sábado, junho 25, 2011
Ela é discreta e cultua bons livros e ama os animais
Volta o cão arrependido, digo, volto eu, Josei-tenshi (há quanto tempo eu não me chamava assim?), com mais um post "cultural".
Livros:
Fahrenheit 451, Ray Bradbury: livro bem novinho, coisa assim, de 1953. É uma ficção distópica sobre um futuro em que os livros são proibidos, não é permitido refletir, as pessoas assistem BBB e ouvem funk agem como idiotas só por diversão e os bombeiros, em vez de apagar incêndios, queimam livros. Belo dia, um bombeiro, Guy Montag, começa a conversar com uma garota que parece deslocada daquela sociedade. Ela gosta de conversar, refletir, observar, questionar. Isto e mais um punhadinho de eventos fazem Guy querer descobrir o que tem de tão perigoso nos livros que ele queima, para eles terem que ser destruídos. E aí... Leiam vocês. Não sei se foi sobre este livro ou se foi sobre Feios que eu disse que o mais assustador sobre ficções distópicas é como elas se parecem com a nossa realidade atual. Não que hoje em dia já se queimem livros, mas quantas pessoas "perdem tempo" lendo? E quantas vezes nós diminuimos o ritmo, só para observar o que está a nossa volta?
O incrível dom de Oscar, David Dosa: é a história real de Oscar, um gato que mora em uma clínica para idosos com demência, a maioria, em estado terminal. O fofucho tem o dom de prever quando um paciente vai morrer e passa as últimas horas de vida do(a) velhinho(a) fazendo companhia a ele(a) e sua família, apesar de, geralmente, ser um gato antissocial. Um médico, o autor do livro, resolve investigar para tentar entender como o Oscar percebe que a pessoa está morrendo, antes mesmo dos médicos. Para mim, não é que ele adivinha, é que ele é um shinigami disfarçado de gato, tipo o Takuto, de Full Moon wo Sagashite, que vai buscar a alma das pessoas, isto sim. Na verdade, o livro trata mais sobre demência e morte do que sobre o gato, em si. É pouco recomendado para ler quando você acabou de sair do hospital e está se recuperando de uma cirurgia, mas é um livro interessante, de leitura fácil e acaba rapidinho. Vou colocar um spoiler riscadinho, só leia se quiser: para quem não lê livro sobre animais porque eles sempre morrem no final, pode ler sossegado. O Oscar continua vivo, bem e levando almas de velhinhos para o outro lado.
Geração Y, Sidnei Oliveira: comprei este livro para fazer minha monografia. Para quem não sabe, Geração Y é esta galerinha muito louca da pesada que nasceu entre 1978 e 2000 (ou entre 1980 e 2000, dependendo do autor), ou seja, nós, as blogueiras e a maioria dos nossos leitores. O livro descreve esta geração e como os líderes devem agir para não entrar em conflito com estes jovens, que estão entrando agora no mercado de trabalho. Por ser uma leitura "obrigatória" (fui eu mesma que me obriguei a ler), poderia ser algo "blé", mas não foi. É uma leitura muito gostosa, ainda mais porque eu fui me identificando com várias coisas, na vera, com quase tudo. Chegou a ser engraçada esta identificação.
Geração Y no trabalho, Nicole Lipkin e April Perrymore: também descreve a Geração Y, mas este enfoca mais no ambiente profissional, como o próprio nome diz. Além disto, este livro tem relatos de Ys, de gestores de RH e de chefias sobre o assunto, e dicas de coaching (que eu não li, ainda, porque não é este o foco do meu trabalho). O que eu mais gostei neste livro foram os relatos. Sempre gostei de exemplos práticos e estudos de caso, e os relatos tornaram o livro mais gostoso de ler. O livro foi escrito por duas americanas, então tem algumas coisas que não tem nada a ver com a nossa realidade, mas, no geral, também me identifiquei com muitas coisas.
Mangá:
Turma da Mônica Jovem - nº 34: não tenho nenhuma outra edição, mas esta eu precisava porque é histórica. Mônica e Cebolinha começam a namorar!!! Sou fã da Turma da Mônica desde quando era criança. Lia muitos gibis, assisti todos os filmes e não podia perder isto de jeito nenhum. Gostei do traço apesar de, no começo, ter tido um pouco de dificuldade de reconhecer alguns personagens, como o Titi e o Quinzinho.
Só para encerrar este post enoooooorme, um pequeno causo envolvendo o livro "O incrível dom de Oscar". Eu estava na sala, conversando com a minha mãe, e a minha gatinha Pinguina estava do lado dela. Bem na hora que eu falei sobre o Oscar, a Pinguina saiu do lado da minha mãe e sentou do meu lado. Eu dei um berro. Sugestionável, eu? Imagina...

Marcadores: bizarrice, gata, livros, paranóia
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Josei e Kami Sal
às 11:05 AM
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quinta-feira, junho 23, 2011
Eu sou uma shopaholic, melhor tirar minha carteira
Então que eu voltei ao trabalho. Mas, um dia antes, o médico quis ver se eu podia. Ele deve ter me achado uma das pacientes mais esquisitas que ele já teve porque, em vez de pedir uns dias de atestado, eu implorei para voltar ao trabalho. E disse que queria ir à pé, também. Ele riu e disse que eu podia. Não é que eu seja uma versão feminina de "Lineu Silva" (reconhecem a referência, de A Grande Família, o funcionário público mais caxias ever?), é que eu não aguentava mais ficar presa no quarto.
Enquanto eu não podia sair de casa, minha TV ficava ligada cerca de 16 horas por dia e eu notei uma coisa muito bizarra: virou moda falar de flatulência. Vi uns 3 programas falando sobre isto em apenas 2 semanas. E viva a TV sem cheiro!!!
Fui à quermesse, na sexta passada. Nestes 15 anos morando perto da igreja onde ela acontece, eu só fui umas 3 ou 4 vezes para ficar tempo mais do que o necessário para buscar algo para comer e voltar para casa. Esta foi uma das vezes. Fui com meus pais e meus tios. Tinha amostrinhas de perfume nas mesas!!! Adoro amostrinhas!!! (*plebeia detected*)
Estou acompanhando o blog Um Ano Sem Compras. Eu sinto uns chiliques só de pensar em fazer uma coisa destas. Quando eu não tinha uma fonte de renda própria, eu não era assim, mas agora que eu tenho dinheiro (e quando eu digo "tenho dinheiro" não é um eufemismo para "sou rica", é só que eu recebo um salário no fim do mês), está cada vez mais difícil ficar mais de 1 semana sem comprar, nem que seja uma bobagenzinha. Eu piro a cada coleção nova de esmaltes que é lançada. Eu sempre acho que no meu guarda-roupa falta "aquela" roupa. Eu sempre quero comprar os livros sobre os quais eu ouço falar. Recentemente, eu fiquei 3 semanas sem comprar. Foram as duas semanas que eu estava doente, incluindo os dias de internação, e mais uma semana que eu trabalhei. Aí, quebrei meu "jejum" me esbaldando nas lojas, no sábado. A minha sorte é que, apesar de consumista, eu sou ajuizada (hein???) e não gasto mais do que eu recebo, senão...
Quem tem ou já teve gatos sabe que os bichinhos, mesmo não tendo salário nem cartão de crédito, adoram presentear seus donos. E eles presenteiam com as coisas mais esdrúxulas e nojentas, tipo baratas, ratos,... Mas, desta vez, Rivo se superou no quesito presente bizarro: ela trouxe um cachorrinho morto que ela encontrou em um terreno!!! Foi aquela comoção. Todas as outras gatas queriam ver o mimo, enquanto meus pais e eu tentávamos identificar o que era o bichinho peludo. No fim, o presente dado com tanto afeto por nossa bichana sem noção foi sepultado.

Marcadores: bizarrice, brindes, desabafo, gata, televisão
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Josei e Kami Sal
às 11:04 AM
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terça-feira, junho 21, 2011
As fadas do inverno estão brilhando enquanto descem sobre mim
O inverno começa hoje como um grande engodo: depois de dias de friozinho, bem na "inauguração" do inverno/2011 esquentou!!! Já não se fazem mais invernos como antigamente... Talvez ele esteja só atrasado, mesmo.
Mas nós não nos atrasamos. Com frio ou com calor, estamos inaugurando nosso template de inverno. Então, apreciem sem moderação enquanto imaginam que está friozinho e que um pequeno floco de neve está caindo bem na ponta do seu nariz. Ou então, liguem o ar condicionado ou ventilador para esfriar bem o ambiente, peguem uma caneca da sua bebida quente favorita e aproveitem o nosso template lindo (alguém viu nossa modéstia perdida por aí?).

Marcadores: comemoração, novidade
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Josei e Kami Sal
às 9:14 PM
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sábado, junho 18, 2011
A insanidade sorri, sob pressão estamos pirando
E aqui estou eu escrevendo novamente da Chacara dos Ventos Uivantes. Nossa, mas como venta nessa chacara. E faz barulho. Não é a toa que minha tia achava que a chacara era assombrada, o vento faz mesmo uns sons estranhos, bate as portas (quando permite que você as abra) e, para completar o cenário de filme de terror, ainda há catitos morceguitos que correm pelo telhado. Não, eles não voam, isso não faria barulho. Eles correm pelo telhado.
Tirando a natureza encantadora do lugar, o que temos são as pessoas mais anti-ecologicas do planeta. Sério, é que elas não tem acesso a metais pesados, senão estariam poluindo a água e o solo com eles. É queimada um dia sim e outro também. Pra que tanta fogueira??? E que tanto esse povo tem pra queimar? E, helow, estamos no periodo de seca num lugar onde venta horrores, não é uma boa idéia fazer uma fogueira no quintal. Assim como também não é uma boa idéia encher os buracos da estrada com entulho. Ou deixar um cachorro doido que pula na frente de carros solto no meio da estrada, onde a frequencia de carros que dão seta para virar é ainda menor do que na cidade.
Falando em carros, Consuelo é uma criaturinha da cidade que não se adapta bem a vida no campo. Numa dessas agradaveis noites em que deveria estar fazendo uns 4ºC (ou menos), Stafora saiu para ministrar aulas. Lá pelas 11 horas ele liga dizendo que está bem, já chegou na porteira, tentou ligar, não conseguiu e que estava atolado na areia. Tive um breve momento "por que ele passou da porteira e foi parar no areião?". Claro que o momento não durou muito, já que a próxima frase de Stafora foi: "será que vocês poderiam vir aqui com a lanterna me ajudar?". Claro! Só está uma escuridão mortal (não, bizarrinhas e bizarrinhos, numa rua de terra com chacaras dos dois lados não tem iluminação publica.), eu só estava usando dois moletons, meias, pantufas, enrolada num cobertor, tremendo de frio enquanto tentava me aquecer benbendo um chá escaldante. Peguei a lanterna (uma ótima aquisição), coloquei o chinelo (não vira andar de pantufa na areia, embora chinelo não seja muito melhor, mas estava com pressa) e lá fomos, Mamãe e eu, estrada afora ouvindo o barulho da lendária lebre assassina de uma orelha só ao nosso lado no mato. Enquanto eu escorregava e batia meus dentes de frio, reparei que o areião parece mais perto durante o dia. E lá estava Consuelo, no ponto mais baixo da estrada patinando na areia. Resumindo, depois de um trabalho que envolveu cavar a areia na escuridão, empurrar um carro gigantesco na escuridão, afundar quase até o joelho na areia, quase cair de cara na areia quando o carro finalmente saiu do lugar, tapar os buracos na areia na escuridão e rezar para o carro não atolar de novo, chegamos a chacara felizes e alegres (uns mais que os outros) esquentamos o chá, comemos, bebemos e celebramos a vida.
E então quando tudo parecia em paz, num ensolarado sábado, a cachorra sumiu. Como num passe de mágica, numa hora ela estava ali do lado presa na corrente e no minuto seguinte não havia mais cachorra, nem coleira e muito menos corrente. E lá fomos nós, Mamãe e eu, em busca da criatura inumana. Andamos por toda a chacara chamando, pela estrada de terra, depois de umas duas horas, Stafora chegou e saiu de carro em busca da cachorra. Resumindo, depois de dois pares de meia e duas calças inutilizados pela quantidade de carrapichos grudadas nela, conhecer todos os vizinhos, uma perna quase decepada (a minha por sinal), a criatura foi achada depois do aeroporto. Sem corrente, sem coleira e sem noção.

Ainda sem respostas aos comentários.Marcadores: bizarrice IVCH, divagações, mimimi
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Josei e Kami Sal
às 11:58 AM
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quarta-feira, junho 15, 2011
Então, doutor, doutor, você não quer, por favor, me receitar alguma coisa? - parte II
Continuando o post de ontem... Fui para o outro P.A., que fica num hospital quase fora da cidade, fiz vários exames e o médico mandou internar. Aí, ele disse que o nome verdadeiro do ovo-de-pata-mon é, vejam vocês, celulite. Não "aquela" celulite, esta celulite. Eu até brinquei com o médico que não se fala para uma mulher que ela está com celulite e talz. Por causa da piadinha, ele foi com a minha cara e ficava passando a cada 15 minutos no meu leito só para dizer oi, enquanto eu estava esperando a internação. Muito fofo!!!
O resto das minhas férias foi aquela coisa: cirurgia, internação e repouso. O hospital era ótimo, os enfermeiros muito atenciosos, os médicos eram muito bons e bonitos, mas não há lugar como o lar, né? Se bem que, de tanto repouso, eu comecei a enjoar até do meu quarto. Ah, é... O ovo-de-pata-mon (me recuso a chamar de celulite) foi causado por uma complicação da cirurgia de apendicite que eu fiz (pasmem!!!) há 13 anos.
Como meu cérebro é bem do bizarro, nas noites que eu não consegui dormir por causa da dor, antes da internação, eu alucinei. Na primeira alucinação, eu era um chaveiro (de pendurar chaves), minha cama era a cartela onde eu estava pendurada, e eu tinha que reconciliar as famílias da Selena Gomez e da da Demi Lovato (que eu tinha acabado de descobrir quem eram, no mundo real), que eram pingentes. Na outra noite, eu alucinei com uma esteira do lado da minha cama, e eu tinha que trabalhar separando bolinhas durante a madrugada. E, na última noite antes da internação, eu alucinei que tinha uma gangue de amigos meus, no meu quarto, preparando um novo golpe.
Minhas férias terminaram oficialmente na sexta-feira passada (10/06). No sábado, fui ao aniversário da minha vó e descobri mais coisas que eu tenho que são "de família": uma história de cirurgia complicada, intolerância a ser maltratada em emprego e a mexicanice.
Se vocês estão bem atentos, notaram que eu disse que minhas férias acabaram na sexta, mas que eu volto para o trabalho amanhã (no caso, já é hoje). É que o médico me deu 2 dias de licença. Ele queria ver se eu estou bem para voltar às atividades normais, antes de me liberar. Ontem tive consulta, ele me viu, disse que estou bem e que posso voltar ao trabalho. The end.

Marcadores: doente, família, férias, trabalho
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Josei e Kami Sal
às 10:00 AM
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terça-feira, junho 14, 2011
Então, doutor, doutor, você não quer, por favor, me receitar alguma coisa? - parte I
Amanhã é o dia em que eu retorno ao trabalho, então, hoje eu vou cumprir a tradição advinda dos primeiros anos escolares e escrever sobre minhas férias.
Lembram quando eu disse, no primeiro dia, que não estava muito à vontade com as férias, não estava acostumada e tudo isto? Não lembra? Então, releia aqui. Lembrou agora? Então. Já no segundo dia, eu estava totalmente adaptada a rotina de não ter que acordar cedo, de assistir TV, de jogar wii e ficar morgando na frente do computador. Na sexta-feira da primeira semana, quando eu saí para fazer compras e a luz do sol irritou meus olhos, eu notei que não punha a carinha na rua desde o último dia de trabalho, uma semana antes.
No domingo, eu fui almoçar em uma chácara com colegas dos meus pais que eu nem conhecia (os colegas, não meus pais, óbvio) e vi filhotinhos de cachorros. No caminho para casa, já no meu bairro, vi uma pessoa passeando com um cachorro em uma coleira e uma cabra em outra. Voltei para casa, me arrumei e fui jogar boliche com os meus colegas do Teto Convexo. Descobri, de maneira constrangedora, que treinar boliche no wii não melhora as habilidades para jogar boliche real.
No boliche, a dorzinha incômoda no quadrante inferior direito da minha barriga que eu estava sentindo desde sexta piorou. E foi aí que minhas primeiras férias EVER começaram a degringolar. Cheguei em casa e descobri que a dorzinha, que já tinha virado dorzona, tinha digevoluído para uma forma física, oval, do tamanho de um ovo de pata, e muito vermelha. Meus pais me levaram para o pronto atendimento do convênio, o médico receitou antibiótico, uns remédios na veia e disse que era só superficial. Como não seria a minha vida se não acontecesse nada de atípico, a enfermeira achou meu esmalte bonito e nós ficamos falando sobre isto enquanto ela enfiava uma agulha na minha veia.
Três dias de remédio, compressa e repouso, e nada do meu digimon diminuir. Procurei outro médico, que manteve o que eu já estava fazendo e disse que eu devia procurar um dermatologista na sexta-feira (a segunda das minhas férias) para furar o ovodepatamon. Foi o que eu fiz, muito inocente achando que um furinho resolveria meu problema. Como diria Xuxa "ahã, Cláudia, senta lá". O dermato olhou para o ovo-de-pata-mon e disse para eu ir correndo para o outro P.A. do convênio, que meu caso era cirúrgico.
O post tinha ficado grande demais, então, eu publico a continuação amanhã.

Marcadores: chácara, doente, férias
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Josei e Kami Sal
às 9:21 PM
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quarta-feira, junho 01, 2011
Juno surgida do próprio mistério que é junho a nascer
Já chegamos ao meio do ano, quem diria... Parece que foi só há 6 meses que estávamos ouvindo os fogos e festejando a entrada do novo ano. Ah, é, foi mesmo!!!
O nome do mês homenageia Juno, mulher do deus Júpiter e rainha dos deuses. A Juno era uma deusasinha perigosa. Atirou o próprio filho coxo para fora do céu, transformou uma rival em ursa, fez outra rival se transformar em uma bezerra e tentou matar Hércules quando ele era um bebê. Eu que não queria encontrar Juno pelo caminho...
Bom, mas deixando a mitologia assassina de lado, junho é mês de festas juninas com todas suas comidinhas gostosas, e do Dia dos Namorados. Escolhemos, para este mês as dolls fadinhas de inverno, porque, bem, é neste mês que começa o inverno. A midi é Kimi ni Todoke, do anime de mesmo nome.

Up: Desculpem pelo post ter saído antes das atualizações. É que o post estava programado e, no horário, eu não pude entrar na net para fazer as mudanças.Marcadores: novidade
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Josei e Kami Sal
às 11:00 AM
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