quinta-feira, setembro 25, 2008
Algum dia, o encontro virá junto com o começo do adeus
Vamos começar este post quase almodovaresco com um Diálogo em família, que aconteceu enquanto mamãe e eu fazíamos caminhada:
Josei: Você sabe onde fica a escola em que eu dei aula de inglês?
mamãe da Josei: Não.
Josei: Fica lá para cima.
mamãe da Josei: É, eu sei. Já passei lá em frente.
Josei: E por que disse que não sabia?
mamãe da Josei: Porque eu achei que você ia dizer que era aqui perto.
Mamãe aprendeu a fazer palhacinhos com tampas de garrafa pet e se tornou praticamente uma tampólatra. Dia destes, nós estávamos descendo para o centro da cidade, quando ela avistou umas sacolas cheias de garrafas em pé, com suas tampinhas para fora. Não é que ela parou, começou a tirar as tampinhas, me pediu ajuda e ainda colocou tudo na minha bolsa?
Depois deste momento Tudo sobre minha mãe, tenho um comunicado importante a fazer. É um assunto delicado, nem sei como começar... Se eu estivesse no programa da Márcia, pediria um copo d'agua e iríamos para o comercial. Mas esta é a vida virtual, então vou dizer logo: esta é a última vez que eu posto no Mundo Bizarro...


... usando o Frank!!! Meu irmão comprou um notebook e vai trazer o computador dele, que tem mais memória e espaço no HD, para mim, neste fim de semana. Então, façam tchauzinho para o Frank, que me acompanhou em tantos posts durante... 4 anos, acho.

Marcadores: bizarrice, coisas que não entendo, computador, diálogo em família
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Josei e Kami Sal
às 2:40 PM
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domingo, setembro 21, 2008
Um belo dia, que belo dia
Acordei super disposta às 6:30 da manhã e resolvi que nada melhor do que fazer uma longa caminhada em um domingo. Tomei um café da manhã a la Xou da Xuxa (lembram?), com fruta, leite, pãozinho e nada de café, porque esta bebida faz um mal danado.
Fiz alongamento e saí para caminhar. Andei por 2 horas, parando só para tomar uma água de coco perto do aeroporto. Eu me sinto tão bem de manhã... Parece que respiro melhor, penso melhor, fico bem humorada...
Chegando em casa, resolvi fazer uma boa faxina. Passei pano no chão, tirei cada badulaque da estante para limpar e lavei o banheiro, esfregando os rejuntes dos azulejos.
Já era quase hora do almoço e eu resolvi que hoje eu ia cozinhar. Fiz um macarrão de forno maravilhoso, modéstia à parte.
Decidi não entrar na internet. Em vez disto, fui exercitar os neurônios relendo os textos da faculdade. Foi isto que fiz durante toda a tarde. Só entrei na internet agora para compartilhar com vocês este dia tão agradável...
... e comemorar o DIA DO CONTRA!!! Há!!! Dá até para brincar de encontrar os erros neste post...

Marcadores: comemoração
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Josei e Kami Sal
às 7:53 PM
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Um coco!
Essa postagem é mais um oferecimento do notebook do Stafora.
Estava essa brilhante blogueira, numa gloriosa manhã de inverno, sozinha em seu aconchegante lar ni qui alguém bate palmas. Fui atender e me deparo com um senhor visivelmente bebado carregando um coco. Só nisso eu já pensei em IVCH. Mas o ébrio me vira e pede "A moça pode me emprestar uma faca?". Ah, mas é claro... Eu sempre empresto facas para desconhecidos bebados. Eu tive as manha de responder que eu não tinha nenhuma faca. Tudo bem, podem aplaudir, eu sei que mereço pela brilhante resposta. Depois de muito insistir pra que eu emprestasse uma faca pra ele (eu já estava quase falando que minha mãe tinha trancado todas as facas depois da minha ultima tentativa de esfaquear estranhos que batiam palmas na porta de casa), ele se irritou e jogou o coco no meio da rua. Eu coloquei Caramelo pra dentro e fechei a porta. Dpois disso, eu não quis mais deixar a Caramelo sozinha lá fora porque tinha medo que o doido do coco voltasse e jogasse um coco nela...
E falando em coco, Mamãe estava lendo uma revista de simpatias e encontrou a simpatia para diabetes. Você pega um coco, tira toda a água e enche o mesmo com a urina do diabetico, depois enterra. Minha imaginação já foi mais longe. Você tira a água, termina de encher o coco e deixa ele em cima do tanque/pia/qualquer superficie, enquanto vai buscar as ferramentas para enterra-lo, nisso surge um desavisado...

Marcadores: IVCH
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Josei e Kami Sal
às 7:53 PM
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quarta-feira, setembro 17, 2008
Eu me pergunto o que ela faz quando acorda
Eu não queria começar um post assim, do nada, mas não consigo pensar em nenhuma apresentação para ele. Eu podia ser como a Equipe Rocket, e ter uma ensaiada, mas...
Tenho feito caminhadas com a minha mãe. Em uma delas, nós passamos pelo bosque do meu bairro, o qual eu nunca tinha visto e nem sabia onde ficava, apesar de passar a apenas 2 quadras de lá, todas as semanas, quando era professora voluntária. Aí, mamãe apresenta o local: "este é o bosque que tem o lago onde as pessoas morrem afogadas". Pode falar, mamãe tem talento para guia turística... Além do lago onde as pessoas morrem afogadas, o bosque tem uma quadra de basquete que fica em cima de um morrinho e não tem acesso até ela, nem uma escadinha, uma rampa ou sequer uma estradinha. Eu apelidei o trajeto que passa pelo bosque de "Rota das Amoras", porque tem uma amoreira perto do bosque, onde nós paramos para comer amoras.
Eu tive um pesadelo horrível na noite passada. Acordei e fiquei pensando em... mouses!!! Mouses USB, PS/2, serial... Às vezes eu me acho uma pessoa estranha...
Para encerrar de um jeito bem kawaii, fofolices felinas!!!
Eu fiz uma bolinha de meia para Rivo, mas só dei um nozinho na ponta para fechar. Ela brincava até a bolinha começar a se desfazer, depois levava para eu consertar.
Aí, minha mãe costurou a bolinha e numa linda manhã de inverno (conhecida como anteontem), eu levantei e fui brincar com a Rivo. Jogava a bolinha, ela corria atrás e trazia na boca, para mim. Brincamos um bom tempo assim, até que eu perguntei para minha mãe: "mas isto não é brincadeira de cachorro?"
Ah, mas Rivo também sabe ser vingativa... Ela não gosta quando eu saio de casa. No domingo da Parada, eu estava saindo e vi que ela tinha derrubado minha toalha de banho do varal e pisoteado com as patinhas sujas de carvão. Menina má...
Não pense vocês que só Rivo faz fofolices... Esta é da Gata-Vaquinha e infelizmente eu não vi... Minha tia foi à minha casa em um dia em que não estávamos. A Gata-Vaquinha estava perto do portão e minha tia perguntou para ela se não tinha ninguém em casa. Ela (G-V) foi até a porta da sala, olhou para o trinco e miou. Depois voltou para o portão e miou para minha tia. Minha tia ficou falando com ela, e ela respondendo. Até meu tio que não gosta de animais achou muito fofa!!!

Marcadores: bizarrice, Gata-Vaquinha, gatos, insonia, pessoas estranhas
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Josei e Kami Sal
às 2:51 PM
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sábado, setembro 13, 2008
Tudo aqui quer me revelar
Já que não tenho nada para fazer e desde ontem não consigo parar de fazer testes no Blogthings, resultado de teste by Josei:
You Are a Life Blogger!
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Your blog is the story of your life - a living diary.
If it happens, you blog it. And you make it as entertaining as possible.
You may be guilty of over-sharing a bit on your blog, but you can't help it.
Your life is truly an open book. Or in this case, an open blog!
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Marcadores: teste
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Josei e Kami Sal
às 4:34 PM
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quarta-feira, setembro 10, 2008
Vamos nos divertir com os garotos na maneira gay
Estou viciada em baixar anime. Começou com REC. "São só 10 episódios de 13 minutos, que mal há?" Sim, mas desde então, eu já baixei mais 3 séries, fora as músicas, imagens, fotos e tudo o mais, e meu pequeno HD estava para explodir. Fiz backup e apaguei várias coisas, antes que visse esta mensagem:

Eleições, eleições... Todos os anos eleitorais eu digo que não vou falar sobre elas no blog, exceto pelo dia da votação, quando é sagrado eu postar aqui reclamando que minha seção é a única que tem fila. Mas sempre acontece algo para postar aqui... Como um certo candidato que mandou uma carta com meu nome errado. Até que isto não seria tão incomum, visto que todo mundo erra meu sobrenome. O diferencial é que ele colocou meu primeiro nome no masculino!!! Ai, só comigo...
Por falar em só comigo, ligaram ontem para mim, do posto de saúde dizendo que minha cirurgia de hérnia tinha sido marcada. Só que, tipo, eu nem fui ao médico pedir cirurgia e NEM TENHO HÉRNIA!!! Primeiro, eu fiquei abismada, depois eu morri de rir.
Programa de família é comer macarrão na casa da vó, ir ao zoológico, ao parque, pescar, certo? Bom, não da minha família e de outras muitas (muitas meeeeesmo) famílias bizarrelandenses no domingo passado... Nós fomos à Parada da Diversidade (aka Parada Gay, mas estava mais para parada da diversidade mesmo, porque tinha todas as diversidades de pessoas). Eu estava absurdamente curiosa para saber como era e louca para ver drag queens pessoalmente, já que eu acho muito legal desde que assisti, na adolescência, "Para Wong Fu, obrigada por tudo, Julie Newmar" e decidi que quando eu nascer homem, eu vou ser drag queen (a Kami Sal já conhecia este plano. Quando eu contei para o Stafora, na formatura, ele fez aquela cara de "ela tomou vinho e agora está tomando drink com vodka, deve ser por isto..."). Aí, eu vi as drags, tirei fotos e tudo, e vi go go boys muito, muito, muito, muito bãos, dançando de sunga em cima dos caminhões de som (e tirei fotos, óbvio).
Agora, tirem as crianças da sala para o detalhe sórdido: um deles estava ameaçando tirar a sunga. Dava uma abaixadinha, mostrava a derrière e erguia de novo. Aí, ele abaixou de verdade e protegeu o... a... ah, vocês sabem do que eu estou falando, com a mão. Disto o papai não deixou tirar foto...
Uma amiga que estava lá disse que na boate eles tiram tudo mesmo, mas ali tinha crianças, vovós, vovôs, então eles não podiam fazer isto.
Estava mesmo muito legal. Quem não foi neste ano, recomendo que vá no ano que vem...

Marcadores: anime, bizarrice, computador, família
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Josei e Kami Sal
às 2:33 PM
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domingo, setembro 07, 2008
Mesmo que nada funcione, eu estarei de pé
Essa postagem é mais um oferecimento do notebook do Stafora.
Primeiro de tudo e mais importante: QUARAR A ROUPA NA MÃO, HAHAHAHAHA!!! Só tia Josei mesmo...
Sobre coisas que deveriam abrir: não é segredo, não é tipo de coisa que eu deseje esconder até porque, como diria o Kyon de Suzumiya Haruhi no Yuuutsu, não serve nem como fofoca sem sentido: eu não consigo abrir latinhas com abre fácil. Eu posso morrer de fome tentando abrir uma lata de atum com abre facil. Pra mim é muito melhor usar um abridor. Dito isso é prefeitamente compreensivel que minha mãe abra tais latas para mim. E ela faz isso com uma destreza que me dá inveja (alias, teria inveja até se um gafanhoto abrisse uma dessas latinhas na minha frente). Essa semana eu resolvi fazer macarrão com formato de brinquedo com atum. Peguei uma das malfadadas latinhas e pedi para Mamãe abrir. Seguindo as instruções ela levantou o lacre, puxou e ambas vimos nossas esperanças e sonhos sairem junto com o anel. Sim, o anel saiu e a lata continuou fechada. Daí eu fiz o que devia ter feito desde o começo: usei o abridor. Esse sim, nunca me deixa na mão.
Outra grande invenção da humanidade é a maçaneta que serve para abrir (muita gente só se lembra que ela fecha) as portas. Mas para mim as coisas não são tão simples. Quem lê o blog deve ter uma vaga lembrança de que passei muito tempo com a maçaneta da porta do quarto quebrada. Foi trocada ano passado e eu, inocentemente, acreditei que meus problemas com maçanetas tinham se acabado. Mas era um erro. Agora é a maçaneta da cozinha que se volta contra nós. Do lado de dentro de casa, ela parece uma maçaneta como qualquer outra que abre a porta, mas pelo lado de fora... Eu tenho de ficar bombeando a maçaneta até a porta abrir. Isso quando eu não desisto e bato na porta...
Eita, mundão bizarro sem porteira...

Respostas:
Mokona-sama: É melhor não publicar esse tipo de coisa na internet... Porque tia Kami não usa saia. Acho que a musica é Tonari no Totoro-Totoro. Pessoalmente, eu acho que casar é uma besteira. Só deixa a separação mais cara e dolorosa.
Sr. Spock: Eu também comemorei o dia do blog fazendo nada... Nem postei...
Stafora-ni: O que mais posso dizer além de é verdade, é verdade, é verdade, é verdade?Marcadores: desabafo
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Josei e Kami Sal
às 7:18 PM
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quarta-feira, setembro 03, 2008
Lava roupa todo dia, que agonia
Eu ouvi alguém dizer que não se pode contar sobre sua vida na internet. Depois de quase 6 anos escrevendo no MB, vocês realmente acham que eu me importo com isto? Tá, eu não escrevo tuuuuudo no MB, mas até que conto bastante coisa. Tipo, hoje vou falar do meu fim de semana.
No sábado, eu fui a um aniversário de uma senhorinha de 80 anos. Os filhos, genros, noras e netos se preocuparam muito em escolher as músicas que iam tocar, já que se tratava do aniversário de uma senhorinha de 80 anos, como eu já disse. Enquanto rolava o jantar, tocaram músicas tipo "soft'n'easy". Depois do jantar, veio o "parabéns" e "jingle bells"(???). Na hora de dançar, começou com músicas dos anos 70/80 e mudou para funk didático-pornográfico (sabe, daqueles que dizem coisa do tipo "coloca isto daqui lá, vira pra cá"). A aniversariante nem ligou. Até dançou!!!
Domingo teve exibição. Os otakus são tão prestativos!!!
A seguir, 3 diálogos em família. Os 2 últimos são consequência do primeiro.
Diálogo em família 1:
Josei: Eu preciso de uma máquina de lavar destas!!! Tô cansada de quarar roupa na mão. (*detalhe que não sou eu que lavo as roupas*)
mamãe da Josei: Huahuahuahuahua!!! Quarar roupa? Huahuahuahuahua!!! Você nem sabe o que é isto!
Josei: Não mesmo...
mamãe da Josei: Huahuahuahuahua!!! Quarar é colocar a roupa ensaboada estendida em um gramado, no sol, para limpar. Como você ia quarar roupa na mão? Ia ficar segurando? Huahuahuahuahua!!!
Diálogo em família 2:
mamãe da Josei: Não tira o galhinho da abóbora.
Josei: Por quê? Você vai plantar?
mamãe da Josei: Não dá para plantar abóbora usando o galhinho. Também, para quem ia quarar roupa na mão... Huahuahuahuahuahua!!!
Diálogo em família 3:
Josei, vendo um embrulhinho laminado na pia: Ah, é fermento... Eu achei que fosse caldo...
mamãe da Josei: Caldo deste tamanho? Também, para quem ia quarar roupa na mão... Huahuahuahuahuahua!!!
Sério, acho que este negócio de quarar roupa na mão vai me perseguir até o fim dos meus dias. Vai estar lá, no meu epitáfio: "Aqui jaz Josei. Ela achava que podia quarar roupa na mão."

Marcadores: diálogo em família, festa, leseira
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Josei e Kami Sal
às 1:59 PM
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