domingo, fevereiro 27, 2011
Frase da Semana: "A camiseta é mais bonita do que se tivessem me assaltado e levado os 16 reais.", dita por Stafora.

Ok, legal:Mokona-sama: Realmente parece.
Suzan-san: É de um room maker, mas não sei o endereço
Stafora-ni: Sim, entendo...
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Josei e Kami Sal
às 2:03 PM
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sábado, fevereiro 26, 2011
Às vezes o sistema funciona mal e a coisa toda dá errado
Falei que voltaria na semana que vem, mas voltei hoje. É que eu tenho aprendido por observação que é possível dizer uma coisa num dia e, logo depois, fazer totalmente o contrário do que foi dito, aí, vim aplicar meu novo conhecimento. E eu precisava contar o que tem acontecido, porque Lady Murphy anda com tudo...
Na quinta, eu tive um daqueles dias. Não "aqueles dias" de que falam as propagandas de absorventes, mas sim um "daqueles dias" em que as coisas insistem em dar errado. Além disto, tive uma notícia ruim de uma possibilidade que se tornou probabilidade e me deixou com vontade de chorar.
Cheguei em casa do trabalho e meus pais iam sair. Vocês bem sabem que eu não sou de sair, mas como eu não queria ficar em casa fazendo a Maria do Bairro, fui com eles. Quando voltamos, descobrimos uma coisa desesperadora: o portão estava trancado por um cadeado, e a chave para abri-lo estava na porta da sala, para dentro do portão. Eram 22h. Meu pai ligou para a seguradora, que mandou um chaveiro. Às 23:30. O chaveiro só conseguiu abrir o portão às 23:45. Por maldade extrema de Lady Murphy, passei esta hora e quarenta e cinto trancada para fora de casa com vontade de ir ao banheiro. Só posso imaginar que tudo isto aconteceu porque eu contrarei a lei natural da vida, que é eu ficar em casa.
No dia seguinte, também conhecido como ontem, tudo estava bom e azul e calmo como sempre. Até eu chegar em casa e descobrir que roubaram meu gato. Sério. Meu gato, o Donducho. Olha, só dando um reiniciar na minha vida, porque o negócio tá foda...

Marcadores: gatos, Lady Murphy
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Josei e Kami Sal
às 10:24 AM
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quarta-feira, fevereiro 23, 2011
Mas esta noite eu estou limpando meu armário
E aí, miguxos, preparados para um post com muitas emoções e aventuras? Então, é melhor ir procurar outro blog, porque, bem, este é um post meu e vocês sabem que minha vida não daria um filme da Sessão da Tarde...
Bora continuar o assunto do meu post anterior, a megarrevolução no meu quarto. Entonces, depois do meu post, meu guarda-roupa foi montado. Na noite tempestuosa de quarta-feira eu comecei a arrumar. Tive alergia por causa do cheiro de verniz e saí pela internet procurando alguma mandinga que tirasse o cheiro forte de verniz do meu quarto. Li uma dica que uma bacia com água e rodelas de cebola faz o cheiro de móveis novos sumir. Realmente faz, porque ele é substituido pelo cheiro de cebola. Na sexta-feira, eu continuei arrumando o quarto e acendi o aromatizador com essência de pêssego para tirar o cheiro de cebola do quarto. Depois, minha mãe achou que o cheiro de essência de pêssego estava muito forte e colocou uma bacia de água com álcool no quarto. No sábado, meu quarto já tinha cheiro só de quarto e eu acabei de arrumar minhas coisas, à noite (não tenho vida social, notem). Acabei me desapegando de um monte de roupas. Eu tinha comprado um guarda-roupa maior porque o antigo não estava acomodando minhas coisas, agora tenho menos coisas e sobrou espaço suficiente no meu guarda-roupa para esconder um amante (hummmmm)
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Com guarda-roupa novo e nova pintura no quarto, achei que devia comprar um novo colchão. É o ciclo sem fim do consumismo. Não foi uma tarefa difícil, a não ser pelo vendedor que tentou me convencer que R$10 = R$100, dizendo que compensava comprar um colchão de R$400 em vez de um de R$300, porque eram só R$10 a mais, mesmo. Para cima de mim, que passo meus dias fazendo cálculos e até sonho com números, de tanto que eu os vejo durante o dia? Tá, são só R$10 por mês, em 10 meses, o que seriam R$100 a mais, no fim das contas. Eu nem ia fazer em 10 vezes, nem tenho plantação de dinheiro, então, eu acabei comprando num outro lugar mais barato e com um vendedor que não insultou minha inteligência.
Contei no meu post anterior que tinha passado 3 dias com dor de cabeça e talz. Bom, na sexta passada, a dor de cabeça voltou e, no sábado, estava tão insuportável que meus pais me levaram para o pronto atendimento do meu convênio. Só eu fico doente de sábado de manhã. Apesar de pagar muitas onças por ano para ter um convênio, a médica não era melhor do que qualquer médico do SUS. Ela não me ouviu, deu um diagnóstico aleatório e ainda disse que eu poderia dirigir depois de tomar dramin na veia, sendo que eu mal conseguia andar como uma pessoa sóbria. Enfim, fiquei lá por uma hora tomando soro, fiz minha versão particular de "zombie walk" no supermercado, depois fui para casa passar a tarde dormindo.
Por falar em "dorgas, mano", eu definitivamente não preciso delas para meu cérebro funcionar de um jeito estranho. Enquanto o jornalismo falava da crise política no Egito, mostrava os confrontos para que o Mubarak largasse o osso e esta coisa toda, o que meu cerebrinho fazia comigo? Toda vez que eu ouvia a palavra "Egito", eu lembrava de "esta é a mistura do Brasil com Egito, tem que ter charme pra dançar bonito" (para quem não reconheceu, esta música é a Dança do Ventre do É o Tchan). Vê se eu mereço isto...
Na semana que vem, eu volto para comemorar com vocês um feito histórico na minha vida. Aguardemmmmm.

Marcadores: bizarrice, bonita história triste, doente, nada
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Josei e Kami Sal
às 8:43 PM
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domingo, fevereiro 20, 2011
Frase da Semana: "Eu tenho medo quando eu não mato.", dita por Mamãe.

Ah, tá:
Mokona-sama: As formigas parecem gostar da minha casa toda.Marcadores: frase da semana
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Josei e Kami Sal
às 4:54 PM
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quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Eu não quero viver minha vida de novo
Sim, estou retornando com o final da pequena história do monitor. E o final dela é que o monitor chegou dentro do prazo dado pela loja e está funcionando perfeitamente. Realmente, sem grandes emoções até o exato momento quando notei que tem formigas no pé do monitor...
Essa semana fui fazer inscrição para mais um concurso... Aproveitei para comprar uma base para fazer um porta-celular (já que o celular novo não cabe na base do antigo) e uma caixa pra guardar meus esmaltes cuja quantidade está aumentando mesmo que eu não entenda o porquê. Embora não chegue nem aos pés da coleção de Josei que agora deve contar com uns 512 mil esmaltes...
E então que as aulas começaram na semana passada e que isso não tem nada a ver com a minha vida. Entretanto, tem relação com a vida de meu querido irmãozinho que é professor. E todos os 3 leitores desse blog já sabem que no ano passado ele comprou uma amante argentina (aka um outro carro, posts sobre ele podem ser lidos aqui e aqui). Agora que essas informações estão bem claras na mente dos leitores, vamos a bonita história triste do primeiro dia de aula. Acordei como sempre às 6:30h, preparei a ração para os gatos enquanto Macaquisho fazia suas tradicionais 594 gracinhas fofas matinais. Levei a ração para as gatas, cuidei do Macaquisho, coloquei ele para dormir de novo, falei bom dia pro meu irmão que estava de saida e fui deitar de novo pra dormir mais uma horinha. Eis que começo a ouvir Mamãe gritando o meu nome. Sai correndo,de pijama de poodlezinhos, pra ver o que tinha acontecido. Era pra eu manobrar Consuelo enquanto ela e Stafora empurravam. Ok. Legal. Depois disso ainda empurrei o carro pra meu irmão faze-lo pegar no tranco... No dia seguinte, uma das vizinhas perguntou pra minha mãe quem era a "menininha" que a ajudou a empurrar o carro.
Fora isso, minha vida tem se dividido entre estudar para concursos, ler, assistir Futurama e CSI, artesanato, desenho e e uma atividade que certamente será a causa de minha dor de cabeça nos meses vindouros. Mas falarei sobre ela num próximo post, quando as coisas estiverem mais certas e concretas.

Oh, não:
Mokona-sama: Também achei bonita.
Stafora-ni: É um modo de se ver a vida...
A-lien-san: Deve ter ficado bonito...Marcadores: bizarrice, bonita história triste, carro, divagações
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Josei e Kami Sal
às 1:50 PM
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terça-feira, fevereiro 15, 2011
Eu queria tanto estar no escuro do meu quarto
Daí que eu resolvi revolucionar meu quarto. Decidi que precisava de um guarda-roupa maior, mas tinha que ser com portas de correr, porque meu quarto é pequeno e atulhado de móveis, então acabaria faltando espaço para abrir as portas do guarda-roupa, ele sendo maior que o atual. E porque eu acho lindo guarda-roupa com porta de correr. Com isto na cabeça, fui ao centro da cidade procurar e descobri, chocada, que móveis em marfim estão fora de linha. Mas, oi?, eu comprei uma escrivaninha em marfim há pouco mais de um ano!!! Enfim, a alternativa seria o maple. Não que eu seja uma pessoa chata para escolher (sim, eu sou), mas foi um parto encontrar algo no tamanho ideal, com a cor ideal, com a divisão interna ideal. Coisa, assim, de quase 4 horas procurando. Como já ia ter mesmo que zoar tudo para trocar o guarda-roupa, achei que seria a ocasião ideal para trocar a cor do quarto. Saí da loja de móveis e fui para a loja de tintas, território desconhecido para mim. Desconhecido e de um linguajar todo próprio. O que eu queria nas paredes era, basicamente, roxo e lilás. Porém, eu tive que escolher entre mil cores com nomes bizarros. E aí, eu queria Mauva Prateada, Chuva de Ametistas ou Nuvens Roxas? Festa das Bruxas, Roxo Paixão ou Delícias de Uva? Acabei escolhendo a combinação Nuvens Roxas e Roxo Paixão (o nome é brega, parece música do Amado Batista, mas a cor é linda). Mas isto era só o começo... Tive que escolher o quanto de tinta levar e que tipo de tinta, se fosca, lavável ou semibrilho. Olha, eu imaginei que comprar tinta fosse mais simples...
Isto foi só o começo... Depois, começou a desmontagem do meu quarto. Na terça, minha mãe esvaziou o guarda-roupa e a cômoda. Na quarta, eu desmontei o computador. Na quinta, meus pais tiraram os móveis e pintaram o quarto, e eu passei a dormir no quarto do meu irmão. Combinei com o montador de vir montar o guarda-roupa na sexta-feira, mas ele não veio. E até a publicação deste post, ele ainda não veio, mas hoje é o prazo final. Minhas coisas ficaram no mais completo caos, meus móveis e minhas coisas espalhados pela casa, e eu não consigo achar nada. Fora que eu sinto falta de usar meu computador, onde estão meus arquivos, onde eu deixo salvas as páginas no navegador, onde eu sempre estou logada...
Enquanto isto, no lustre do castelo um monstro que me assombrou na infância voltou a me atacar: a sinusite. Terça eu estava com dor de cabeça, mas ignorei. Na quarta, ela continuava, eu tomei dipirona e não resolveu, tomei dorflex e não resolveu. Na quinta, eu já estava quase enlouquecendo de dor, mas fui trabalhar. Quando voltei para casa, mal conseguia abrir os olhos e parecia que um monstro gigante estava espremendo meu crânio. Tomei mais remédio, chá, fiz inalação e o monstrão foi embora. Mal acreditei quando acordei sem dor na sexta-feira.
Agora, vocês leram tudo isto e devem estar achando que eu estou chateada ou irritada com as mudanças no meu quarto. Não estou não!!! Eu estou bem feliz, aliás. Mas é que fazer coisas boas parecerem horríveis e coisas horríveis parecerem engraçadas é minha especialidade.

Marcadores: bizarrice, mimimi
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Josei e Kami Sal
às 1:07 PM
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domingo, fevereiro 13, 2011
Frase da Semana: "A minha conta bancária está perto dos 5 bilhões. Na minha, não tem nada, mas na do lado dela tem 5 bilhões.", dita por Assessore.

A minha é tão pobre que deve estar na favela do banco:
Mokona-sama: Acho que o assustador foi ele ter chegado no meio da noite sem avisar e não o fato de ter ligado pra ela abrir a porta. Não se preocupe, não importa o que você faça, alguém estará especulando sobre sua vida.Marcadores: frase da semana
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Josei e Kami Sal
às 1:51 PM
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terça-feira, fevereiro 08, 2011
Eu acredito que alguém possa guardar as memórias do mundo
Voltei ao meu horário normal de trabalho, na semana passada. Agora já me readaptei,mas, nos primeiros dias, a sensação que eu tinha era de que eu mal chegava em casa e já tinha que voltar para o trabalho.
E na semana passada, também, teve um triplo aniversário de fatos, no dia 3. Fez 15 anos que eu moro em Bizarrelândia, 1 ano que saiu minha exoneração do Aquária e 1 ano que eu fui levar os primeiros documentos para começar a trabalhar no Teto Convexo.
Na madrugada da última sexta-feira de janeiro para o último sábado de janeiro, eu estava tranqüilamente dormindo e sonhando com espíritos no meu quarto (isto aconteceu nas duas vezes que eu assisti episódios da série Chico Xavier). De repente, eu ouvi um barulho e não consegui identificar o que era. Achei que era a Rivo miando para sair, mas estava muito estridente para ser um miado. Só aí eu percebi que era o telefone. Levantei para atender e era meu irmão, dizendo para abrir o portão para ele. Juro que achei que ele tava zoando, ou que era uma nova modalidade de golpe do seqüestro e eu estava surtando que era mesmo a voz do meu irmão. Abri a porta devagar e ele estava mesmo no portão, tinha vindo de surpresa.
No sábado que ele veio, teve a peça "O Caderno da Morte", baseado em Death Note, no Sesc. Eu não queria ir sozinha e o convidei para ir comigo. Ele relutou, porque não gosta de anime, então, eu tive que usar meu mais poderoso argumento: "eu deixo você ir dirigindo meu carro!". Diante disto, ele aceitou. A peça foi muito bem produzida, bem legal mesmo, apesar de terem cortado boa parte da história e mudado o final, o que era esperado, já que a peça teria umas 20 horas se fosse seguir todo o mangá. Meu irmão gostou, só se irritou com o povo que já conhecia a estória e ficava comentando o que ia acontecer. Eu só posso dar razão a ele, porque é realmente chato isto.
Depois de Sushi, estou lendo outro livro da Marian Keyes, chamado "Um best seller para chamar de meu". O motivo para escolher este entre tantos livros da Marian foi que uma das personagens conta suas desventuras para a amiga por e-mail e eu pensei "puxa, isto é tão eu!!!" A leitura de outro livro da autora me levou a 3 conclusões: 1) ela é a cara da Iára Capraro, aquela que faz artesanato. 2) ela deve ter perdido um namorado para a amiga. 3) ela deve ter tido uma paixão platônica pelo chefe. E vocês leem isto com espanto e tentam entender de onde raios eu tirei estas idéias, né? Bom, a de que ela parece com a Iára Capraro foi da foto na orelha do livro, simples assim. As outras duas eu tirei de uma teoria. Se eu fosse escritora, eu usaria meu livro para exorcisar meus fantasmas e realizar meus desejos, então, colocaria coisas minhas nas personagens. Como os temas que eu citei apareceram nos 2 livros que eu li, imaginei que fosse assim. Mas eu posso estar maluca e vendo coisas, vai saber...

Marcadores: anime, aniversário, família, livros, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 1:10 PM
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domingo, fevereiro 06, 2011
Frase da Semana: "Marido é muito investimento pra pouco retorno.", dita por Anã Paraguaia.

Quando de repente ouvi alguém pequeno gritar:
Mokona-sama: Sim. Esqueçam as enciclopédias e leiam o MB! Não precisa ter medo, a não ser que a teoria de que todos estão mortos, foram para o inferno e que o Mestre dos Magos é o demonio esteja certa...
Stafora-ni: Completou nosso momento cultura. É vero ninguém supera o Gato de Cheshire, mas o Mestre dos Magos tem seus meritos.Marcadores: frase da semana
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Josei e Kami Sal
às 2:06 PM
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terça-feira, fevereiro 01, 2011
E prá você eu deixo apenas meu olhar 43, aquele assim meio de lado já saindo, indo embora
Fevereiro... Ah, fevereiro... O que podemos dizer sobre esse sofredor mês que perdeu um de seus dias porque o Imperador César Augusto não queria que saissem por aí falando que o do Imperador Júlio César era maior que o dele. Alias, uma informação interessante: fevereiro, vem do do latim februarius, que vem da palavra Februus, que é o nome do deus da morte e da purificação na mitologia etrusca. Sim, MB também é cultura.
Bom, mas vamos ao que interessa. As dollzinhas desse mês tem uma cara de normalidade, sem fantasias e na midi, deixamos apenas nosso Olhar 43 (a versão do RPM).
Inté.

Marcadores: novidade
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Josei e Kami Sal
às 10:44 AM
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