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segunda-feira, setembro 24, 2012
Estou ficando velho e acabado
Meu fim de semana foi tão nostálgico... No sábado, fui ao campus reserva ecológica, assistir a uma palestra. Mil coisas passaram na minha cabeça, sobre o passado e o presente. Fazia uns 2 anos que eu não ia lá, e agora muita coisa está diferente, muitas reformas e talz. Na palestra, eu tive a sensação de que estou ficando velha: eu fiquei incomodada porque a garota do meu lado passou o tempo todo no Facebook pelo celular. Achei uma baita falta de respeito com a palestrante... Se eu fosse palestrante, recolheria todos os celulares antes da palestra e só devolveria no fim. Estou muito errada? Sou antiquada?
No domingo, teve evento de anime. Na verdade, teve evento o fim de semana inteiro, mas eu já estou velha (segunda vez que digo isto no post, notem) e não aguento mais ficar 2 dias inteiros em um evento. Foi divertido passar a tarde reunida com o "kit", encontrar os otakus da velha guarda. Assistir a um anime no telão me trouxe aquele sentimento nostálgico dos domingos de exibição.
E a segunda começou uma caca e eu queria entrar no DeLorean e voltar alguns anos. Para ajudar, saí 5 minutinhos do trabalho para comprar passe de ônibus e tomei um chuvão, que parou assim que eu já estava de volta à minha salinha, encharcada e com frio.
Eu sou muito paranoica com estas coisas de infração de trânsito. É uma coisa meio idiota, porque eu respeito as leis e talz, mas eu tenho medo. No sábado, por exemplo, quando eu virei uma esquina, vi um policial escrevendo alguma coisa e achei que ele estava me multando. Mais tarde e no domingo, carros de polícia passaram por mim, eu achei que iam me parar e me multar. E eu nem estava fazendo nada errado!!! Mas eu sou louca assim mesmo, neste tanto.
Além de louca, minha memória está péssima, nível Dory, mesmo. Uma encomenda minha chegou enquanto eu fazia as unhas e meu pai colocou no braço do sofá, do meu lado. Olhei para o pacote e continuei o que estava fazendo. Quando acabei, deitei no sofá e senti um plástico atrás de mim. Pensei "nossa, o que será isto?" Olhei e vi o pacote. Depois, saí para beber água e, na volta, vi o pacote no sofá e me perguntei o que era aquilo. E pior: fiz isto mais uma vez!!! Para não fundir de vez meu cerebrinho, resolvi levar o pacote embora para o quarto e abri-lo. Caso encerrado, mas acho que isto não é normal, não...

Marcadores: anime, campus reserva ecológica, chuva, Lady Murphy, leseira, nerdice, paranóia
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Josei e Kami Sal
às 8:58 PM
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quinta-feira, setembro 20, 2012
Porque nós estamos vivendo em um mundo de tolos
Olá, miguxos!!! Posso fazer um pedido muito especial para vocês? Da próxima vez que eu disser que vou voltar a estudar, por favor, acertem a minha cabeça com um taco de baseball? Muito obrigada.
Sabe o que é? Passei o feriado, o sábado, e meu dia de folga na segunda fazendo TCC. E não terminei. Só pulei o domingo porque estava num aniversário, curtindo um Molejão (oi, anos 90!) e me divertindo muito, só que não. Lembrando que é minha segunda pós e eu nem sei porque raios fiz nem a primeira. Já contei que meu cargo, com o qual estou muito satisfeita, só exige nível médio? Pois é, eu sou imbecil. Só isto explica. Agora, já terminei o trabalho, mandei para a desorientadora por e-mail e ela nem respondeu.
Por falar em ser imbecil, eu sonhei que, 2 anos depois de ter tirado carta, o Detran decidiu que me habilitar foi um erro e que eu devia voltar para a autoescola. Acordei ansiosa, peguei o carro e fui para o Grande Mercado do Sorriso Amarelo, com minha mãe e meu irmão. Chego no estacionamento, paro o carro e começo a dizer "eu não sei estacionar, eu não vou conseguir, eu sonhei que ia perder a carta". Minha mãe acha um tremendo absurdo e diz que eu estou careca de estacionar lá. Acho uma vaga e estaciono. Fim. Se isto não é ser imbecil, o que mais pode ser? tô aprendendo também (parabéns se você cantarolou isto como o Rogério Flausino)
Pinkinininha fez arte numa das madrugadas do fim de semana prolongado. Eu coloquei uma bacia de água do lado da cama, para umidificar o ar, enquanto não comprava o umidificador. Aí, Pinkinininha estava dormindo na minha cama e, em vez de descer pelo lado onde ela estava, ela resolveu fazer um tour em volta da minha cabeça, subir no criado-mudo e pular. Nisto, ela errou o pulo e caiu dentro da bacia. Eu tava tão sonada que só fui ver se ela estava muito encharcada quando ela já estava seca e só fui rir da façanha na manhã seguinte.
O que é Lady Murphy na vida da pessoa: tem um dia horrível no trabalho; vai comprar uma coisa que está querendo há dias e a coisa está esgotada; sua encomenda é acusada como entregue, mas, misteriosamente, não foi recebida. Tudo isto salpicados com flocos crocantes de irritação na garganta e dor de cabeça. Como diria o Muso: "it´s my life".
Marcadores: carro, desabafo, faculdade, feriado, gata, Lady Murphy
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Josei e Kami Sal
às 10:04 PM
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sexta-feira, setembro 14, 2012
Sexta de livros
Parece até que vermelho é azul
O livro dessa sexta é O Fabuloso Maurício e seus Roedores Letrados, de Terry Pratchett e faz parte da série Discworld, mas não se preocupe, você não precisa ler nenhum dos outros para entender a estória. É só ter em mente que no mundo de Discworld coisas fantasticas acontecem.
Tudo começa no dia em que Maurício percebe que existe, que é um ser pensante e, além de ser capaz de pensar, ele é muito inteligente. Um dia ele encontra o garoto com cara de bobo que sabe tocar flauta e concebe o plano: eles irão de cidade em cidade, o garoto com cara de bobo tocará sua flauta e a infestação de ratos terá fim. Claro, para garantir o sucesso do plano, Maurício convence seus amigos ratos a invadirem a cidade e apavorar a população. Não é dificil, porque os ratos são inteligentes e precisam de dinheiro para comprar uma ilha e fundar seu próprio país. O garoto com cara de bobo também aceita porque precisa de dinheiro para sobreviver. Ah, talvez seja interessante avisá-los de que Maurício é um gato falante.
E ho plano elaborado por Maurício é um sucesso, até que eles chegam numa cidade muito estranha. Lá há uma infestação de ratos real e os caçadores de ratos tem leis assustadoras, organizam rinhas de ratos e há algo assustador e cruel escondido nos esgostos da cidade...
E assim para salvar sua pele, a de seus companheiros roedores, Maurício, o garoto com cara de bobo e os ratos se unem a esperta e criativa Malícia para descobrir o que há de errado com a cidade, acabar com a verdadeira praga de ratos e ainda sair com algum lucro.
O mais interessante, é que apesar de ter herdado caracteristicas humanas como falar e pensar, a gente nunca esquece que Maurício é um gato porque ele tem uma personalidade felina. E esse, na minha opinião, é um dos pontos altos do livro: ele não é um gato humanizado, é um gato que sabe falar.

Marcadores: livros
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Josei e Kami Sal
às 9:57 AM
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sexta-feira, setembro 07, 2012
Eu falo muito mesmo sem saber o que estou falando
Já falei num post que, às vezes, eu falo demais. Falo o que não devia. Para quem não devia. Eu li um livro que algum dia entre hoje e o dia em que o Brasil estiver preparado para a Copa estará na Sexta de Livros, em que a protagonista é como eu. Mas eu tenho dois agravantes: 1)ela fala porque acha que está prestes a morrer num desastre aéreo e por isto nada do que eu disser vai ter consequência, eu não estou nesta situação. 2)eu sei exatamente quem é a pessoa para quem eu estou falando e que eu não devia falar certas coisas, ao contrário dela, que fala na inocência. Mas eu falo, porque eu passei muitas vezes na fila do sarcasmo e acabei perdendo a distribuição de noção.
E vocês sabem como é minha vida. Acontecem umas coisas que só em filme ou série de comédia. Quando eu conto, eu fico pensando se as pessoas acreditam ou acham que eu sou uma grande mentirosa. Mas, vejam bem, olha só o que me aconteceu dia destes, quase no portão de casa: eu senti alguma coisa caindo em mim, do nada e era um ovinho um pouco menor do que um ovo de codorna. Achei estranho, entrei em casa e fui cuidar da minha vida. Umas 2 horas depois, eu ouço um barulhinho e noto que meu brinco não está na orelha. Achei a tarrachinha no chão do quarto, mas não o brinco. Andei pela casa e nada do brinco. Mais meia hora depois e eu tenho uma intuição de que o brinco estava na calçada. Saí e ele estava ao lado do ovinho.
Aí, ontem eu estava olhando esmaltes, uma mulher se aproxima de mim com 2 esmaltes vermelhos de tons diferentes e pergunta "qual destes esmaltes é mais vermelho periguete?" Peguei os 2, analisei como especialista (em esmaltes, não em periguetismo) e escolhi um. Ela explicou que foi a filha dela que pediu um esmalte vermelho bem periguete.
Neste ano, eu fui à Parada da Diversidade. Eu fui a quase todas, menos no ano passado, porque eu estava em um aniversário. Antes da parada, no mesmo lugar, teve um encontro de tropeiros. Aí, vejo peões em seus cavalos de um lado e drag queens de outro, o que meu cérebro faz? Junta as duas cenas e começa a tocar, na minha cabeça, "Cowboy viado". Eu queria ter visto o show das drag cover da Beyoncé e das empreguetes, mas já era meio tarde, eu estava cansada e ainda tinha que ir trabalhar na segunda, por isto, eu tinha que descansar.
Na Parada, tinha um grupo de jovens religiosos distribuindo "abraço grátis". Eu entrei em pânico. Eu sou gentofóbica, não gosto nem de falar com estranhos, quanto mais abraçar... Fiquei fugindo deles, o que nem foi tão difícil, visto que eu era só uma em uma multidão de 40.000 pessoas.
Eu sou antissocial, como vocês sabem e, se não sabiam, descobriram no meu parágrafo anterior. Meu celular toca coisa de umas 2 vezes por mês. Sério. Numa tarde destas, ele tocou 4 vezes em menos de meia hora. O que acontece com o celular de uma antissocial quando ele resolve tocar mais do que o normal? Pane. Começou a tocar sem ter chamada. Eu desliguei. Ele tocou desligado. Voltei a ligar e ele deu sinal de mensagem sem ter mensagem. Pobre celularzinho...

Marcadores: bizarrice, celular, livros, nada, pessoas estranhas
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Josei e Kami Sal
às 10:18 AM
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segunda-feira, setembro 03, 2012
Já não sei se vivi dez mil dias ou um dia dez mil vezes
Por que será que sempre tudo tem de ser tão complicado? Por que as coisas não podem dar certo? Por que não pode tudo correr como planejado? Por que tudo tem de ser tão estresante? E por que raios não tem um botão de reiniciar fase na vida real??? É pedir muito um botão de restart level?
A pior coisa é ficar revoltado contra algo que você não pode mudar. Porque se você pode fazer alguma coisa, sempre pode se jogar a culpa em sua própria inércia e se sentir melhor sabendo que sua situação é culpa de sua preguiça e não das forças cósmicas que comandam o universo e ou não estão nem aí pra você ou acham divertido ver você se ferrar. É claro que se o seu problema envolve o DNA ele se encaixa na categoria forças cosmicas.
Agora vamos a coisas mais felizes, pelo menos para mim: comprei um carro. Eh!!! Agora só falta aprender a dirigir de novo. Mas já estamos trabalhando nisso. Com orgulho, posso dizer que já aprendi a não bater em carros que custam mais do que um rim, um figado e dois pulmões juntos. Alias, depois de três aulas de umas duas horas cada, ainda não dei nenhum batidinha no carro. Bom, né? Sinto falta de algo que personalize o carro...
Ademais, estou fazendo noivinhos de biscuit de novo. Será que teria sucesso se montasse um negócio próprio? Sempre me pergunto isso...

Respostas aos comentários:
Mokona-sama: Hum, mas que tipo de livro? Também gosto de microondas...
Stafora-ni: Realmente um ótimo livro. Tem razão, qualquer coisa que não termine num incendio de proporções épicas, é uma coisa boa. Marcadores: carro, mimimi
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Josei e Kami Sal
às 11:06 AM
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sábado, setembro 01, 2012
Não importa quem está certo ou errado, apenas caia fora
E não é que já estamos em setembro... Como meu irmão diz, o mês terminou em bro, já é Natal.
Mas, enquanto o Natal não chega de verdade, nossas dollzinhas se preparam para a festa, sentadinhas no salão de beleza. E a midi nos dá o melhor conselho que uma musica já deu em toda a história do mundo Beat It, do Micheal Jackson!
Divirtam-se.

Marcadores: novidade
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Josei e Kami Sal
às 11:26 AM
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