sábado, novembro 28, 2009
Olha a tristeza que é essa vida: eu tenho pavor de baratas. E praticamente todos os posts que aparecem no marcador barata são meus... Das duas uma: ou Josei não dá tanta importancia ao fato, ou é a lei da sacaneação agindo contra mim de novo, de novo e de novo...
Mas vamos sair do assunto "a tristeza que é a minha vida" e entrar no tema "a bizarriece auto-infligida que é a minha vida". Quando era pitica, Mamãe abriu uma poupança pra mim que, por sinal, teve pouquissimos depositos já que nunca tive um emprego formal. Eis que, um dia, o governo do estado decidiu criar algo chamado Nota Fiscal Paulista e eu me inscrevi. Consegui ajuntar uns trocadinhos lá e decidi usar o dinheiro para comprar os presentes de Natal. Depositei na poupança certinho e fui ao banco fazer a retirada. Tentei uma senha e deu incorreta. Tentei outra, incorreta também. Putz, não usava o cartão a tanto tempo que tinha esquecido a senha. A mocinha do caixa falou que tudo bem, era só fazer outra. Tudo bem. Fiz a nova senha e não consegui retirar o dinheiro porque não tinha minha assinatura no arquivo do banco. Como a conta tinha sido aberta quando era menor de idade e eu nunca tinha feito nenhuma movimentação na conta antes, minha assinatura não constava. Lá fui eu renovar minha assinatura para depois voltar ao caixa e finalmente sacar o dinheiro...
Quinta-feira dessas, não vou especificar a data, mas foi entre ontem e o big-bang que deu inicio ao universo como o conhecemos, Papai chegou falando da programação da TV e lá vamos a um dialogo em família:
Papai sai da cozinha. Mamãe continua limpando a pia em silêncio e depois de alguns segundos, sentencio pensativamente (na vera, foi pensamento que escapuliu):
Por ultimo, depois de decadas (o exagero é algo comum em mim) falando sobre o assunto, finalmente criei um blog para postar meus desenhos no lugar de deixa-los mofando no fundo da gaveta. Se alguém quiser visitar o Ponto de Fuga, sinta-se a vontade. 
Saida de emergencia:Marcadores: barata, diálogo em família, IVCH
Postado por
Josei e Kami Sal
às 12:16 PM

terça-feira, novembro 10, 2009
Eu odeio baratas. Sim, vamos começar o post com uma declaração de guerra a todos esses seres nojentos e ratejantes transmissores de doenças. Exatamente porque as odeio, mantenho o meu quarto limpissimo, já que a limpeza as afasta. Também passo veneno às vezes e coloco naftalina no armário de mangás e na parte do guarda-roupas onde guardo revistas (coisa que além de afastar baratas, mantém as traças longe). Mas apesar de tudo isso, uma madrugada (mais precisamente, quinta-feira, às 5 da manhã) acordei com o barulho de baratas. E vinha do guarda-roupas. Levantei e fui para o quarto do meu irmão (que fica vazio durante a semana) e fiquei ali, até às 7 horas da manhã brincando com Gata Pequena. Então fiz todas as minhas atividades matinais diarias e quando não era mais possivel postegar o momento, Mamãe e eu fomos ao meu quarto. Como guarda-roupas é muito bem fechado na parte de cima, nos concentramos em desocupar as gavetas (unico local onde um ser maligno poderia ter entrado). Desocupamos e tiramos as seis gavetas e nada. Cogitamos arrastar o movel, mas era impossivel: além de ser feito de madeira maciça, as duas parte de cima ainda estavam cheias. A boa noticia é que não havia sujeira de barata, logo ela não estava lá a mais de uma noite. Decidimos borrifar veneno atras dele pra ver se a barata saia. Sairam. Quatro. Mamãe matou todas enquanto eu me protegia segurando o vidro de inseticida como se fosse a tabua da salvação e borrifando em tudo que tivesse o aspecto de uma barata e aparece perto de mim (não tenho ideia de de quantas manchas no chão e papeizinhos matei assim)... Depois disso, tirei todas as roupas do quarto e passei tanto veneno nele que ficou com uma neblina toxica. Tranquei portas e janelas pra ter certeza que se tivesse sobrado alguma barata ali morreria.
Tudo parecia bem, mas eis que na parte da tarde, Mamãe encontrou uma barata embaixo da pia. Pensou, vou borrifar veneno e tudo estará resolvido. Eis que depois do borrifo, começaram a surgir outras. Nessas horas, eu já estava de novo me abraçando ao vidro de veneno como se fosse a tabua de salvação, quando Mamãe descobre de onde as baratas. Tem um buraco pro inferno debaixo da pia. Tá, não tem cheiro de enxofre, nem chamas, então é provavel que não seja um buraco até o inferno de verdade, mas considerando sua localização perigosamente proxima do cano de descarte da água, acreditamos que possa ir até o esgoto. Mamãe disse que vai comprar cimento e prepara-lo com DDT no lugar de água pra tampar o buraco (o que segundo meu avô, pai dela, é tiro e queda pra por fim em baratas). Confio em sua sabedoria vovô!
Depois disso, fui caminhar em pânico, confundindo tudo no universo com baratas. Voltei pra casa e não queria mais entrar na cozinha e no meu quarto. Passei a noite no quarto do meu irmão (claro, que não consegui dormir). Sabado pela manhã, fui até o centro na minha peregrinação para pegar o ultimo carrinho da coleção do jornal. como ainda estava meio em choque, decidi fazer algo que sempre me deixa muito feliz: olhar a decoração de Natal das lojas do centro. Acabei comprando umas bandejas natalinas e uma mini-árvore de Natal de vidro com guisos coloridos pra colocar no meu quarto e afastar os maus fluidos deixados pelas baratas. Depois de procrastinar muito o momento, na parte da tarde, com ajuda de Mamãe, finalmente arrumei e limpei o quarto. Acabei decorando ele para o Natal também, apesar de estar meio cedo...
E enquanto isso na sala do médico, descobrimos que Papai é diabético. Digo descobrimos porque todo mundo já percebeu, menos ele que continua comendo tudo que vê pela frente (sério, a quantia de arroz que ele come numa refeição daria pra alimentar uns 5 etiopes famintos), bebendo refrigerante como se fosse ar (é, porque nem água se bebe numa quantidade tão grande. Aqui um adendo, ele tem bebido zero e diet porque Mamãe parou de comprar do normal), comendo bolo com calda de açucar de confeiteiro (alias, ele nunca gostou de bolo de chocolate/cenoura/acerola/capuccino/laranja antes da noticia de que é diabetico) e acha que caminhar é idiotice (é a unica pessoa da casa que não faz caminhada)... Concluindo, se alguém tem algo a dizer a ele seja rápido.
Ademais, surgiu o boato de que entrou ladrão em minha casa. Como eu não fiquei sabendo de nada e passo tipo umas 22 horas por dia dentro de casa, posso dizer que das duas uma: ou é mentira, ou ele entrou, viu o estado calamitoso da casa que implora por uma reforma e foi embora sem levar nada. Acredito mais na primeira alternativa...
Nem sei como cheguei aqui:Marcadores: barata, Natal, paranóia, pessoas estranhas
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Josei e Kami Sal
às 2:58 PM

sábado, setembro 15, 2007
Lembram que eu contei que minha memória está ruim? Pois bem, domingo, mais uma vez, dou provas de que estou cada vez pior. Estava preparando gelatinas de quatro cores diferentes, logo haviam quatro caixinhas de gelatina. Termino as gelatinas e vou juntar as caixinhas para colocar no lixo reciclável (porque o MB também é preservação ambiental). Pego as quatro caixinhas na mão e fico olhando para todos os lados com aquela expressão de quem procura algo. Finalmente desisto de procurar e falo para Mamãe que está faltando uma caixinha. Mamãe olha para mim com aquela cara de "como assim?" e adverte que já estou com as quatro caixinhas na mão. Eu deveria ter concordado, mas eu insisti que só estava segurando três caixinhas e ainda vou contar pra mostrar que falta uma. 1, 2, 3... 4... Mamãe me olhou triste, como quem está pensando "Coitadinha, essa aí já não tem mais jeito... Tão jovem e maluca."
Às vezes, eu tenho a impressão de que as pessoas fazem as coisas só pra ver se eu surto mais rápido... Por exemplo, aqui em casa só tem um banheiro. Eu chego na sala onde Mamãe e Papai estão assistindo televisão e aviso que vou tomar banho. Subentende-se que o farei dentro do banheiro, né? Eis que, no momento em que estou pegando a toalha para o banho, Papai surge com a pergunta "Você não vai entrar no banheiro, né?". Pelo amor do Charlie Brown!!! Pelos poderes do Conrado Caqui!!! Depois de um breve momento de catatonismo, respondo "Não, vou tomar banho na sala mesmo." Pena que Papai não entenda esse tipo de ironia...
E na terça me deparei com um espetáculo que pensei que jamais veria no circo dos horrores: a rotatória da morte. Uma versão mais tosca e palhaça do globo da morte. O palhacinho suicida só precisou de um gol preto, uma rotatória e quatro destemidos amigos... Eu não fiquei pra ver o final do espetáculo.
Mudando de assunto, mas não muito já que tem palhaço nessa historia também, um sujeito tem um casal de bassets, 3 filhotes com 50 dias e um filho de 19 anos. Ele planejava vender os filhotes que são raça pura, mas ter um filho muda tudo na vida de uma pessoa. Num lindo e ensolarado sábado (hoje), o rapaz de 19 anos decide brincar com o basset pai: pega uma patinha dianteira do cachorro com uma mão, a outra patinha dianteira na outra mão e gira. Basset Pai começa a ganir e o idiota o põe no chão. O cachorro não anda, nem para em pé. O pai do idiota chama a veterinária que diagnostica: basset pai está coma as duas patas quebradas, vai ter de fazer duas cirurgias e passar 45 dias internado. Imediatamente o dono dos bassets, sabendo que é o filho quem toma conta dos cães enquanto ele está trabalhando, sai desesperado a caça de quem queira adotar um filhote. É, ter um filho idiota muda tudo.
Falando em famílias e em idiotas, tia Chorona está com problema no pé. Procurou um médico que lhe receitou um antibiótico e lá se foi, tia Chorona, até uma farmácia para ver o preço do antibiótico: R$ 55,00. Tia Chorona achou muito caro. Até aí normal, o que tomei era mais barato, eu também achei muito caro e mandei manipular pra economizar um pouco. Mas essa idéia nem passou pela cabeça de tia Chorona. Munida de uma estupidez sobre humana, tia Chorona foi para casa e saiu a cata de todos os restos de antibióticos que seu marido tio Keith Richards já havia tomado na vida e começou a toma-los. Obvio do obvio do obvio que começou a passar mal. Voltou ao médico que lhe receitou outro antibiótico e ainda lhe deu a idéia de mandar manipular para o preço ficar mais em conta. O pobre médico pensa que tia Chorona estava fazendo o tratamento do jeito certo... Agora pergunto, ela aprendeu a lição, mandou manipular o medicamento e começou a fazer o tratamento do jeito certo? Não!!! A besta humana voltou para casa e continua tomando os antibióticos de Keith Richards!!!
E da serie Sonhos Bizarros, outra noite sonhei que tinha sido picada por uma aranha verde e morrido. Na mesma noite, Mamãe sonhou que a casa estava sendo invadida. E ainda naquela noite, Stafora sonhou que tínhamos uma barata chiuaua em baixo da pia. Quando finalmente conseguimos matá-la, notamos que ela tinha um filhote e começamos a cria-la como bichinho de estimação. Um dia, a barata fugiu, pulou o muro e devorou o neto da vizinha. Noite estranha... Terá sido alguma coisa na água? Tipo oleo?
E pra terminar, só uma breve nota avisando que terminei o pote torre de Rapunzel.Inté. 
Ah:Marcadores: barata, biscuit, família, IVCH, leseira, sonho
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Josei e Kami Sal
às 7:52 PM

sábado, junho 09, 2007
Hoje tenho noticias tristes... Como todo mundo já estava sabendo, demos abrigo a um pobre gatinho. Infelizmente, na ultima terça, ele faleceu. Uma pena... Caramelo passou o dia todo procurando por ele.
Bom, na terça feira em questão, Mamãe deveria levar Caramelo ao veterinário para fazer o teste de glicemia. Eis que naquela gloriosa manhã, Papai vai acordar Mamãe dando inicio a mais um Dialógo em Família:
Por que será que tudo só acontece comigo? Quem tem pavor de baratas em casa? Eu. Pra quem as baratas aparecem? Pra mim. Quem entrou na internet hoje ávida pra ler seus e-malas? Eu. O yahuim mala de quem está dando erro? O meu!!! Pior que eu consigo ver que recebi e-mails que estava esperando, mas não consigo visualizar os e-mails... O google não funciona!!! Não consigo abrir o g-mala!!! Nem o Madame Malkin's quer abrir... Isso fora as outras pequenas coisas horriveis que me acontecem todos os dias. Eu quero o Natal!!!
Inté... 
Isso está apenas começando:Marcadores: barata, Caramelo, dialogo em família, tristeza
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Josei e Kami Sal
às 5:50 PM

domingo, março 11, 2007
É um obvio inegavel que a internet discada apresenta uma série de desvantagens: é lenta, cai muito e mais uma gama interminavel de defeitos que não vou listar aqui porque estou sem paciência pra isso. No entanto, a internet de escada tem uma qualidade: deixa a linha telefonica ocupada e, como quase ninguém tem o número do meu cegular (apelidinho ultra-tosco que dei para meu aparelho de telefonia movel) fico praticamente incomunicavel enquanto me comunico com o mundo todo. M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O! É certo também que, visto que ontem passei toda a tarde conectada baixando musicas (o que eu queria mesmo era baixar mangá, mas não tinha capitulo novo de Mars, Tenchi Nanka Jannai, Full Moon wo Sagashite, Bokura Ga Ita, Hot Gimmick, School Rumble, Ultimate Hentai Kamem, Petshop of Horrors... e já li todos os projetos concluidos e oneshots do Tsumi, Mangá Dream, Onegai, Silesnce, Black Cat...), Vovó Hipocondriaca deve ter me xingado até cansar e um poquito más. Como se eu me importasse com isso. Sei muito bem que a maior parte de meus familiares não vai com a minha cara. Não sou, é a minha personalidade...
Agora, vamos ao motivo desse post, propriamente dito. Os leitores mais antigos devem se lembrar do sergio malandro (não o real, mas o seu sósia anonimo que estudava no campus reserva ecologica, falava de espiritos condicionadores e usava uma placa de metal na testa). Pois bem, esta semana soube de fonte fidedigna que o sujeito em questão alertou uma das professoras da facul de que existe uma conspiração contra as pessoas de nariz grande. Conspiração para que? Eu não sei, eu não sei...
Também essa semana andei reparando minhas diferentes reações a alguns animais que as pessoas costumam não gostar. Quarta a noite, abro a janela da sala e uma lagartixa pula pra dentro de casa. Reação: "Ah, é uma lagartixa... Tudo bem..." Sexta de manhã, vejo uma aranha na minha janela: "Será que posso deixar a dona aranha morando aí ou é melhor expulsa-la do quarto? Mas ela come mosquitos, deve ser por isso que aqui não tem pernilongos." Qualquer momento, quando vejo uma barata (graças a Deus não vi nenhuma nas ultimas semanas): "AH!!! NÃO!!! UMA BARATA!!! FUJAM PARA SALVAR SUAS VIDAS!!! QUE TENHAM PIEDADE DE NOSSAS ALMAS!!! SOCORRO!!!"
Das coisas que eu não entendo: Por que será que, às vezes, no meu computador só funciona o site do gendou? Agora mesmo, eu queria abrir o google pra encontrar uma imagem para o post e o MB pra abrir os coments e responde-los, mas só funciona o gendou... Tem coisas que eu realmente não sei...
Inté. 
Era pouco e se acabou:Marcadores: barata, bizarrice, coisas que não entendo, família
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Josei e Kami Sal
às 10:03 AM

domingo, fevereiro 18, 2007
Comecei a escrever o rascunho deste post na sexta-feira, no meu caderninho da bondade. O tema número um era a insônia. Eis que apareço aqui no sábado à noite e o post da Kami Sal era justamente sobre insônia. Vamos acabar mudando o nome de Mundo Bizarro para Mundo Insone...
Como já comecei a falar no parágrafo anterior, esta foi a semana de uma terrível insônia. No pouco tempo que eu cochilava, eu tinha pesadelos. O auge foi na quinta-feira, quando eu passei o dia todo com dor de cabeça por fazer dias que eu não dormia. Cheguei a chorar de dor. Aí, a insônia resolveu me dar uma trégua, exatamente na última parte do filme que eu estava assistindo, só para eu perder o final!!! Acordei logo depois do fim do filme e não conseguia dormir de novo... Esta noite, eu dormi razoavelmente bem. Só acordei 3 vezes durante a noite e tive 2 pesadelos.
Como a amiga Kami Sal, eu também tenho pavor de barata e não tenho vergonha de assumir. Lagartixa não me dá medo, só me assusta porque eu acho que todo movimento de bichinho durante a noite pode ser barata. Esta semana, eu queria ir até a cozinha beber água, mas vi uma barata enooooorme no corredor. Ela parecia mais um búfalo, de tão grande. Fiquei no quarto e só saí para ir à cozinha quando a barata sumiu. Peguei a garrafa de água e levei para o quarto, para se eu tivesse sede de novo. É mais seguro.
Não gosto de Carnaval e este ano está pior ainda porque interromperam a exibição de Lost por causa dos desfiles. Quinta-feira, o episódio terminou assim:
Ontem foi aniversário do meu pai (PARABÉNS, PAPAI!!!) e nós fomos fazer a festa em uma chácara. Passei o dia todo na piscina, conversando com minha prima Kyla sobre as "bregarices" (esta era uma gíria nossa) que a gente fazia na adolescência. Demos muuuuuita risada!!! A gente não tinha noção, mesmo... Quando falavam sobre aproveitar a adolescência, eu sempre achei que isto tinha a ver com balada, bebidas, ficadas com 1500 pessoas, e eu não era este tipo de adolescente, então não me via como alguém que aproveitou esta fase. Aí, ontem, relembrando as bizarrices que minhas primas e eu fazíamos, a Kyla disse "nós aproveitamos mesmo esta fase". Só então me dei conta de que, do meu jeito, eu aproveitem bem minha adolescência...
Sobre a chácara 2: fiquei o dia todo sob o sol. Usei muito protetor solar e já estava bronzeada, então não fiquei muito vermelha, mas... (sempre tem um mas)... minha boca ficou queimada (!!!). Eu nem achava que isto acontecia e achava que protetor solar para os lábios era frescura, mas agora meus lábios estão inchados, parece que eu apliquei silicone. Além de estar ardendo um pouco, de ser um tanto difícil de falar com os lábios assim, minha mãe ainda fica me chamando de beiçuda!!! Oh, como sofro!!!
E para terminar este enorme post, já que não gostamos de Carnaval, vamos comemorar o ano novo chinês, o Ano do Javali (ou do Porco).
Marcadores: aniversário, barata, chácara, comemoração, insonia, lost
Postado por
Josei e Kami Sal
às 1:49 PM

domingo, fevereiro 11, 2007
Lembram se da barata citada no meu post anterior? (Se alguém não lembra é só ler...) Pois bem, eu havia esquecido de dizer que ela havia desaparecido sem deixar rastros, até ontem quando ela retornou!!!
Lá estava eu, capotando de sono depois de assistir a dois supostos filmes de terror, dando boa noite para Mamãe quando nós duas ouvimos o peculiar som de asas de barata. E vemos ela voando alegremente pelo corredor e entrando de novo no meu quarto!!! Como diria uma das minhas amigas da epoca da sétima série: "Barata infeeerrrnosaaaaa!!!" Eis que eu e Mamãe saimos quase a caça da barata (é, Mamãe também não gosta de baratas). Eis que surge meu irmão, que supostamente deveria salvar a noite, mas não, o infeliz fica com pena da barata e deixa ela fugir para tras do guarda roupas!!! Maldição!!! A ira de Kami Sal cairá sobre ele!!! O fato é que depois de eu bater nele e ameaçar colocar serpentes na cama dele, Stafora passou veneno embaixo do guarda roupa... E, depois de alguns minutos, dona baratinha sai lépida e faceira em minha direção! Não havia porta para me esconder, então corri e me escondi atras do Stafora.
Baratinha continuou seu caminho, parecia até que ela estava me perseguindo, até o pé de Stafora que não a matou!!! Só colocou o pé sobre ela para que parasse de andar. Mais do que depressa, Mamãe deu um pisão violento no pé de Stafora, acabando com a epopeia da baratinha. Mas claro, depois de tudo isso, meu organismo já estava preparado pra correr uma maratona... Insonia, de novo...
Pergunta interessante: por que eu sempre digito batata no lugar de barata?
Inté mais pessoal... 
E dinheiro na caixinha:
Postado por
Josei e Kami Sal
às 11:45 AM


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