terça-feira, fevereiro 12, 2013
2013 continua fazendo justiça. Os "vilões" da minha vida continuam caindo feito peças de dominó. Ainda faltam alguns, mas espero que a tendência continue. O quão errado é vibrar ao ver alguém que te ferrou, se ferrando?
Eu sei que eu posso ser apedrejada em praça pública por isto, mas eu vou confessar: tem horas em que eu queria ser uma sinhazinha, com meu longo vestido de rendas e babados, tomando meu chá, enquanto outra pessoa trabalha para me sustentar. Pronto, despertei a ira feminista. Eu gosto de ter meu próprio dinheiro para fazer com ele o que bem entender, até acho legal trabalhar fora, mas, ah, às vezes eu canso, sabe... Às vezes, é muita coisa na minha cabeça, é muita responsabilidade em forma de contas para pagar, é muita ansiedade, preocupada se eu cometi algum erro ou se tudo vai estar no seu devido lugar no dia seguinte. Tem horas que eu só queria me preocupar se tenho linha suficiente para terminar meu trabalho de ponto cruz (não, eu não faço ponto cruz, mas poderia fazer, se eu fosse uma sinhazinha).
Mas vamos falar de coisa boa: remédio que dá sono. Sim, isto é uma coisa maravilhosa para esta blogueira normalmente insone. Depois que eu comecei a tomar o remédio contra enxaqueca, eu tenho acordado só uma vez durante a noite, e nem fico muito tempo acordada, quando isto acontece!!! O problema é que eu notei que o sono fica insuportável quanto mais eu presto atenção em alguma coisa, ou seja, quando estou lendo, assistindo filme, fazendo cálculos longos, ouvindo explicações...
Ainda assim, eu fui ao cinema, de novo, com o meu irmão. Nós fomos assistir (não ria!!!) Sammy - a grande fuga, em 3D, porque nós fomos justamente por causa do efeito 3D deste filme. Coisa mais fofa!!! A estória é bem parecida com Procurando Nemo, mas com tartarugas marinhas em vez de peixes.
Estou gripada e tudo o que queria era ficar em casa. Mas, mesmo depois de ter terminado a semana útil, em que ia trabalhar praticamente me arrastando, eu tinha compromissos familiares: um aniversário de criança na sexta e uma festa-de-aniversário-supresa-carnavalesca para minha tia. Detalhe: a tia aniversariante odeia festas de aniversário. Ignorando este mero detalhe, fomos nós, família, usando apetrechos carnavalescos (eu usei peruca e máscara) e invadimos a casa onde ela mora com a minha vó tocando corneta, jogando confete e serpentina. Ela achou engraçado, mas deve ter perdido a graça no dia seguinte, quando ela teve que limpar o confete do chão... 
Marcadores: Carnaval, cinema, desabafo, família, festa, gente chata, mimimi, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 11:52 AM

terça-feira, fevereiro 28, 2012
E aí, como foram de Carnaval? Sapucaram bastante? Rebolaram até o chão? Colaram um pedaço de durex colorido nas partes pudendas e chamaram isto de fantasia?
Como é de se esperar, eu não fiz nada disto. Eu pulei o Carnaval. Não tomei conhecimento que ele estava acontecendo. Assisti muitos enlatados nestes dias (aliás, é praticamente só isto que eu tenho assistido), joguei wii e saí para comprar. Aliás, um recadinho para os compinhas lojistas: quem está numa loja em pleno carnaval, é porque eu não gosta de carnaval. Então, para que ficar tocando música de trio elétrico e samba enredo???
Apesar de ter pulado a folia, não posso dizer que não tive um amor de Carnaval. Eu me apaixonei. Por uma série, porque séries são mais apaixonáveis do que pessoas. O nome do que faz meu coração bater mais forte é Alcatraz. Desde que eu fiquei viúva de Lost, nada tinha me deixado assim. Bom, Alcatraz é do mesmo produtor e da mesma roteirista, e tem até um ator de Lost. Só para esclarecer do que estou falando é mais ou menos isto: em 1963, o famoso presídio de Alcatraz foi fechado e os presos foram, supostamente, transferidos. Supostamente, porque 50 anos depois, eles começam a reaparecer, com as mesmas carinhas jovens da época e cometendo os mesmos tipos de crimes. Teriam viajado no tempo? Teriam mergulhado em uma enorme piscina de Renew? Onde estacionaram o DeLorean de 300 lugares? Mistério... Mas, para mim, o maior mistério mesmo é: considerando que cada episódio fala de um preso ou de um guarda, e são 302 pessoas, entre guardas e prisioneiros, a série terá 302 episódios?
Já falei que meu heterônimo que vive em sociedade e assina documentos participa de redes sociais e que eu sou bastante seletiva sobre quem eu adiciono. Estes dias, sr. Facebook sugeriu que eu adicionasse Chefe 3 como amiga. Gente, Chefe 3. Aquela pessoa fez um inferno na minha vida nos 5 meses em que convivemos. Eu sei que eu falo destes episódios desagradáveis como se tivessem sido hoje de manhã, quando já se passaram mais de 2 anos, mas, sim, eu guardo rancor. Eu ponho o rancor em tonéis de carvalho para curtir e ficar ainda mais encorpado com o tempo. E o sr. Livro de Cara quer que eu seja amiga desta pessoa? Te contar, viu...
Mas vamos encerrar o post com um assunto mais ameno? Na minissemana útil pós carnaval, eu estava indo para o trabalho, quando o ônibus em que eu estava bateu em um carro, num cruzamento. Como justamente naquele dia eu estava sem passe, eu estava sentada logo atrás do motorista, caçando dinheiro trocado na carteira e, na hora do impacto, eu não podia contar com as minhas mãos para me segurar. Para não despedaçar meu belo rosto num dos ferros, eu coloquei o braço na frente. Não aconteceu nada demais, só uma dorzinha e um hematoma. Por causa do susto, eu saí do ônibus atordoada e fiquei parada do lado dele. Quando o motorista veio pedir para eu esperar a polícia para testemunhar, eu lembrei que tinha que ir para o trabalho e saí andando, mas ainda não sabia exatamente se ia à pé ou se pegava outro ônibus, se ligava para casa ou para o meu trabalho. Peguei outro ônibus e não liguei para ninguém. Foi a primeira vez que eu estive num acidente de trânsito...
Marcadores: Carnaval, gente chata, ônibus, televisão
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Josei e Kami Sal
às 7:58 PM

terça-feira, março 15, 2011
Carnaval já foi há eras, também conhecido como semana passada. Mas este post é quase todo sobre ele e suas conseqüências nefastas na vida de pobres pessoas de bem que gostariam de ter nascido lá na Suíça, bem longe desta coisa toda (como esta blogueira que vos posta).
No feriado, eu passei mais tempo fora de casa do que eu mesma imaginava. No sábado, estava garoando e friozinho, então, fiz a nerd e acabei de assistir Lost (finalmente), acabei de ler Feios, comecei a ler Casório?!, comecei a assistir a terceira temporada de The Big Bang Theory e encerrei o dia assistindo Grease - Nos Tempos da Brilhantina (depois, eu faço um post "cultural" com meus comentários sobre tudo isto). Eu estava mais nerd e mais "eu" do que nunca.
Mas, como meu irmão veio passar o feriadão em casa, eu saí com ele nos outros dias. No domingo, visitamos a vovó e, à noite, fomos a um churrasco na casa da minha tia. Passei a tarde tomando chá mate com mel (adorei!!!) e a noite tomando batida, ice e licor de marula. Olha que pessoinha mais dupla personalidade, hein?
Na segunda-feira, saí de manhã para fazer comprinhas de futilidades. À tarde, meu irmão quis ir ao Grande Mercado do Sorriso Amarelo, mas ele não achou o que queria. Saímos de lá e fomos procurar uma locadora escondida na avenida Bobódromo. Eu não dirigia tanto em círculos desde as aulas da auto-escola. Alugamos "A Origem" e passamos no mercado Segurança Intima Absoluta para comprar petiscos. À noite, assistimos o filme e, depois, eu sonhei que estava presa num sonho dentro de outro sonho.
Terça de Carnaval, passei o dia em casa e aproveitei para dar um jeito no ninho de mafagafo que estava minha escrivaninha. À noite, meu irmão e eu fomos à lanchonete do Golfinho, onde meu irmão fez sua incrível imitação de golfinho.
Lady Murphy voltou do ziriguidum na sexta-feira. Eu estava pícara e sonhadora trabalhando, quando toca meu celular e era da central do banco onde eu tenho conta. O cara avisou que meu cartão de débito/de movimentar minha conta tinha sido bloqueado como medida de segurança porque eu tinha usado um caixa eletrônico com suspeita de violação, então ele podia ter sido clonado. Lógico que apavorei. Como eu só tenho usado o caixa eletrônico do Teto Convexo, avisei uns colegas. Dali a pouco, eu estava pensando como pagaria minhas contas, se alguém já tinha usado todo meu suado dinheirinho, coisas suaves do tipo, e eis que chega o representante do big boss para saber o que houve. Expliquei, ele ligou para uma agência de Bizarrelândia e o gerente disse que a causa do bloqueio não foi o caixa eletrônico. Como eu fiz 3 compras em pouco tempo (cerca de uma hora, na segunda-feira), e era segunda de Carnaval, eles supuseram que meu cartão tinha sido roubado e estava sendo usado indevidamente. Para que ligar para o titular da conta e esclarecer as coisas, se eles podem deixar a pessoa sem acesso ao próprio dinheiro, né? Agora, só posso usar o MEU dinheiro se eu for até a agência onde abri conta, lá do outro lado da cidade... Mereço banco mais neura do que eu, mereço?
Ah, mas vamos terminar o post com coisa boa? Donducho voltou para casa!!! A maldita seqüestradora de gatos foi descoberta e devolveu meu bichinho. Tadinho dele... Mas agora ele está bem e mais mimado do que nunca, se é que isto é possível.
Marcadores: banco, Carnaval, carro, feriado, livros, lost, nerdice, neura
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Josei e Kami Sal
às 9:48 PM

sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Por incrível que pareça, quase tudo deste post aconteceu na terça-feira de carnaval. E o mais legal é que nada envolve sambódromo, baile de carnaval, acampamento e nem retiro espiritual, que, pelo que se vê na televisão, são as únicas coisas que se pode fazer no carnaval.
Foi aniversário da minha tia e nós fomos almoçar na casa dela. Ela tem uma cachorra, a Black Salsicha, que teve cria, só uma filhotinha. Eu sou doida por animais e não resisti àquela bebezinha fofa, fiquei bastante tempo com ela no colo. Na hora de ir embora, estava me despedindo dos parentes, na calçada, e a Black Salsicha estava junto. Aí, fui prender meu cabelo e ela pulou em mim. Não entendi nada e continuei, com ela pulando nas minhas pernas (é uma cachorra de raça pequena). Foi então que meu tio disse que do jeito que eu estava segurando o cabelo, parecia que eu estava com a filhote no colo. Soltei meu cabelo e fui levar a preocupada mamãe Black Salsicha até onde a bebezinha dela estava.
Cheguei em casa e entrei na internet. O Tigre Branco estava doente desde sábado, já tinha sido consultado e estava medicado. Mas eu resolvi ler na internet sobre o que ele tinha. Fiquei apavorada: no site que eu vi, falava os sintomas e dizia que a doença durava de 2 a 3 dias e era FATAL. Na hora, eu ignorei que ele estava sendo corretamente medicado e fiquei desesperada. Felizmente, com o tratamento, meu gato está curado. E eu relembrei uma antiga lição: nunca procurar diagnósticos no google. Ele pode prestar um grande desserviço para pessoas mexicanas como eu. Aliás, procurar diagnóstico no google é um grande desserviço para qualquer um. É para isto que servem os especialistas.
À noite, daquela mesma terça, eu não sabia se teria É o Amor por causa da transmissão do carnaval da Bahia. Aí, rolou o diálogo em família:
Já no dia seguinte, fui à casa de Mokona. Papo vai, papo vem, resolvo ir para casa e ela foi testemunha de que quando eu falo que sou afilhada de Lady Murphy não é mimimi da minha parte e nem que eu sou tão pessimista quanto a Tohru é otimista, é a pura realidade. Saí do portão da casa dela e começou a garoar. Não tinha chovido até então, a chuva só esperou eu estar na rua. Por sorte, Lady Murphy errou um pouquinho a mão e a chuva torrencial só começou mesmo quando eu coloquei um dos pés na varanda da minha casa.
Marcadores: animais, Carnaval, diálogo em família, gatos, televisão, vergonha alheia
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Josei e Kami Sal
às 6:57 PM

segunda-feira, fevereiro 23, 2009
Acho que todos já assistiram "O Show de Truman" alguma vez na vida. Pois então, em várias situações eu acho que estou vivendo num "reality show", como o Truman, e que tem um diretor comandando tudo. No caso, minha vida seria uma sitcom e o diretor grita "vamos, façam alguma coisa para tornar esta cena engraçada! Nosso público quer rir!" Só isto explica as coincidências bizarras que me acontecem...
Na semana retrasada, minha prima me ligou para começarmos a fazer caminhada nos fins de tarde. Eu aceitei e até fiquei empolgada. Pois durante os dias seguintes choveu todas as tardes, bem no horário que nós tínhamos combinado de sair.
Em outro dia, minha mãe diz: "Pega o pratinho de leite que está no chão da cozinha. Ainda tem um pouco de leite. Traz o pratinho e mais leite em um copo, senão você vai derramar tudo no caminho." Eu, toda indignada: "Está duvidando da minha destreza?" Fui até a cozinha e assim que levantei o pratinho derrubei um pouco de leite. Coloquei o pratinho na pia e derramei mais leite. Coloquei leite no copo, peguei o pratinho e o copo e fui andando pelo corredor. Derramei o leite do copo no trajeto.
A produção do "Show de Josei" é caprichosa até na escolha da música. Eu tinha que estudar e meu pai estava ouvindo música no quarto ao lado. Assim que começo a ler, com a maior cara de tédio, um dos textos mais chatos do mundo, começa a tocar "sorria, meu bem, sorria".
Deixando de lado meu "reality show": fui à Terra do Surf no domingo. Sim, eu reclamo de ir para lá todas as vezes, desde que este blog é blog, mas desta vez eu fui por livre e espontânea vontade. Estava entediada, querendo sair um pouco de casa, meus pais e meus tios iam para lá, então eu disse que ia junto. Nós ficamos pouco lá, nem deu tempo de acontecer nada bizarro. Ia ter um baile de carnaval na praça, mas nós só ouvimos a primeira música quando estávamos na sorveteria, a duas quadras da praça. 
Marcadores: bizarrice, Carnaval, chuva, diálogo em família, viagem
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Josei e Kami Sal
às 10:24 PM

terça-feira, fevereiro 20, 2007
Meu tradicional post sobre nada para esperar acabar Big Brother, Amazônia e Jornal da Globo.
Carnaval praticamente acabou. Só uma coisa é legal (???) nesta época: as vinhetas com marchinhas cantadas pelo Sílvio Santos. Melhor seria se o próprio aparecesse cantando, com o microfone chumbado no peito (como dizem as Garotas que dizem ni). Esta tarde eu chorei de rir, sozinha, imaginando sr. Abravanel cantando a marchinha da mandioca. Huahuahuahuahuahuahuahua!!! Para quem não quer deixar de ouvir estas pérolas do cancioneiro nacional, agora que o Carnaval está no fim, tem este site. Além das marchinhas, têm músicas várias que eu nunca imaginei que Sílvio Santos cantava.
Tenho tido sonhos bem estranhos, pesadelos... Vou contá-los, já que ainda falta mais de uma hora para Lost.
Eu tenho um anjinho de gesso que eu ganhei quando nasci e ele fica pendurado na parede do meu quarto. Dias destes, sonhei que ele tinha entrado em auto-combustão!!!
Na noite seguinte, não foi mais light. Sonhei que uma garota desenhada em uma capa de livro queria me matar. Lógico que ninguém acreditava em mim, até que viram o desenho mexendo os olhos. Eu falei que ia queimar a capa do livro e ia jogar sal.
Outro dia, sonhei que Kami Sal tinha feito uma lista com as coisas que ela odeia em mim. Detalhe: ela estava escrevendo a lista do meu lado!!! Eu fiquei magoada e saí da sala, chorando. Acabamos brigando e chorando.
Na noite passada, eu sonhei com um cara que só vestia vermelho; e outro que só vestia vermelho e preto e ainda colocava um azulejo preto dentro da roupa e da fronha. Ele dizia que isto evitava que o mundo acabasse e queria me convencer a fazer o mesmo, mas eu não quis porque eu achava que se eu colocasse um azulejo na minha fronha, uma barata ia se esconder embaixo dele.
Esta noite eu sonhei que estava indo à pé para a faculdade, de saia e salto alto (é que eu moro tão perto da facul...) e fui atropelada por uma mulher em uma bicicleta. Não aconteceu nada, ela pediu desculpas e eu continuei andando. Só que a mulher surtou e veio atrás de mim, pedindo desculpas desesperadamente, com uma cara psicopata e eu saí correndo. Consegui fugir e entrar no ônibus que tinha a catraca mais complicada que eu já vi. Lembrem-se: eu estava de saia, que é uma que eu tenho na vida real e não é muito propícia a fazer movimentos bruscos sem que fique indecente. Sabe-se lá como, consegui passar pela tal catraca sem maiores estragos. O ônibus estava cheio de caras bonitos de camisa azul (acho que eram os que minha prima falou para mim no sábado).
No entanto, nenhum supera este que vou contar agora, no quesito bizarrice: sonhei que estávamos no kendô e o sensei lago sereno estava bravo, gritando!!! Isto é inacreditável!!! Desenho possuído tudo bem, um sujeito que acha que um azulejo embaixo da roupa pode salvar o mundo é normal, agora o sensei lago sereno gritando.. ISTO NÃO EXISTE!!!
Ainda sobrou tempo... Vou acabar a "faxina" no meu computador. Hoje eu coloquei cada coisa em sua pasta e apaguei arquivos inúteis. Agora há pouco eu descobri que tenho imagens repetidas. Vou aproveitar o tempo para apagar. Até o próximo post!!!
Marcadores: Carnaval, pesadelo, sonho
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Josei e Kami Sal
às 10:40 PM


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