terça-feira, março 05, 2024
Hoje eu acordei pensando nesse blog e se ele ainda existia... Entrei no endereço que lembrava e aqui esta ele: vivo e forte. E abandonado há 4 anos... Tadinho.
Às vezes, eu realmente tenho muita vontade de postar aqui, mas fico pensando no que posso escrever ou não. E acabo não escrevendo nada. Pensando bem, poderia reativar isso aqui e escrever sobre dramas que assisto. Não sei se seria viavel falar de pessoas como faziamos nos primordios do blog...
Bom, vamos refletir sobre o assunto...
Também vamos refletir sobre colocar um outro tênis pra usar no trabalho porque já é a segunda vez que a sola cai durante o expediente...
Preguiça de comprar calçados... Marcadores: desabafo, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 10:35 AM

segunda-feira, junho 30, 2014
Olá, quem ainda visita este bloguinho. Acho que meu último post foi totalmente depressivo e talvez alguém tenha achado que eu me matei depois dele. Não, eu sempre pareço mais dramática quando escrevo. Se vocês me vissem no dia a dia, nem iam imaginar que é a mesma pessoa que escreve, porque, quase sempre, eu estou sorrindo e falando com as pessoas. Talvez, "Josei" seja meu alterego depressivo.
Depois daquele post o que aconteceu foi que eu sarei. E voltei a ficar doente 1 semana depois. E fui ao médico saber porque eu tenho ficado tão resfriada, mas o otorrino me deu remédios para o estômago (???) e me encaminhou para o cardiologista com urgência, porque minha pressão estava muito alta. Cheguei ao cardiologista com a pressão normal, mas saí com uma lista de exames, inclusive o da esteira. Gente, será que eu aviso que eu era a nerdezinha que passava as aulas de Ed. Física sentada na arquibancada, esperando aquilo tudo acabar? Que eu odeio correr? Que eu nunca tive disposição para correr, nem na infância, quando geralmente as pessoas adoram correr? Porque eu acho que se eu for seguir minha tendência natural, o médico vai achar que eu estou morrendo do coração, quando, na verdade, eu só odeio/não consigo correr desde sempre.
Minha parede amarela ganhou 2 lindos quadros, um aparador estilo provençal com pátina colorida e um arranjo de hortências e pimentas. Antes de montar o apartamento, eu imaginava que ia querer uma decoração com coisas super modernas. Aí, descobri que o que me encanta mesmo são artigos de decoração com cara de antiguinhos. Foi assim que eu decorei o espaço da parede amarela, que eu apelidei de "cantinho vintage".
E eu tenho assistido aos jogos da Copa. Eu estou amando a Copa, porque posso sair mais cedo do trabalho. Logo no primeiro jogo, eu descobri porque só assisto futebol a cada 4 anos: é chato, muito chato. Aí, como tem a torcida na casa da minha tia, eu assisto um pouquinho, me distraio com o facebook, como as guloseimas que o povo leva...
Acho que agora eu sei como seria assistir ao próprio velório. Explico: mudei de departamento há 3 meses. Até hoje, colegas do TC me param no corredor para dizer que sentem a minha falta. É como se eu tivesse morrido, e não apenas mudado de sala!!! Estes dias, perguntaram para o meu ex-chefe se ele sente SAUDADE de mim!!! E eu: "gente, eu ainda estou no TC!!!" Olha... Até porque eu visito meu ex-departamento todos os dias... E meu ex-chefes também me visitam todos os dias.
Faz tempo que eu não conto bizarrices, né? Pois um dia me aconteceu uma coisa muito inusitada. Estava em uma loja e a vendedora elogiou minhas unhas. Agradeci e ela perguntou da cor, se era eu mesma que fazia, estas coisas. Aí, do nada, ela disse que ia ser consagrada em uma igreja evangélica e se eu não queria ser sua madrinha. Mas madrinha não tem que ser alguém importante para a pessoa, como um parente ou amigo? Agradeci o convite, mas recusei...
Marcadores: apartamento, bizarrice, doente, pessoas estranhas, reflexões inúteis, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 9:57 PM

segunda-feira, dezembro 16, 2013
O que acontece é que, geralmente, não tenho tempo de escrever um post inteiro de uma vez. Aí, escrevo um pedaço e deixo para terminar depois. Quando chega o depois, releio o que estava escrito acho uma droga, apago tudo e fico sem nada para publicar. Quantas vezes será que já tentei escrever esse post?
Por isso que as resenhas são mais fáceis. Leio o livro e escrevo a resenha. Quando vou passar a limpo, é claro, acabo dando uma mudadinha aqui, uma mudadinha ali, mas no geral ainda é o mesmo texto. Outro grande problema que não acontece com as resenhas é eu esquecer tudo que ia escrever. Eu até tento manter o caderno da maldade por perto, mas não é tão fácil quanto parece puxar uma caderneta do nada e anotar alguma coisa sem chamar atenção. Tá, eu poderia usar o celular e disfarçar dizendo que estou respondendo uma mensagem. Isso até melhoraria minha velocidade de digitação. No entanto, quem assistiu ou leu Mirai Nikki (Diário do Futuro) há de concordar comigo que, talvez, usar o seu celular para fazer um "diário de coisas bizarras" possa não ser a melhor idéia. Como diria a Bradesco Seguros, "vai que...".
E pra fechar, mais um Diálogo em Família:

Caminhei nas horas:
Marcadores: diálogo em família, mimimi, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 5:52 PM

quinta-feira, agosto 08, 2013
Já faz quase um mês que eu não falo sobre a minha vida aqui. A verdade é que pouca coisa que eu pudesse postar aconteceu. Eu bati todos os meus recordes de falsidade na véspera do meu aniversário, mas meu estômago, este meu órgão emocional, se rebelou contra isto. Também venci o preconceito contra fazer enxoval, até porque minha cama vai precisar de lençóis. Aliás, eu pensei no quão bom seria se eu pudesse ficar em casa bordando monograma em fronhas, porque estou ficando tão estressada com coisas do trabalho que eu tenho sonhado com explosões e guerras. Isto quando eu consigo dormir e não tenho que virar a noite lendo para distrair o cérebro e não surtar.
Mas eu tive uma epifania sobre como acabar com o estresse, em um Diálogo em família:
Marcadores: desabafo, diálogo em família, nada, reflexões inúteis, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 8:34 PM

quarta-feira, janeiro 23, 2013
Assim é a vida: você passa tanto tempo com medo de que uma coisa aconteça, até chegar o momento em que você percebe que talvez aquilo que você tanto teme que aconteça seja justamente a solução dos seus problemas. Esta foi a epifania maluca do mês. Não sei se me fiz clara, mas também, foi só um desabafo.
Teve um sábado em que eu acordei "a louca do artesanato". Pedi para minha mãe fazer um porta-livro para mim (porque não sei usar a máquina de costura, mas eu que desenhei o molde e recortei os tecidos) e, enquanto isto, aprendi, pela internet, a fazer uma florzinha de fuxico e fiz. Não sei costurar, mas ficou legal e me senti a fuxiqueira, no bom sentido. Depois, foi a hora de me arriscar com a serra, que eu nunca tinha usado, para cortar um pedaço de MDF para fazer um organizador de contas (tipo um muralzinho com prendedores, para pendurar as contas a pagar). Mais tarde, fiz o organizador de contas em si. Artesanato é muito relaxante...
Relaxante, também, é ir ao cinema. Fui assistir Detona Ralph, com meu irmão, especialmente porque o Dr. Robotinik (me recuso a chamá-lo de Mr. Eggman)faz uma pontinha no filme. Chegamos lá e era em 3D. Grande dúvida pairou sobre minha cabecinha: míopes conseguem usar óculos de grau AND óculos 3D ao mesmo tempo? E a resposta foi sim, conseguem. Gostei da experiência, se bem que Detona Ralph não dá aqueeeeele efeito em 3D.
Recesso, para mim, é sinônimo de ir a todas as consultas possíveis, antes que eu volte ao horário normal e precise de atestados. Não gosto de pegar atestados. E numa destas incursões, encontrei um velho personagem deste bloguinho. Eu queria parecer madura, coerente com a minha idade, apesar de estar lendo um livro classificado como infanto-juvenil (Extras), que eu levei no meu porta-livro rosa com estampa de corujinhas fofas, mas só consegui parecer idiota, ainda mais quando saquei meu celular com 2 pingentes e um plug anti-dust de gatinhos, e comecei a mandar sms para a Kami Sal sobre o ocorrido. Minha vida.
Marcadores: artesanato, cinema, desabafo, divagações, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 6:13 PM

terça-feira, agosto 07, 2012
Você sabe o grau de degringolamento da sua existência quando a própria vida começa a administrar doses involuntárias de auto-ajuda. Confundi muito com esta frase? É assim: nos dias em que eu estou surtando, meu mp3 mental toca músicas com mensagens positivas, por exemplo, por 3 dias difíceis, eu ouvi, na minha cabeça, "Mas é claro que o sol vai voltar amanhã, mais uma vez, eu sei. Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã. Espera que o sol já vem...", do Renato Russo. Outro dia, eu estava exausta depois de ter chorado por uma situação que parecia perdida, tirei as coisas da bolsa para arrumar e achei um papelzinho escrito "Não cultive a ansiedade diante das situações indefinidas: tudo vai acabar bem". Eu tinha copiado do horóscopo do João Bidu 15 dias antes, num momento de ansiedade (oi, existe momento sem ansiedade na minha vida? Yo no lo conozco, señor). Pior foi quando a auto-ajuda entrou em modo suicida e eu passei o dia com "Under the bridge" na cabeça...
Faz tempo que eu não posto isto, então, vou brindá-los com 2 Diálogos em família:
Maldade dizer que eu sou antissocial. Até fui ao aniversário da Adelícia e era uma festa dançante!!! Tudo bem que, no começo, eu fiquei me sentindo uma onigiri numa cesta de frutas, sentada num cantinho, olhando para minhas unhas, mas depois de um copo de qualquer coisa alcoólica com groselha e gelo, eu já fiquei um pouco menos desconfortável e até dancei. 
Marcadores: bizarrice, diálogo em família, família, festa, música, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 9:53 PM

quinta-feira, julho 26, 2012
O ano era 2007. Eu era estagiária em um órgão público e tinha um senhorzinho que trabalhava lá, que me disse que dava sorte receber parabéns pelo seu aniversário durante 7 dias. O que aconteceu neste ano foi quase isto. Meu aniversário foi na sexta-feira 13 (adoro quando meu aniversário cai na sexta-feira!!!), aí, teve a festa com a minha família. No sábado, teve reunião aniversarioso do kit. No domingo, ganhei presentes de algumas tias. Na segunda, fui comemorar meu aniversário com as meninas do Teto Convexo em um restaurante. Na terça, ganhei presentes de colegas do Teto Convexo. Na quarta, fui dar parabéns para uma colega e ela também me cumprimentou. Faltou só 1 dia...
Neste ano, eu fui a uma festa junina, organizada pelo meu primo e sua esposa. De cara, levei um susto, porque achei que tinha político envolvido para fazer campanha, mas felizmente, não tinha. Teve o que toda festa junina que se preze tem que ter: comidas gostosas, pessoas vestidas de caipira, fogueira e quadrilha.
Dizem que brasileiro não tem memória. E não tem mesmo. Não vou falar de política, de em quem você votou para deputado 2 anos atrás, embora, atualmente, política é um assunto que me interessa, mas de um jeito bem peculiar. Vou falar do frio. Todo mundo passou frio por estes dias, que estavam mesmo... frios, mas, assim que o inverno passar, povão volta a falar que no Brasil faz calor o ano inteiro. E depois, se eu tento dizer que, ei, lembra dos dias em que estava difícil sair da cama de manhã e que nossos narizes quase congelaram, ainda me acham maluca e que eu estou inventando, porque no Brasil nem inverno tem. Aliás, já estão falando que nem teve inverno. Será que eu delirei nos dias em que saí de casa vestida de esquimó?
Pode não parecer, pelo fato de eu ser blogueira e falar da minha vida na internet, mas eu sou discreta. Algumas coisas de mim, eu não falo para ninguém. Pois eu não sei o que me deu na semana retrasada que eu falei. Muito. Demais. Contei a uma pessoa coisas que aconteceram 3 anos atrás e eu nunca tinha falado antes para ninguém. Contei coisas que eu ouvi, coisas que eu vivi há mais de 1 ano, coisas que falaram de mim. Acho que foi porque a pessoa estava disposta a ouvir. E porque "quando você deixa as coisas ferverem sob a superfície por tempo demais, mais cedo ou mais tarde elas acabam transbordando". (Keys, Marian).
Marcadores: aniversário, desabafo, festa, nada, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 8:35 PM

terça-feira, maio 15, 2012
No meu último post eu estava me sentindo tão rebelde que até esqueci de comentar um momentinho bizarro do meu dia. Estava eu sozinha, na minha sala de trabalho, quando ouvi um grito de passarinho. Quando olhei, tinha um bem-te-vi na janela, e ele continuou gritando histericamente para dentro da sala. Ele não estava cantando lindamente, como seria num filme de princesas Disney. Na verdade, o momento foi meio como se Hitchcock tivesse dirigido Branca de Neve.
Por falar em gritos histéricos, meu vizinho continua se achando o Régis Danese. Um dia, chegando do trabalho, ouvi-o cantando e pensei: "puts, este cara é chato..." No mesmo instante, ele se afogou e parou de cantar. Tenham medo, muito medo do poder da minha mente...
Eu não sou de ouvir conversa dos outros
Vocês já notaram que a estratégia de vacinação contra gripe é muito equivocada? Eles vacinam bebês e idosos. Bebês e idosos não tem tantos contatos sociais quanto as outras faixas da população. Se uma pessoa de outra faixa etária fica gripada (como eu estou), contamina seus colegas de trabalho (coisa que eu já fiz, pelo jeito), que contaminam suas famílias, que contaminam seus colegas de trabalho e de escola, num ciclo sem fim de disceminação de vírus, até que toda espécie humana seja dizimada ou fique de cama atrasando seus compromissos e paralisando o país. Precisam rever issoaê...
Toda esta reflexão sobre a vacinação anti-gripe na sociedade capitalista do século XXI se deu porque eu estou gripada. E como mulher moderna que trabalha, estuda e paga as próprias contas, eu não tive tempo para desfrutar do sagrado direito de dormir o dia inteiro. Esperei ansiosa pelo fim de semana, mas meus compromissos familiares também não permitiram. Dizem que o que cura gripe é repouso. É por isto que quando eu fico gripada, os vírus se instalam, constroem condomínios, escolas, hospitais, avenidas, viadutos, um clube de campo, e decidem que não vão mais embora.
Marcadores: bizarrice, doente, gente chata, IVCH, nada, ponto de ônibus, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 8:48 PM

quarta-feira, fevereiro 15, 2012
Sabe uma coisa que me deixa com muita raiva? Comprar uma coisa e, depois, ver o mesmo produto com preço muito mais baixo ou com o mesmo preço, mas com uma configuração bem melhor. Fala a verdade, não dá vontade de arracar a calça pela cabeça quando isto acontece? Por isto, eu evito ficar olhando nas lojas para ver se tem o que eu comprei e o quanto custa agora, mas, às vezes, as lojas mandam para o meu e-mail e eu, incauta, acabo vendo. Raiva, raiva, raiva!!!
Eu não acredito em políticos, não acredito em promessas masculinas, não acredito que o motivo de tirarem as sacolinhas dos mercados seja salvar o mundo, não acredito em mudanças radicais depois que a pessoa muda de/escolhe uma religião, não acredito que tenha algo de "reality" nos reality shows, não acredito em cremes anticelulite, não acredito em amor à primeira vista. E esta é só uma pequena amostra das coisas em que eu não acredito. Mas tem uma coisa em que eu acredito, apesar de saber que é uma crença boba e infundada: eu acredito em promessa de produtos para cabelo. Aliás, eu acredito até que os produtos tenham os ingredientes que anunciam na propaganda. No botox capilar eu não acredito, porque não faz nenhum sentido. Agora, em qualquer produto que tenha óleo de argan marroquino eu tenho muita fé.
Na música "Tempos modernos", Lulu Santos diz que vê um novo começo de era, de "gente fina, elegante e sincera". Acho melhor o sr. Lulu repensar, porque ser fina, elegante e sincera, ao mesmo tempo, às vezes é impossível. Imagine que você tem que lidar com uma pessoa insuportável, que você odeia ou que, simplesmente, bateu o olho pela primeira vez e não gostou (eu faço isto com muita frequência). Aí, você tem que ser fino e elegante com a pessoa, mas não está sendo sincero. Acho que é por isto que a música "Tempos Modernos" tem 30 anos e o "novo começo de era" nunca se concretizou.
Eu que sou maluca ou alguém mais já pensou que se sentir muito feliz num dia pode tornar absurdamente frustrante um dia seguinte comum? Bom, este é um problema que eu tenho: eu espero que tudo seja grandioso demais, cheio de novidades, muito divertido. O tempo todo, todos os dias. É por isto que eu compro tanto (pelo prazer de ter novidades), que eu parava tão pouco tempo nos meus empregos (OK, no atual eu já estou há quase 2 anos, mas é uma raridade), que eu fico entediada tão fácil. Eu espero que a vida seja uma montanha-russa, mas a verdade é que ela é só um carrossel velho, que dá uns solavancos de vez em quando, mas na maior parte do tempo só fica girando, girando, girando...
Eu estudo há 2 anos na Uni Alma Antiga e só conhecia o bloco de salas onde eu tenho aula. No último sábado, como eu tive aula de manhã e à tarde para não ter aula no sábado de Carnaval, eu resolvi excursionar pelos outros prédios da faculdade. Não sei se vocês sabem (ou já perceberam), mas eu vivo num estado de eterno "Fantástico Mundo de Bobby mode on". Andando pelos prédios vazios, com as luzes apagadas, eu ficava imaginando espíritos nos corredores. Depois, comecei a pirar que podia ter um assassino à espreita, e senti frio na barriga. Óbvio que não desisti do passeio, e ainda fiquei rindo sozinha das minhas ideias paranoicas (And I´m crazy but you like it, já diz o toque do meu celular). No fim, a única coisa assustadora que eu encontrei foi uma maquete abandonada, que parecia trabalhinho da 4ª série, mas era de algum aluno da graduação.
Marcadores: desabafo, faculdade, música, nada, reflexões inúteis, vaidade
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Josei e Kami Sal
às 12:59 PM

sábado, janeiro 07, 2012
No dia em que comecei a escrever este post, comprei um caderno. Eu adoro papelarias. Caderno, lapiseiras, borrachas, lápis de cor, grampeadores, borrachas... Sou uma pessoa faber-castell (sua companhia para escrever, desenhar e pintar). Além de aumentar o meu nivel de nerdice, essa afirmação não serve para mais nada.
Agora que já divaguei sobre nada importante, vamos a mais um revelação que não tem importancia na vida de quase mais ninguém além de mim: retornei a meu amado lar em Bizarrelândia (eu não estou brincando quando digo amado lar, vem falar mal da cidade pra mim pra ver se não leva uma resposta atravessada bem no meio das fuças. Go to Nova Delli, stupid guy!!! Fique em Portugal, sua chata!!! Sorte nossa você não ter nascido em Bizarrelandia, tio sem noção!!!). Ignorando crises histéricas, a resposta é não, a reforma não acabou. Ainda faltam duas semanas... O que nos leva a uma nova divagação e um novo paragrafo.
Alguém se lembra de um filme chamado "Um dia a casa cai", estrelado pelo Tom Hanks, nos bons anos 80 quando o bom gosto tirou férias e os filmes eram divertidos? Tirando o fato de que o teto da minha casa realmente tinha tudo para cair, o reboco das paredes nos abandonou sem aviso prévio, o encanamento e a fiação tiveram de ser trocados, o que mais me faz lembrar desse filme durante a reforma é que sempre que alguém perguntava quando a reforma iria acabar, os pedreiros do filme respondiam: "Duas semanas." E advinhem? Quanto tempo o pedreiro disse que ainda falta pra reforma acabar? Duas semanas. Só falta especificar se são duas semanas normais ou duas semanas windows (que equivalem a x, tal que x é um número maior que zero e menor que infinito).
E para fechar o post, um dialogo em família ocorrido enquanto ainda estavamos na Chacara dos Ventos Uivantes:
Eu gosto porque foi aqui onde eu nasci:Marcadores: diálogo em família, mimimi, reflexões inúteis
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Josei e Kami Sal
às 8:42 PM


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