessoas estranhas, tristeza
Postado por
Josei e Kami Sal
às 9:33 PM

quinta-feira, setembro 20, 2012
Olá, miguxos!!! Posso fazer um pedido muito especial para vocês? Da próxima vez que eu disser que vou voltar a estudar, por favor, acertem a minha cabeça com um taco de baseball? Muito obrigada.
Sabe o que é? Passei o feriado, o sábado, e meu dia de folga na segunda fazendo TCC. E não terminei. Só pulei o domingo porque estava num aniversário, curtindo um Molejão (oi, anos 90!) e me divertindo muito, só que não. Lembrando que é minha segunda pós e eu nem sei porque raios fiz nem a primeira. Já contei que meu cargo, com o qual estou muito satisfeita, só exige nível médio? Pois é, eu sou imbecil. Só isto explica. Agora, já terminei o trabalho, mandei para a
Por falar em ser imbecil, eu sonhei que, 2 anos depois de ter tirado carta, o Detran decidiu que me habilitar foi um erro e que eu devia voltar para a autoescola. Acordei ansiosa, peguei o carro e fui para o Grande Mercado do Sorriso Amarelo, com minha mãe e meu irmão. Chego no estacionamento, paro o carro e começo a dizer "eu não sei estacionar, eu não vou conseguir, eu sonhei que ia perder a carta". Minha mãe acha um tremendo absurdo e diz que eu estou careca de estacionar lá. Acho uma vaga e estaciono. Fim. Se isto não é ser imbecil, o que mais pode ser?
Pinkinininha fez arte numa das madrugadas do fim de semana prolongado. Eu coloquei uma bacia de água do lado da cama, para umidificar o ar, enquanto não comprava o umidificador. Aí, Pinkinininha estava dormindo na minha cama e, em vez de descer pelo lado onde ela estava, ela resolveu fazer um tour em volta da minha cabeça, subir no criado-mudo e pular. Nisto, ela errou o pulo e caiu dentro da bacia. Eu tava tão sonada que só fui ver se ela estava muito encharcada quando ela já estava seca e só fui rir da façanha na manhã seguinte.
O que é Lady Murphy na vida da pessoa: tem um dia horrível no trabalho; vai comprar uma coisa que está querendo há dias e a coisa está esgotada; sua encomenda é acusada como entregue, mas, misteriosamente, não foi recebida. Tudo isto salpicados com flocos crocantes de irritação na garganta e dor de cabeça. Como diria o Muso: "it´s my life".
Marcadores: carro, desabafo, faculdade, feriado, gata, Lady Murphy
Postado por
Josei e Kami Sal
às 10:04 PM

terça-feira, junho 19, 2012
Dias de quermesse perto de casa. Não sou festeira, mas fui quase todos os dias, pelo simples fato de que 1) meus pais trabalham lá; 2) não sei/tenho preguiça de cozinhar; 3) na quermesse tem comida (de quermesse); 4) quando vou à quermesse e falo com meus pais, volto para casa com comida (de quermesse) pronta e gostosa. Só no sábado do feriado prolongado eu fiquei lá mais do que o tempo necessário para pegar a comida e voltar para casa. Meu irmão veio nos visitar, e nós fomos passear na quermesse e reparar que estamos ficando velhos. Pessoas da nossa idade estão casadas e com filhos. Nós não gostamos das músicas que "os jovens de hoje" (sim, isto é expressão de gente velha) - aka sertanojo universiotário - ouvem. Enfim...
Como dona e proprietária de veículo automotor, eu tive que licenciá-lo e usei meu ponto facultativo para isto. Todas as pessoas de Bizarrelândia e região também resolveram ir ao centro da cidade naquele dia. Estava impossível até atravessar a rua. De brinde, eu ainda tive que ficar quase meia hora esperando o ônibus com os possíveis participantes do Congresso Nacional dos Babacas.
No feriado em si, eu fui buscar Pinkinininha na clínica veterinária, porque ela foi castrada. Cuidar dela foi mais simples do que eu imaginava, fora a parte de ela ter esnobado a caminha que estava preparada para ela e ter migrado para a minha cama, e eu ter passado a madrugada acordada, com medo que ela arrancasse os pontos e perdesse as tripas pela casa.
Resumindo: meus planos para o feriado prolongado eram: ficar em casa, faxinar o quarto e assistir séries. Eu: saí para buscar Pinkinininha na clínica veterinária, saí para licenciar o carro, saí para ir à quermesse, não faxinei o quarto e fiquei na internet enquanto os homens (meu pai e meu irmão) assistiam programas de esporte durante 24h.
Na sexta-feira, fui a um aniversário de criança. É, eu não queria ir, mas a festa me reservou 3 gratas surpresas: Dance Dance Revolution, Kinect e algodão doce. Foi para isto que eu virei adulta: para ficar brincando em festa infantil. Enquanto isto, meus primos da minha faixa etária bebiam cerveja e cuidavam dos pimpolhos. Ah, ainda tive tempo de ser sarcástica. Meu tio perguntou do meu namorado (o sr. inexistente) e eu respondi "deixei em casa. Ele só ia me atrapalhar".
E no sábado, foi a tão esperada última aula presencial da minha segunda pós. Foi tudo meio estranho nesta pós, além do fato de eu ter começado o curso na metade do módulo. Minha turma tinha 5 pessoas. Eu fui melhor na disciplina que eu perdi a metade do que em duas nas quais eu não tive nenhuma falta. Aliás, eu fui melhor na disciplina que eu perdi a metade do que muitos colegas que a cursaram inteira. Eu tive problema com grupos de trabalho. Eu fui uma forever alone até que mais da metade da turma terminou o curso e sobramos só os sobreviventes (nós nos chamávamos assim). Não que eu tenha optado em me tornar sociável, foi só que aconteceu. Por causa disto, eu ouvi muito mais intimidades do que eu desejava ter ouvido. Bom, mas agora o constrangimento acabou e o próximo passo é fazer o TCC.
Marcadores: carro, faculdade, feriado, festa, gata, gente chata, vídeo game
Postado por
Josei e Kami Sal
às 1:19 PM


[ As Bizarras ]


[ Já passou... ]
dezembro 2005
janeiro 2006
fevereiro 2006
março 2006
abril 2006
maio 2006
junho 2006
julho 2006
agosto 2006
setembro 2006
outubro 2006
novembro 2006
dezembro 2006
janeiro 2007
fevereiro 2007
março 2007
abril 2007
maio 2007
junho 2007
julho 2007
agosto 2007
setembro 2007
outubro 2007
novembro 2007
dezembro 2007
janeiro 2008
fevereiro 2008
março 2008
abril 2008
maio 2008
junho 2008
julho 2008
agosto 2008
setembro 2008
outubro 2008
novembro 2008
dezembro 2008
janeiro 2009
fevereiro 2009
março 2009
abril 2009
maio 2009
junho 2009
julho 2009
agosto 2009
setembro 2009
outubro 2009
novembro 2009
dezembro 2009
janeiro 2010
fevereiro 2010
março 2010
abril 2010
maio 2010
junho 2010
julho 2010
agosto 2010
setembro 2010
outubro 2010
novembro 2010
dezembro 2010
janeiro 2011
fevereiro 2011
março 2011
abril 2011
maio 2011
junho 2011
julho 2011
agosto 2011
setembro 2011
outubro 2011
novembro 2011
dezembro 2011
janeiro 2012
fevereiro 2012
março 2012
abril 2012
maio 2012
junho 2012
julho 2012
agosto 2012
setembro 2012
outubro 2012
novembro 2012
dezembro 2012
janeiro 2013
fevereiro 2013
março 2013
abril 2013
maio 2013
junho 2013
julho 2013
agosto 2013
setembro 2013
outubro 2013
novembro 2013
dezembro 2013
janeiro 2014
fevereiro 2014
março 2014
abril 2014
maio 2014
junho 2014
julho 2014
agosto 2014
setembro 2014
outubro 2014
novembro 2014
janeiro 2015
fevereiro 2015
abril 2015
junho 2015
setembro 2015
outubro 2015
dezembro 2015
janeiro 2016
agosto 2016
maio 2020
março 2024
maio 2024
[ Musica ]

Blip Josei

Blip Kami Sal
[ Blogs favoritos ]
Muito Macho
Baiacus Cantores de Piraporinha
Encontre o peixe
Sentimentos Verdadeiros
Um Mundo Sem Noção
ISAC
Leis de Murphy
Ninguém lê esta porcaria
BHQ+
Orijinaru
Sorvete Napolitano
**Luty Kitty** Nyu!!
Tipo assim...
Miss Mymi
Frivolidades e Inutilidades
Coma Com Os Olhos
Gatos na Cozinha
Ponto de Fuga
Não bata no gatinho
Satisfeita Yolanda
Sócia da Light
Menina não pode
Receita Perfeita
Pitadinha
Gavilan
[ Flogs favoritos ]
Mundo Bizarro - o flog.
Picolé Napolitano
Flog da Luty
Toscosplay
Deviant Art
Mafia
Baby Mel
Pet Club
[ Sites ]
Mundo Bizarro no Orkut
SOS Anime
Sonando com KareKano
Shampoo.art.br
Henshin
Tomobiki-cho, The Urusei Yatsura Web Site
Friends the Stuff you've never seen
Central de Mangás
Um sábado qualquer
Lady's Comics
Manga Dream
Tsumi
Redisu
Anime Kawaii
Hinata Sou
Anime House
Anime Extremist
Shoujo House
Kawaii Screen
Neopets
AMV.org
Gendou
O Jovem Nerd
Nigthtsy
Anime Lyrics
LiveJournal Furuba
FanFiction.Net
FF-SOL
Click Jogos
Anime Blade
Anime Pró
Madame Malkins
Eu sou blogólatra!




[ Marcadores ]
"real e o sobrenatural"
acidente tosco
animais
anime
aniversário
apartamento
artesanato
banco
barata
biscuit
bizarrice
bizarrice IVCH
blogueira desaparecida
bonita história triste
campus reserva ecologica
Caramelo
Carnaval
carro
celular
Charlie Brown
churrasco
chuva
chácara
cinema
coisas que não entendo
comemoração
computador
culinária
desabafo
dialogo em família
dialogo
diálogo em família
divagações
doente
emo
especial de aniversário
estágio
faculdade
família
feriado
festa
flog
formatura
frase da semana
férias
gata
Gata-Vaquinha
gatos
gente chata
greve
hidroginástica
horário de verão
inseto
insonia
IVCH
jornalismo Mundo Bizarro
kit
Lady Murphy
lagartixa
leseira
livros
lost
Mamãe-Gata
mangás
máquinas
mimimi
música
nada
Natal
nerdice
neura
ônibus
Otaku Fest
outono
paranóia
pesadelo
pessoas estranhas
ponto de ônibus
presente
Quem procura acha aqui - ou não
reflexões inúteis
sonho
shopping
Sorveteria
SOS Anime
susto
televisão
template
teste
trabalho
trauma de infância
tristeza
vaidade
vergonha alheia
viagem
[ Midi ]
[ ... ]
Template by Kami Sal
Todos os direitos
reservados






